Maceió- AL -

30/04/09

O HGE (Hospital Geral do Estado de Alagoas) e a Gripe Suína




"É crítico que os profissionais da saúde usem precauções apropriadas para o controle de infecções quando cuidarem de pacientes com sintomas semelhantes aos da gripe (...), para minimizar a possibilidade de transmissão entre eles, para outros profissionais da saúde, pacientes e visitantes", disse a OMS.

O vírus é transmitido igual ao de uma gripe comum, de pessoa para pessoa e pode ser transmitido dias antes da pessoa começar a exibir os sinais e sintomas ou mesmo depois de já ter apresentado melhora do quadro clínico viral.

A OMS também recomenda que os familiares que visitem pacientes em hospitais, que acompanhem pacientes enfermos tenham seu acesso limitado e sigam também as mesmas recomendações e precauções adotadas por todos os profissionais da saúde.

O HGE (Hospital Geral do Estado de Alagoas) e a Gripe Suína

Peço a proteção Divina para que a Pandemia não venha a se instalar nesse Estado,porque com o atual sistema de descaso com a Saúde e segurança Biológica teremos com certeza uma calamidade jamais vista e presenciada com a morte de inúmeros profissionais da Saúde e de seus pacientes.

O vírus da gripe (vírus influenza) transmite-se facilmente de pessoa para pessoa através das gotículas emitidas com a tosse ou os espirros.

A inalação dessas gotículas através do nariz ou garganta permite a entrada do vírus no organismo. Uma vez dentro do organismo, o vírus destrói a membrana mucosa do trato respiratório e infecta as células.

É relativamente frequente a proliferação bacteriana nas membranas mucosas danificadas pela infecção pelo vírus influenza, que provocam infecções secundárias como pneumonia, sinusite, faringite, otite ou bronquite.




Como medida geral de prevenção e controle de doenças de transmissão respiratória, recomenda-se:

A) Higiene das mãos com água e sabão (depois
de tossir ou espirrar, depois de usar o
banheiro, antes de comer, antes de tocar os
olhos, a boca ou o nariz);

B) Evitar tocar os olhos, o nariz ou a boca após
contato com superfícies contaminadas;

C) Usar lenço de papel descartável;

D) Proteger com lenços a boca e o nariz ao tossir
ou espirrar, para evitar disseminação das
gotículas;usar máscara

E) Orientar o doente para que evite sair de casa
enquanto estiver no período de transmissão da
doença;

F) Conservar o ambiente doméstico arejado e
recebendo a luz solar, pois essas medidas
ajudam a eliminar os possíveis agentes das
infecções respiratórias;

G) Restrição ao ambiente de trabalho, para evitar
disseminação;

H) Hábitos saudáveis, como alimentação
balanceada, ingestão de líquidos e atividade
física.

I)Os profissionais de Saúde e as mães devem lavar bem
as mãos e os utensílios (mamadeiras,
termômetros, etc.).



O que não deve existir em um Hospital ? Um Paraíso para o Vírus da Gripe Suína e outras Patologias !

No LINK a situação do HGE e vejam se o mesmo tem condições de enfrentar uma Pandemia de Gripe Suína

Obs:Clique em cada imagem para ampliar

UTI's Cardíaca e Pediátrica
no mesmo Ambiente no
HGE/AL


Crianças no Corredor



Pacientes no Corredor



Sala de Medicação e
Internamento da Pediatria
do HGE/AL



"Sala de Esterilização da
Antiga UEAL" ,servindo ao
Novo HGE/AL



Corredor da Área Azul HGE/AL


Falta o básico (cadê o
Sabão? ) Consultório
do HGE/Al

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Exemplo: badongo.com
alagoasreal.blogspot.com
usp.br
globo.com
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História da Medicina e suas Grandes Invenções


Um site bastante interessante que vale a pena fazer uma visita .Veja logo abaixo um pouco do que você irá encontrar:

" Atendentes eram treinados com equipamentos. Eram hospitais para dar primeiros socorros para os feridos no campo de batalha ...."

Link traduzido português
Link original em Inglês

Ciclo de vida do vírus da gripe

Os vírus são agentes infecciosos incapazes de reprodução independente. Só são capazes de se reproduzir utilizando os mecanismos de biossíntese de uma célula hospedeira, que utilizam para replicarem o seu material genético e para produzirem as suas proteínas.

O ciclo de vida do vírus da gripe pode ser dividido em cinco etapas:

1) fixação; 2) internalização; 3) remoção do invólucro ou descapsidação; 4) replicação; 5) gemação.

Ciclo replicativo do vírus influenza. O vírus liga-se (a) à superfície da célula hospedeira através da hemaglutinina, (b) entra na célula e inicia a replicação usando o material celular. (c) Os viriões recém-formados saem da célula (d) e são libertados pela neuraminidase viral, (e) permitindo que o ciclo infeccioso continue

Fixação

A primeira fase da infecção pelo vírus da gripe envolve a fixação do vírus à célula hospedeira. Regra geral, as células alvo do vírus da gripe são as células que constituem o revestimento epitelial das vias respiratórias, revestimento esse que normalmente se encontra coberto por uma camada de muco. O processo de fixação do vírus à célula hospedeira denomina-se adsorção.

A adsorção do vírus da gripe é mediada pela interacção entre a proteína HA viral e os resíduos de ácido siálico ou ácido neuramínico (moléculas orgânicas contendo açúcares, associadas a moléculas lipídicas das membranas celulares) presentes nos receptores de superfície da célula hospedeira.
Embora sendo ainda actualmente desconhecida a identidade do receptor da célula hospedeira, a presença de ácidos siálicos é essencial para a adsorção do vírus.

A interacção entre uma única proteína HA e os resíduos de ácido siálico não é suficiente para a fixação do vírus, mas a abundância de proteínas HA na superfície viral promove a fixação deste à célula hospedeira através de múltiplas interacções.

Além disso, pensa-se que a NA desempenha um papel de promoção da penetração do vírus na camada de muco que circunda as células hospedeiras, e funciona como receptor do vírus, auxiliando-o na ligação às células hospedeiras.

Internalização

A ligação do vírus aos receptores de superfície da célula hospedeira desencadeia a entrada do vírus na célula através de um processo de fusão, conhecido por endocitose mediada por receptores.

A endocitose corresponde ao processo de entrada do vírus através da formação de vesículas (pequenos sacos) contendo vírus, a partir da membrana celular da célula hospedeira.

Remoção do invólucro

Para poderem utilizar os mecanismos de biossíntese da célula hospedeira, os complexos RNPs virais têm de ser libertadas do seu invólucro lipídico.

Após a internalização dos vírus na célula hospedeira, as vesículas que os contêm fundem-se com os endossomas (organitos citoplasmáticos que contêm um meio ácido). Posteriormente, o invólucro viral funde-se com membrana do endossoma através da HA e dá-se a libertação dos RNPs.

Como é que o processo decorre?
O ambiente altamente acídico existente no interior dos endossomas desencadeia uma alteração conformacional na proteína HA. Esta alteração da estrutura da HA expõe uma região da proteína que anteriormente se encontrava oculta, e a que se dá o nome de péptido de fusão, responsável pela fusão do invólucro viral com a membrana do endossoma, libertando o RNP viral do endossoma. O ambiente acídico existente nos endossomas também activa a proteína M2. A M2 activada forma então um canal iónico, provocando um fluxo dos iões de hidrogénio (H+) para o interior do vírus. Pensa-se que a alteração resultante do aumento de acidez no interior do vírus provoca a desintegração da matriz viral (complexo M1), o que vem facilitar a remoção do invólucro do RNP viral, a qual, por sua vez, implica a remoção do invólucro proteico que reveste o ARN no RNP e a desintegração do complexo RNP.

A remoção do revestimento do RNP liberta o genoma viral das proteínas a ele associadas sendo, por isso, um pré-requisito para a replicação viral. Uma vez libertado, o complexo RNP migra para o núcleo da célula hospedeira através dos poros nucleares.


Replicação

A replicação viral corresponde à fase de multiplicação do material genético viral e de produção das proteínas virais. A replicação viral é mediada pelas proteínas P, que se associam formando o complexo da polimerase.

O ARN genómico do vírus é copiado pela polimerase viral em moléculas de ARN mensageiro (ARNm) através de um processo denominado transcrição.

As moléculas de ARNm são transportadas do núcleo para o citoplasma da célula hospedeira. No citoplasma, o código genético contido no ARNm determina a síntese das proteínas virais específicas (as moléculas de ARNm contêm a informação necessária para a síntese das diferentes proteínas virais).

Através de um processo ainda por clarificar, produzem-se também moléculas de ARN de cópia (ARNc). As cópias de ARNc viral produzidas durante a replicação viral irão constituir os genomas de novos vírus.

Durante a replicação, podem ocorrer muitos erros ou alterações no genoma viral, resultando em drifts antigénicos (mutações pontuais) ou shifts antigénicos (quando há recombinação dos genes).


Gemação

A etapa final do ciclo de vida do vírus da gripe envolve a junção dos diversos componentes virais e a libertação dos novos vírus da célula hospedeira, por um processo denominado gemação.

Após a produção das proteínas virais no citoplasma das células hospedeiras, verifica-se o seguinte:

* as proteínas virais de superfície (NA, HA e M2) migram para a membrana da célula hospedeira, sendo inseridas na respectiva camada lipídica;
* as proteínas virais NP, P e M1 são transportadas do citoplasma para o núcleo da célula hospedeira, onde formam um complexo de RNP com o ARN genómico viral recentemente sintetizado.

Os complexos de RNP são então transportados para o citoplasma, migrando para uma área da membrana celular onde se encontram as proteínas de superfície virais.

As novas partículas virais formam-se por gemação, a partir da membrana celular, e são libertadas por acção da NA. A capacidade dos vírus recém-formados para infectar novas células alvo é determinada pela NA.

A NA actua eliminando os resíduos dos ácidos siálicos do invólucro viral e da superfície celular, impedindo desta forma a agregação vírus-vírus e a retenção de vírus à superfície da célula.

Assim que o vírus se liberta da célula, a NA promove a eliminação dos ácidos siálicos das mucinas presentes nas secreções respiratórias, permitindo que o vírus penetre nas mesmas e se dissemine.

Variação genética

Os vírus da gripe sofrem alterações genéticas imprevisíveis sempre que se multiplicam, traduzidas frequentemente pela produção de proteínas de superfície diferentes (com diferente antigenicidade). Desta forma escapam ao sistema imunológico dos hospedeiros e mantêm-se em circulação nas comunidades, pelo que a gripe é considerada um grave problema de saúde pública a nível mundial. As pequenas alterações nas proteínas virais resultantes de mutações genéticas pontuais (ou únicas) designam-se por drift antigénico (dá origem ao aparecimento de novas estirpes ou variantes de vírus da gripe) e são frequentes. Alterações estruturais acentuadas ocorrem mais raramente e devem-se à aquisição de novos segmentos genéticos e rearranjo genético ou recombinação genética (mistura de genes provenientes de vírus diferentes). A este processo chama-se shift antigénico( O drift origina novos vírus com diferente antigenicidade (proteínas de superfície ligeiramente diferentes), designados por estirpes ou variantes diferentes. Pode ocorrer nos vírus dos tipos A e B.
O shift traduz alterações mais profundas do genoma viral, com recombinação de genes e emergência de um novo subtipo de vírus. Apenas o vírus tipo A sofre shift.


Resposta do hospedeiro ao vírus da gripe

Como já referido, os vírus da gripe sofrem pequenas mutações sempre que se multiplicam, daí resultando inúmeras estirpes em circulação simultânea nas comunidades e a manutenção da susceptibilidade das pessoas à gripe ao longo de toda a vida – não há desenvolvimento de imunidade permanente contra a gripe devido à modificação do vírus.

Quando uma pessoa é infectada por vírus influenza (estirpe x), o seu organismo desencadeia uma resposta imunológica e desenvolve anticorpos para combater e destruir aquela estirpe particular. Na época de gripe seguinte, porém, o vírus já se modificou (estirpe y), e a mesma pessoa é novamente infectada porque os anticorpos que possuía não reconhecem a nova estirpe. Contudo, conforme o grau da mutação que ocorreu no vírus, pode haver capacidade de protecção parcial contra a nova estirpe.
A gripe tem efeitos mais graves quando uma população que não tem qualquer imunidade anterior é atingida por estirpes totalmente novas. É o que acontece sempre que surgem novos subtipos de vírus (através de shift antigénico). Esta profunda modificação viral apanha toda a população desprevenida, sem imunidade adquirida, podendo resultar em pandemias - surtos mundiais que atingem as populações de vários países ou continentes.

Fonte: ROCHE

Perguntas Frequentes sobre a Gripe:O que é Gripe,epidemia,pandemia,sintomas no adulto e criança,Como se transmite? ,contágio,diagnóstico,incubação


Vírus Influeza (Foto:OMS)

"O que é a gripe?
É uma doença respiratória aguda, causada pelo vírus influenza.

Quando é que a gripe ocorre?
A gripe ocorre, mais frequentemente, nos meses de Inverno e, habitualmente, o pico surge entre Dezembro e Março, no hemisfério norte. Só atinge o hemisfério sul (África e América do Sul) meio ano mais tarde, na época fria local.
Admite-se a existência de casos esporádicos de gripe ao longo de todo o ano. Os casos de gripe que aparecem isolados fora do Inverno passam habitualmente sem diagnóstico sendo rotulados de "síndromes gripais".

O que é uma epidemia de gripe?
Designa-se quando há um aumento não usual do número de casos numa comunidade.
Epidemias localizadas são designadas como surtos.

E uma pandemia?
Quando as epidemias atingem proporções mundiais.

Porque é que as pessoas ficam mais infectadas com gripe no Inverno?
Quando a temperatura é baixa e na ausência de radiação ultravioleta o vírus sobrevive o tempo suficiente para poder ser transmitido de um pessoa infectada para uma pessoa saudável.
No Inverno, existem outros fatores facilitadores da transmissão do vírus, tal como, o agrupamento de pessoas em recintos fechados (escolas, lares, meios coletivos de transporte, discoteca).

No adulto, quais os sintomas da gripe?
No adulto, a gripe manifesta-se por início súbito de mal-estar, febre alta, dor muscular e articular, tosse, arrepios e dor de cabeça. Pode também ocorrer inflamação dos olhos.

E nas crianças, os sintomas da gripe são idênticos aos do adulto?
Nas crianças, a gripe manifesta-se consoante o grupo etário: prostração (50% das crianças com idade inferior a 4 anos e só 10% no grupo etário dos 5 aos 14 anos).
Os sintomas gastrointestinais (náuseas, vómitos, diarreia, dor abdominal) são frequentes e ocorrem em mais de 40% dos casos. A febre tende a ser mais elevada. A otite média pode ser uma complicação frequente no grupo etário do 1 a 3 anos.

Como se transmite?
Transmite-se por partículas da saliva de uma pessoa infectada, expelidas sobretudo através da respiração, da fala, da tosse e dos espirros.

Como se diagnostica a gripe?
O diagnóstico tem por base os sintomas típicos: febre, arrepios, dor de cabeça, tosse e dor no corpo.

Qual o período de incubação?
O período de incubação é, em média, de 2 dias com intervalo de 4 dias.

Qual o período de contágio?
O período de contágio inicia-se 1 a 2 dias antes e até 5 dias após o início dos sintomas.
O período de contágio nas crianças e nos imunodeprimidos pode ter uma duração superior a 1 semana.

Como se evita?
A gripe pode ser evitada através da vacinação e da redução de contatos com pessoas infectadas.

Qual o grau de gravidade da gripe?
A gripe apresenta um curto período de incubação e uma elevada taxa de transmissão.
A gripe faz com que as pessoas se sintam pior do que com uma constipação. Pode originar doenças com maior gravidade, nomeadamente doenças respiratórias que podem levar ao internamento hospitalar, agravando os riscos de saúde dos idosos, dos asmáticos e de todos os que tenham pouca saúde.
Habitualmente benigna, pode ser grave, principalmente para as pessoas idosas ou debilitadas por doenças crónicas.
O vírus da gripe não causará necessariamente mortalidade alta, embora para os doentes idosos possa antecipar a morte deles. Contudo, durante uma pandemia, a gripe poderá causar grave doença em indivíduos jovens saudáveis.

Quais são as complicações da gripe?
Bronquite e pneumonia com bactéria secundária, podendo levar a internamento hospitalar.

Em caso de gripe, como proceder?


* Procurar isolar-se das outras pessoas, de forma a diminuir o contágio.
* Descansar, ingerir muitos líquidos (água, sumos) e manter a alimentação, comendo o que apetecer mais.
* Evitar mudanças de temperatura.
* Não se abafar demasiado.
* Contactar o médico assistente, se é portador de doença crónica ou prolongada.
* Tomar medicamento para baixar a febre (paracetamol). Se a dor for intensa também pode tomar analgésicos. O paracetamol também é analgésico.
* Fazer atmosfera húmida, se tiver tosse.
* Aplicar soro fisiológico para desentupir/descongestionar o nariz.
* Pode não ser aconselhável tomar medicamentos que reduzam a tosse.
* Não tomar antibióticos sem aconselhamento médico, dado serem recomendados apenas para o tratamento de algumas complicações infecciosas da gripe.
* Grávidas e mães a amamentar só podem tomar paracetamol até contactar o médico assistente.
* Nas crianças, não dar aspirina sem conselho médico.
* Durante o período de doença não deverá ser vacinado.

As pessoas que vivem sozinhas, especialmente se são idosas, devem pedir a alguém que lhes telefone, 2 vezes por dia, para saber se estão bem.

Quais os sintomas da constipação comum?
Os sintomas das constipações restringem-se às vias respiratórias superiores: nariz entupido, espirros, olhos húmidos e irritação da garganta. Os sintomas ocorrem de forma gradual e não causam febre alta ou dor no corpo.

Quem deve ser vacinado contra a gripe?

* Indivíduos com 65 e mais anos de idade, principalmente se residirem em instituições
* Todas as pessoas que sofram de:
* Doenças crónicas dos pulmões, do coração, dos rins e do fígado
* Diabetes
* Outras doenças que causam diminuição da resistência às infecções
* Não devem vacinar-se as pessoas com alergia aos ovos

A vacina contra a gripe é eficaz?
É eficaz porque, em 75% das situações, evita o aparecimento da gripe e, em 98% dos casos, diminui a gravidade da doença.

A vacina dá protecção a longo prazo?
Não, porque o vírus muda constantemente - mudança e flutuação genética - com novas estirpes e variantes a emergirem, pelo que as pessoas não conseguem desenvolver imunidade específica às estirpes individuais que vão aparecendo.

Quando deve ser feita a vacinação?
Deve ser feita todos os anos, preferencialmente em Outubro, podendo, no entanto, ser administrada durante o Outono/Inverno."

Fonte: ROCHE

WHO Handbook for Journalists: Influenza Pandemic (Manual da OMS: Influenza Pandêmica)


"O manual contem uma explicação básica sobre gripe, como por exemplo, a diferença entre gripe aviária e a temida influenza pandêmica; um histórico sobre as pandemias de gripe; informação sobre drogas e vacinas de tratamento; fases das pandemias; e como a comunidade pode se preparar para uma pandemia".( ANVISA)


O manual está disponível gratuitamente online: http://www.who.int/csr/don/Handbook_influenza_pandemic_dec05.pdf

O problema da Gripe,é a mutação frequente do Vírus Influenza(Vídeo Explicativo)

video
Fonte:Roche

Tratamento da Gripe, Alívio dos sintomas e inibição da Replicação viral com inibidores da neuraminidase (Vídeo)

Habitualmente, a gripe é tratada com medicamentos para o alívio dos sintomas (analgésicos, antipiréticos, descongestionantes nasais, etc).

Os antibióticos são ineficazes contra a infecção viral mas podem ser prescritos se surgir uma infecção bacteriana secundária à gripe. Existem actualmente medicamentos inibidores da neuraminidase, que bloqueiam a multiplicação dos vírus responsáveis pela gripe. Desta forma consegue-se suspender a rápida proliferação do vírus e controlar a doença. Os tratamentos de cada pessoa devem ser individualizados e conduzidos por profissionais de saúde
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A Roche é a fabricante do Tamiflu (fosfato de oseltamivir), uma medicação antiviral oral contra a influenza (não é uma vacina), destinada unicamente à prevenção e ao tratamento de todos os vírus influenza, inclusive o H5N1, o influenza da gripe aviária

No Brasil, a Roche esclarece que por tratar-se de uma situação de emergência de saúde pública de proporção internacional, todo o estoque atual do medicamento será direcionado ao Ministério da Saúde.

O Ministério da Saúde é o responsável pelo gerenciamento, controle e administração da medicação para a influenza suína, através dos hospitais de referência indicados. Esse medicamento necessita de receita médica e só deve ser tomado com orientação do especialista.

Links para mais informações:
- Ministério da Saúde
- OMS
- CDC (EUA)

29/04/09

Como se transmite o vírus da Gripe (Influenza: Suína, Aviária,Espanhola,Humana) Vídeo Educativo

O vírus da gripe (vírus influenza) transmite-se facilmente de pessoa para pessoa através das gotículas emitidas com a tosse ou os espirros.

A inalação dessas gotículas através do nariz ou garganta permite a entrada do vírus no organismo. Uma vez dentro do organismo, o vírus destrói a membrana mucosa do trato respiratório e infecta as células.
É relativamente frequente a proliferação bacteriana nas membranas mucosas danificadas pela infecção pelo vírus influenza, que provocam infecções secundárias como pneumonia, sinusite, faringite, otite ou bronquite.

Fonte: Roche

video

Aprendendo com o passado: O dia a dia da Epidemia de Gripe Espanhola (Brasil 1918)


Enfermaria
improvisada no salão
de festas do clube
Paulistano, um dos
mais tradicionais
de São paulo
Fotografia do site
da Unicamp

O cotidiano em 1918, quando do surgimento da Pandemia de Gripe Espanhola no Brasil e no Mundo. Os links disponibilizados retratam a verdadeira história da medicina,do curandeirismo,e do caos diário vivido no início do século 2o

"A epidemia de gripe espanhola chega ao Brasil trazida pelo navio inglês “Demeara”, que passou pelos principais portos de então, espalhando a influenza em cada parada. Após alguns dias de sua passagem nessas localidades, iniciam-se os primeiros casos de doença que irá se espalhar por todo território brasileiro.

Uma das hipóteses a respeito da chegada da gripe espanhola na capital paulista é a de que um estudante, vindo da capital federal já adoentado teria sido internado no Hospital de Isolamento vindo a falecer em 13 de outubro, constituindo-se na primeira vítima oficial registrada no município de São Paulo. Outra possível explicação estaria relacionada a um time de futebol amador, também proveniente do Rio de Janeiro que havia visitado São Paulo. (BERTOLI FILHO: 1986; BERTUCCI: 2003, p.107-108.) " Histórica Arquivo do Governo do Estado de São Paulo Link


"Em 1918 Campinas era uma das cidades mais ricas e modernas não só do estado de São Paulo mas do Brasil. Entretanto, apesar de uma população de aproximadamente 74.000 habitantes e uma próspera economia, a triste lembrança de uma doença epidêmica permanecia viva na memória dos moradores de Campinas. Ao olhar pra sua bandeira, com a imagem da Phenix simbolizando a cidade renascida pós epidemia de febre amarela, ou caminhar por suas ruas, praças e avenidas, com nomes de médicos e beneméritos do final do século XIX, os habitantes da cidade eram, constantemente, convidados a refletir sobre os perigos de uma epidemia" APRENDENDO COM O PASSADO. Campinas e a gripe de 1918
Liane M. Bertucci-Martins Link



"Mais de 50 brasileiros, médicos inclusos, teriam morrido por causa da influenza.A reação foi de pavor quando o Demerara ancorou no Rio de Janeiro em 14 de setembro, depois de passar por Recife e Salvador trazendo mortos a bordo. A imprensa informava que outro navio, o Highland Glen, trazia jovens cujos pais morreram da doença em Portugal e que tinham como destino a cidade de São Paulo". Jornal da Unicamp Link



“Da impotência do saber médico em dialogar com a moléstia abriu-se a oportunidade para a utilização de práticas alternativas. Ao contrário do que em outras ocasiões, nada fez a medicina acadêmica para combater o discurso não oficial sobre a enfermidade, mesmo estando esta mesma medicina em um momento critico de sua própria legalização enquanto único saber sobre os corpos e as enfermidades”.
(Cláudio Bertolli Filho: 1986, p.148) A “medicina popular” durante a epidemia de gripe espanhola1 de 1918 no município de São Paulo.Arquivo Estado de São Paulo Link



"A epidemia de Influenza espanhola de 1918 se constitui um dos maiores enigmas para amedicina científica do século XX. Enfocaremos algumas indagações do saber médico do período acerca desta epidemia. Para iniciarmos será necessário esclarecer que ocorreram no mundo várias epidemias de gripe e, não somente a pandemia de 1918, sendo que esta última marcou a história mundial por sua alta virulência – o porquê dessa letalidade será explicado no decorrer do texto".Diálogos entre História e Medicina: a discussão médico-científica sobre a epidemia de gripe espanhola de 1918 Link


"Em nome do combate à terrível influenza hábitos foram mudados. Algumas pessoas (maleducadas?) resistiram: uns insistiam em passear no BosqueMunicipal, outros relutavam em acatar a determinação de não visitar os enfermos conhecidos, para desespero das autoridades médicas que afirmavam ser o isolamento e a profilaxia individual os mais eficientes meios decombate à moléstia − muitos desaprovaram as atitudes desses seus concidadãos. Asdeterminações dos doutores eram claras: evitar aglomerações e contatos físicos como beijos, abraços ou apertos de mão. Todos deveriam acatar os conselhos (Ofício ... zelador do Bosque Municipal. Diário do Povo, 30 out. 1918)." Memória que educa. Epidemias do final do século XIX e início do XX




"O artigo também informava que, apesar de ser considerada benigna, a gripe espanhola requeria alguns cuidados. Esses cuidados elaborados pela Inspetoria Naval e distribuídos entre os navios de guerra e da Marinha, seriam:
1º usar gargarejos e colutórios de solução de ácido tímico a um por mil, ou
de água com suco de limão;
2º usar instilações nas narinas de óleo gomenolado, ou vaselina mentolada,
ou ainda de algodão Formar;
3º tomar uma cápsula de 25 centigramas de um sal de quina e arrenal

4º lavar as mãos, rosto, especialmente a barba freqüentemente, em água
levemente anti-séptica, especialmente antes e depois das refeições;
5º evitar as mudanças bruscas de locais e de temperaturas diferentes;
6º não conservar no corpo roupas úmidas de suor e mudá-las quando
isso suceder;
7º evitar o contacto de moscas nos alimentos e usar das verduras só depois
de cozidas e de frutos depois de bem lavados "

A “INFLUENZA HESPANHOLA”1 EM CATAGUASES, MINAS GERAIS The “Spanish Flu” in Cataguases, Minas Gerais, Brazil Alen Batista Henriques Link



"Em Goiás, as primeiras notícias sobre a Gripe Espanhola apareceram no final de outubro de 1918. A epidemia não atingiu as proporções mórbidas verificadas nas cidades de Rio de Janeiro e São Paulo1. No entanto, nem por isso a história da Gripe em Espanhola é menos digna de ser contada em Goiás. Pelo contrário, o estudo da epidemia ajuda a compreender melhor muito de seus aspectos sócio-históricos na segunda década do século XX".A Gripe Espanhola em Goiás

Link



O fenômeno da gripe espanhola foi registrado num período de pequena duração(aproximadamente três a quatro meses), com grande amplitude e abrangência mundial, afetando todas as classes sociais, a partir do foco dos campos de batalha da Europa. Nem bem se encerrava o conflito armado, uma onda de euforia atingiu os homens,que não sabiam que essa euforia duraria tão pouco, e que uma outra catástrofe estava surgindo para preocupar a humanidade, matando muito mais que a própria guerra.
Link

28/04/09

História do Vírus da Gripe e sua descoberta


Vírus Influenza
O vírus influenza tem características próprias que lhe permitem mudar continuamente, escapando ao reconhecimento e inactivação pelo sistema imunológico. Por esse motivo, surtos de gripe repetem-se todos os anos e o vírus mantém-se em circulação em todo o mundo ao longo de milénios. Fontes históricas revelam-nos que os vírus da gripe existem há muitos séculos:

430-427 a.C. - Atenas foi atingida por uma "praga" com elevada mortalidade, que alguns estudiosos acreditam ter sido desencadeada por vírus da gripe. Presume-se que a gripe se terá complicado por infecção a estafilococo, resultando em sépsis, síndrome de choque tóxico e morte.

Na idade média julgava-se que a gripe era causada por influência dos astros, donde se julga ter surgido a designação influenza.

1901 - Identificado o primeiro vírus da gripe - foi identificado em galinhas durante a epidemia que afectou estas aves em 1901.

1918 - A " gripe espanhola " ou " gripe suína " foi uma pandemia causada por vírus da gripe tipo A. Esta pandemia provocou aproximadamente 500 000 mortes nos Estados Unidos e 20 milhões de mortes no mundo inteiro.

1931 - Isolamento de vírus da gripe nos suínos em 1931, que se acreditava ter sido transmitido pelos seres humanos aos suínos durante a pandemia de 1918.

1933 - Isolamento do primeiro vírus da gripe humano, do tipo A.

1940 - Isolamento de vírus da gripe do tipo B.

1946 - Isolamento de vírus influenza do tipo C.

Nos anos 40 foram introduzidas as primeiras vacinas inactivadas para profilaxia (intervenção que visa prevenir a infecção). A profilaxia da gripe é necessária devido à morbilidade e mortalidade associadas à doença. Infelizmente, as primeiras vacinas variavam quanto à potência e pureza, e podiam provocar reacções significativas. Seguiram-se formas mais puras e eficazes.

1957-58 - "Gripe asiática", uma pandemia provocada por vírus da gripe do tipo A. Esta pandemia originou aproximadamente 86 000 mortes nos Estados Unidos.

1968 - "Gripe de Hong-Kong", uma pandemia provocada por vírus da gripe do tipo A. Esta pandemia originou aproximadamente 34 000 mortes nos Estados Unidos.

1977 - "Gripe russa", uma pandemia também provocada por vírus da gripe do tipo A. Os indivíduos mais idosos que tinham estado expostos à mesma estirpe, quando ela estivera em circulação duas décadas antes, já tinham alguma imunidade. Consequentemente, esta pandemia afectou principalmente os indivíduos com menos de 25 anos de idade e não resultou em mortalidade excessiva.

1997 - Pequeno surto de gripe altamente letal em Hong-Kong, causado por uma estirpe de vírus da gripe que normalmente infectava as galinhas e se transmitiu directamente a seres humanos. Morreram 6 pessoas que contactavam com as galinhas mas o surto foi rapidamente contido pela destruição em massa de todas as aves potencialmente infectadas.

Actualmente, existem em circulação vírus da gripe dos tipos A e B. As suas variantes são incontáveis e em permanente mutação, tornando muito difícil o controle da sua propagação.

Fonte:Roche

Gripe Suína: Origem,vírus,epidemiologia,prevenção,contágio,sinais,sintomas,diagnóstico,exames laboratoriais , tratamento,mapa da evolução da Pandemia


No link abaixo você encontrará todas as informações sobre a Pandemia da (Nova Gripe) Gripe Suína
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Mapa com a evolução da Pandemia (Surto)da Gripe Suína no Mundo:Casos confirmados,suspeitos e mortes




2009 Gripe Suína (H1N1) Mapa da Pandemia


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e saber o significado das figuras no
mapa em tempo real.

Greve dos médicos do município será discutida em 28/04/2009


Assembléia que aconteceu ontem, 23, no Sindicato dos Médicos de Alagoas (Sinmed) colocou em pauta as propostas de reajustes salariais para os servidores públicos do município de Maceió.

O presidente do Sinmed, Wellington Galvão, relatou a proposta do secretário de Saúde, Francisco Lins, que no momento acha inviável o pedido de reajuste, pois julga a situação do município desconfortável, devido à atual crise que se instalou no setor público.

Por unanimidade os médicos decidiram pela deliberação de uma nova assembléia que acontecerá na próxima terça-feira, 28, para decidir sobre a possível greve geral dos médicos de Maceió.

“É importante que os médicos compareçam em grande número na terça para que possamos decidir o melhor para categoria. O indicativo de greve será a principal discussão da reunião”, afirmou Galvão, presidente do Sinmed.

Fonte:SINMED

Surto de gripe suína e Terremoto de seis graus atingem o México


Um terremoto de seis graus na escala Richter atingiu a região central do México, nesta segunda-feira. Não há relatos de feridos ou danos materiais.
A terra tremeu no México, e aumentou ainda mais a sensação de medo da população, no momento em que o país vive um surto de gripe suína. Pessoas que trabalhavam em prédios correram para a rua. O epicentro do terremoto foi registrado a cerca de 240 quilômetros da capital, a 40 quilômetros de profundidade. Apesar da intensidade do abalo, não há registro de mortes. Após o tremor, o peso mexicano e a bolsa do país, que já operavam em queda, despencaram.

27/04/09

Número de mortes no Brasil devido a Gripe Suína (influenza)

Foto: The Grim Reaper by Louis Raemaekers



"Estimativa do Impacto de uma Pandemia de Influenza no Brasil

Os resultados preliminares do estudo de cenários pandêmicos de Influenza no Brasil que está em andamento, utilizando-se um modelo estático, indicam um impacto negativo importante na demanda aos serviços de saúde. Usando-se como modelo taxas de ataque entre 20 e 33% num período de 5 a 8 semanas, significaria a ocorrência de 37milhões a 61 milhões de casos. Estimando-se 13% da população como pertencente aogrupo de maior risco para as complicações da doença e que, destes, 30% venham a requerer alguma intervenção médica, teríamos 5 milhões de casos complicados apenas entre indivíduos de alto risco. Dentre os doentes que não pertencem a nenhum grupo de risco, esperam-se 13 milhões de casos complicados, o que totaliza 18 milhões de pessoas requerendo atendimento para complicações em todo o Brasil (assumindo-se um cenário intermediário, com taxa de ataque de 25%).

Considerando-se somente o conjunto das capitais brasileiras, o número de casos esperados na faixa etária mais afetada (15 a 59 anos) varia de 4,5 milhões a 10 milhões de doentes, sendo que, destes, espera-se de 500 mil a 2,5 milhões com algum tipo de complicação. Ainda de acordo com este modelo, o número total de leitos requeridos no pico da epidemia para esta faixa etária, para as 27 capitais, seria de 1.000 a 200 mil".

A taxa de Mortalidade no México é de 6%,12 vezes mais do que uma gripe normal,portanto basta somente agora calcular

Fonte: MINISTÉRIO DA SAÚDE
Secretaria de Vigilância em Saúde

Fatores agravantes do aumento da Morbidade e Mortalidade na Pandemia de Gripe Suína(Influenza) e similares






A influenza tem uma alta taxa de ataque no mundo inteiro, com fácil e rápida propagação , e acontece que algumas condições ainda aumentam a morbidade e sua mortalidade.Dentre elas podemos citar:

1) Condições ambientais(Clima,inverno,regiões de pobreza como no nordeste e norte do brasil,na áfrica etc)

2)Condições do hospedeiro(Homem) ; as doenças crônicas, o seu sistema imunológico, a falta de higiene corporal (um simples ato de lavar as mãos etc)

3)A patogenicidade e a virulência da nova cepa;

3) Doenças crônicas concomitantes que agravam o quadro clínico com um aumento maior na taxa de letalidade.

4) Uma Ausência de uma Política de Saúde séria,voltada ao bem da humanidade,havendo falta de Centros de pesquisas,de valorização dos cientistas,de valorização dos profissionais de saúde, enfim de valorização da vida humana.

5) Educação e Higiene Corporal ( Basta um simples ato de Lavar as mãos para evitar a disseminação de inúmeras doenças). Ter sempre em mente o uso de máscaras

Abaixo algumas situações que pioram o prognóstico da infecção pelo vírus:

A) ambientes fechados, porque propiciam uma maior carga viral circulante no ar e também a falta de raios de sol(Ultra violeta)

B) As crianças menores de dois anos, os idosos e os indivíduos de qualquer idade com determinadas doenças crônicas ou imunossupressoras são os grupos populacionais de maior risco para as complicações da doença, principalmente as infecções bacterianas secundárias.
Comentário: As crianças por seu sistema imunológico ainda imaturo, os velhos pela diminuição da resistência imunológica, e as doenças crônicas como Ex AIDS(Já existe uma Falta de resposta imunulógica pela própria doença,e os portadores de DPOC(Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) onde se enquadram os enfisematosos,bronquíticos que no curso da doença já possuem uma diminuição da função respiratória.Outras patologias podem ser citadas como: Os Diabéticos, os hepatopatas etc

C) O estado nutricional e o baixo peso ao nascer ( sem proteína não há vida nem formação de linfócitos , células do sangue responsavél pela defesa contra vírus.

D) Número de pessoas por domicílio ( quanto maior o grupo populacional mais chances de propagação e aumento da morbi-mortalidade

E) Aglomeração Social( transportes urbanos,aéreos,marítimos,carros de lotação, pessoas que esperam em marquises a passagem de uma chuva,ponto de ônibus..etc reuniões em igrejas, campos de futebol,sistema prisional,hospitais,creches de crianças , tudo isso em função da proximidade entre humanos sadios e doentes facilitando a disseminação e propagação viral

F)Nível de escolaridade da família ( quanto mais conhecimento teoricamente teria uma maior chance de não ter a doença,porém isso nem sempre é verdade .

G)Ausência ou aleitamento materno inadequado ( A mãe passa através de seu leite imunoglobulinas que protejem a criança de diversas infecções.)

H) As doenças bacterianas latentes , que esperam simplesmente uma oportunidade para se manifestar , principalmente quando há uma infecção viral ( Há um aumento dos linfócitos que defendem o organismo de agressões por vírus, e nesse momento há uma diminuição do neutrófilos que defendem contra a agressão por bactérias).Por isso é que no curso de uma infecção viral acontece uma complicação por infecção bacteriana: É aquela criança que estava com gripe e "virou"uma pneumonia!

I) Profissionais da Área da Saúde(Médicos,Enfermeiros,Psicólogos etc), por uma maior chance de exposição ao vírus

J)Poluição e inalação passiva de fumo , em função de atuarem inibindo a nível do sistema respiratório humano os movimentos ciliares . Eles se assemelham ao movimento dos lírios no campo varrendo e limpando as impurezas contidas nos túbulos que levam o ar até os alvéolos (Local onde ocorre a troca de oxigênio e gás carbônico no pulmão), além da poluição e o fumo propiciarem o desenvolvimento das doenças pulmonares crônicas.

K) Um sistema de Saúde precário e falido como ocorre no Brasil e principalmente em meu Estado, o de Alagoas.Não é preciso Explicação !



Como Prevenir a Infecção por Gripe Suína,Aviária,Humana (Influenza)




Como medida geral de prevenção e controle de
doenças de transmissão respiratória, recomenda-se:

A) Higiene das mãos com água e sabão (depois
de tossir ou espirrar, depois de usar o
banheiro, antes de comer, antes de tocar os
olhos, a boca ou o nariz);
B) Evitar tocar os olhos, o nariz ou a boca após
contato com superfícies contaminadas;
C) Usar lenço de papel descartável;
D) Proteger com lenços a boca e o nariz ao tossir
ou espirrar, para evitar disseminação das
gotículas;usar máscara
E) Orientar o doente para que evite sair de casa
enquanto estiver no período de transmissão da
doença;
F) Conservar o ambiente doméstico arejado e
recebendo a luz solar, pois essas medidas
ajudam a eliminar os possíveis agentes das
infecções respiratórias;
G) Restrição ao ambiente de trabalho, para evitar
disseminação;
H) Hábitos saudáveis, como alimentação
balanceada, ingestão de líquidos e atividade
física.
I)Os profissionais de Saúde e as mães devem lavar bem
as mãos e os utensílios (mamadeiras,
termômetros, etc.).


A Importância da Prevenção

"Considerando-se somente o conjunto das capitais brasileiras, o número de casos
esperados na faixa etária mais afetada (15 a 59 anos) varia de 4,5 milhões a 10 milhões
de doentes, sendo que, destes, espera-se de 500 mil a 2,5 milhões com algum tipo de
complicação. Ainda de acordo com este modelo, o número total de leitos requeridos no
pico da epidemia para esta faixa etária, para as 27 capitais, seria de 1.000 a 200 mil".

Fonte Ministério da Saúde(Brasil)

A)Ministério da Saúde
Secretaria de Vigilância em Saúde e Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde
Apoio do Conselho Federal de Medicina e da Organização Pan-Americana da Saúde (Artigo Link PDF)

B) PLANO DE PREPARAÇÃO BRASILEIRO PARA O
ENFRENTAMENTO DE UMA PANDEMIA DE INFLUENZA(Artigo Link PDF)

Tratamento da Influenza(Gripe Suína,aviária),com Tamiflu:fosfato de oseltamivir


A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que testes iniciais mostraram que o medicamento antiviral Tamiflu, fabricado pela companhia farmacêutica Roche Holding, sediada na Basileia, parece ser efetivo contra o vírus que causa a gripe suína.

A Roche confirmou que pode distribuir vários milhões de doses do Tamiflu caso o tratamento se mostre realmente eficiente. As informações são da Dow Jones

Mecanismo de ação

O fosfato de oseltamivir é uma pró-droga do carboxilato de oseltamivir, um inibidor potente e seletivo das enzimas neuraminidase do vírus da gripe, que são glicoproteínas encontradas na superfície do vírion. A atividade da enzima viral, neuraminidase, é importante tanto para a entrada do vírus em células não infectadas quanto para a liberação de partículas virais formadas recentemente de células infectadas e a expansão posterior do vírus infeccioso no organismo.
O carboxilato de oseltamivir inibe a neuraminidase do vírus da gripe de ambos os tipos: Influenza A e B. As concentrações inibitórias in vitro encontram-se na faixa nanomolar inferior. O carboxilato de oseltamivir também inibe a infecção e replicação in vitro do vírus da gripe e inibe a replicação e patogenicidade in vivo do mesmo.
O carboxilato de oseltamivir reduz a proliferação de ambos os vírus da gripe A e B pela inibição da liberação de vírus infecciosos de células infectadas.


O tratamento deve ser iniciado nas primeiras 48 h após o início dos sintomas.

Dosagem padrão

Tratamento da gripe

O tratamento deve ser iniciado dentro do primeiro ou segundo dia do aparecimento dos sintomas de gripe.

Crianças entre 1 e 12 anos de idade*

Dose recomendada de Tamiflu suspensão oral para crianças com idade entre 1 e 12 anos*:
PESO CORPORAL TRATAMENTO POR 5 DIAS__
≤ 15 kg 30 mg, 2 vezes ao dia
> 15 a 23 kg 45 mg, 2 vezes ao dia
> 23 a 40 kg 60 mg, 2 vezes ao dia
> 40 kg 75 mg*, 2 vezes ao dia
* Crianças entre 8 e 12 anos de idade, que sejam capazes de deglutir cápsulas, têm ambas as apresentações de Tamiflu - cápsulas e suspensão oral – como opções de tratamento..
Adultos e crianças a partir de 8 anos* de idade e/ou 40kg de peso corporal
A dose oral recomendada de Tamiflu cápsulas para tratamento em adultos e crianças com 8 anos de idade ou maiores, ou com 40 kg ou mais de peso corporal, que sejam capazes de ingerir cápsulas, é de 75 mg duas vezes ao dia, durante 5 dias.
Profilaxia da gripe
Crianças entre 1 e 12 anos de idade*
Dose profilática recomendada de Tamiflu suspensão oral para crianças com idade entre 1 e 12 anos:*
PESO CORPORAL PROFILAXIA POR 10 DIAS**_
≤ 15 kg 30 mg, 1 vez ao dia
> 15 a 23 kg 45 mg, 1 vez ao dia
> 23 a 40 kg 60 mg, 1 vez ao dia
> 40 kg 75 mg, 1 vez ao dia

Adultos e crianças a partir de 8 anos de idade* e/ou 40 kg de peso corporal

A dose oral recomendada de Tamiflu cápsulas para a profilaxia da gripe em adultos e crianças com 8 anos de idade ou maiores, ou com 40 kg ou mais de peso corporal que sejam capazes de ingerir cápsulas, após o contato estreito com um indivíduo infectado, é de 75 mg uma vez ao dia, durante 10 dias. A terapia deve ser iniciada o mais breve possível, de preferência dentro de até dois dias, após a exposição. A dose recomendada para profilaxia em caso de surto comunitário de gripe é de 75 mg uma vez ao dia. A segurança e eficácia foram demonstradas por até seis semanas de uso contínuo. A duração da proteção é mantida enquanto se continua a administração da medicação.


Fonte:Roche, FDA e OMS
Texto com finalidade educativa; Consulte Orientação médica para a utilização correta e tratamento adequado da patologia!

Critérios do Ministério da Saúde para a definição de caso suspeito de gripe(Influenza) suína,aviária : Sinais,Sintomas e Exames Laboratoriais



INFLUENZA

Doença contagiosa aguda do trato respiratório,
transmissível e de etiologia viral
Distribuição global
Clinicamente: Febre alta (38 C)
Mialgia
Dor de garganta
Prostração
Cefaléia
Tosse seca
Situações de risco: extremos de faixa etária,
doença pulmonar, cardíaca e renal crônicas,
imunodeficiência, 2 e 3 trimestre de gravidez


Período de Alerta Pandêmico(Critérios do Ministério da Saúde para a definição de caso suspeito de gripe(Influenza) suína : Sinais,Sintomas e Exames Laboratoriais)

Influenza novo subtipo viral (A/H5N1) : Caso Suspeito

Indivíduo com febre elevada (> 38oC) + tosse OU dor de garganta OU dispnéia E com a seguinte história de exposição:

• Contato próximo (<> 38oC) + tosse OU dor de
garganta OU dispnéia E com a seguinte história de
exposição:

• Contato próximo com qualquer outro animal (por exemplo, gato ou
porco) com infecção confirmada por A/H5N1 - nos últimos 10 dias
• Manuseio, em laboratório ou outro local, de amostras clínicas de
casos humanos ou de aves suspeitas de conter o vírus A/H5N1 - nos
últimos 10 dias


Influenza novo subtipo viral (A/H5N1) : Caso Provável

Caso suspeito que apresenta um dos seguintes critérios
adicionais:

• Infiltrados ou outra evidência radiológica de pneumonia + evidência
de insuficiência respiratória aguda (hipoxemia ou taquipnéia grave)
• Confirmação laboratorial de infecção por vírus da influenza A, porém
sem resultados laboratoriais conclusivos quanto à infecção por A/H5N1
• Óbito por doença respiratória aguda não explicada em indivíduo que
tenha vínculo epidemiológico (de tempo, local ou exposição) a um outro
caso provável ou confirmado de infecção por A/H5N1


Influenza novo subtipo viral (A/H5N1) : Caso Confirmado

Caso suspeito e/ou provável com resultados laboratoriais
positivos (laboratórios de referência):

• Isolamento viral
• Análise molecular
• Soroconversão em amostras de fase aguda e convalescente (testes
de neutralização)
• Detecção de anticorpos em fase convalescente (testes de
microneutralização


Fonte:
Vigilância da Influenza
no Brasil
GT - Influenza
Coordenação de Vigilância de Doenças de Transmissão Respiratória e
Imunopreveníveis
SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE
MINISTÉRIO DA SAÚDE
São Paulo, Setembro de 2007

Baixe o artigo completo em PDF

26/04/09

Mapa Mundial em tempo Real da Evolução da Pandemia de Gripe Suína aviária H1N1 em 2009




Gripe Suína aviária H1N1 em 2009
Marcadores Rosa são suspeitos
Marcadores Roxo são confirmadas
Mortes falta um ponto no marcador

OBS: Para mover o mapa agarre com a mão(aparece quando passa o mouse(rato( Portugal)no mapa, e localize o seu país.Pode também utilizar as setas no mapa,conforme a direção escolhida e os sinais de mais(+) e o de menos (-) com a finalidade de aproximar ou não o ponto desejado.As legendas Map(mapa) sat(satélite) etc.

A Gripe Suína um Renascer da Pandemia da Gripe Espanhola


Hospital Emergência (http://virus.stanford.edu/uda/)

A pandemia de gripe de 1918-1919 matou mais pessoas do que a I Guerra Mundial ,algo entre 20 a 40 milhões de pessoas. Tem sido citada como a mais devastadora epidemia registada na história mundial. Mais pessoas morreram de gripe em um único ano do que nos quatro anos do Black Death , a Peste Negra(peste bubónica 1347-1351). Conhecida como "Gripe Espanhola" ou "La gripe" da influenza de 1918-1919 foi um desastre global.

Os americanos tinham aderido na luta, levando os aliados mais próximos para a vitória contra os alemães.Dentro da trincheiras estes homens viviam em péssimas condições de vida. Então, em diversas regiões do mundo, algo que parecia benigno apareceu como um resfriado comum. A gripe foi no entanto, muito mais do que um resfriado. Nos dois anos que este flagelo devastou a terra, um quinto da população mundial estava infectada. A gripe foi a mais mortal para as pessoas idades de 20 a 40 anos. Este padrão de morbidade foi incomum para a gripe, que geralmente é um assassino de idosos e crianças jovens . Estima-se que 675.000 americanos morreram de gripe durante a pandemia, dez vezes mais que o mundo em guerra. Entre os soldados Americanos que morreram na Europa, metade deles caíram para o vírus da gripe e não para o inimigo . Estima-se que 43.000 militares mobilizados morreram de gripe (Crosby). 1918 iria ser inesquecível, como anos de sofrimento e de morte , como se observa na Revista da Associação Médica Americana edição final de 1918:

" um ano do fim da mais cruel guerra nos anais da raça humana; um ano que marcou, ao final, pelo menos por um tempo, do homem destruindo o homem, infelizmente, um ano em que se desenvolveu uma das doenças infecciosas mais mortais que causou a morte de centenas de milhares de seres humanos.A ciência médica nos quatro anos e meio foi dedicada a colocar os homens na linha de fogo e mantê-los lá. Agora ela deve rodar com todo seu poder para o combate ao maior inimigo de todos: As doenças infecciosas ", (28/12/1918).


O efeito da epidemia de Gripe foi tão severa que a média de vida nos os E.U.A estava diminuído em 10 anos. O vírus da influenza tinha uma profunda virulência, com uma mortalidade de 2,5% em comparação com a gripe de epidemias anteriores, que foram inferiores a 0,1%. A taxa de mortalidade na faixa etária de 15 a 34 anos de idade da gripe e a pneumonia associada eram 20 vezes maior em 1918 do que em anos anteriores (Taubenberger). Pessoas foram atingidas com a doença na rua e tinham mortes em curto espaço de tempo.Histórias que se encontravam em seu trabalho e de repente o desenvolveram um estado gripal e morreram dentro de horas (Henig). Um médico escreve que os pacientes com gripe tinham aparentemente um bom estado geral e rapidamente "desenvolviam o tipo mais viscoso de uma pneumonia como nunca foi visto" e, mais tarde, começava a aparecer insuficiência respiratória grave com cianose nos pacientes ", era simplesmente uma luta por ar, até que o paciente sufoca,e não mais resiste" (GRIST, 1979). Outro médico lembra que a gripe nos pacientes :" Ele morreu lutando para limpar suas vias aéreas de um sangue-tingido de espuma que por vezes saía pelo seu nariz e boca," (Starr, 1976). Os médicos da época eram impotentes contra este poderoso agente da gripe. Em 1918 as crianças pulavam corda e cantavam assim:

Eu tinha um passarinho,
Seu nome era Enza.
Eu abri a janela,
E in-flu-Enza.


A pandemia de gripe circulava pelo globo. A maioria da humanidade sentiu os efeitos desta estirpe do vírus da gripe. Espalhou-se seguindo o caminho dos seus portadores humanos, através das rotas comerciais e marítimas. Surtos apareceram através da América do Norte, Europa, Ásia, África, Brasil e no Pacífico Sul (Taubenberger). Na Índia, a taxa de mortalidade era extremamente elevada em cerca de 50 mortes por gripe a partir de 1000 pessoas (Brown). A Grande Guerra, com os seus movimentos de homens e exércitos a bordo dos navios, provavelmente auxiliou a sua rápida propagação. As origens da doença mortal foram amplamente discutidas e houve várias especulações :
A) Alguns dos aliados pensavam que a epidemia era um instrumento de guerra biológica dos alemães.

B)Muitos pensaram que era um resultado da trincheira na guerra, a utilização de mostarda e gases gerados a "fumaça " da guerra.

C) Um estudo tentou provar que a doença tinha sido tão devastadora em certas regiões ,e começaram a correlacioná-la com o clima, as condições meteorológicas e com a composição racial das cidades. Encontraram umidade a ser relacionada com epidemias mais graves, uma vez que "favorece a disseminação da bactéria," (Comissão da Atmosfera e Man, 1923).


O nome da Gripe Espanhola chegou em função dos anos grande de aflição e mortalidade na Espanha (BMJ, 19/10/1918), onde alegadamente matou 8 milhões em maio (BMJ, 13/07/1918). No entanto, uma primeira onda de gripe apareceu no início da Primavera de 1918 em Kansas e em acampamentos militares em todo os E.U.A. Poucos notaram a epidemia no meio da guerra. Não houve praticamente nenhuma resposta ou aviso em Março e Abril aos acampamentos dos militares. É lamentável que não foram tomadas medidas para se preparar para a habitual recrudescência da cepa virulenta da gripe no inverno. A falta de ação mais tarde foi criticada quando a epidemia não pode ser ignorada, no Inverno de 1918 (BMJ, 1918). Estas primeiras epidemias que ocorreram nos acampamentos militares foi um sinal de que a mesma chegaria em maior magnitude no outono e inverno de 1918 para todo o mundo.

A guerra trouxe o vírus de volta para os E.U.A, agora para uma segunda onda da epidemia. Ela primeiro chegou em Boston em setembro de 1918 através do porto ocupado com a guerra,onde haviam embarques de máquinas e suprimentos. A nação estava mobilizada para juntar as forças militares para o combate na guerra. Com os soldados provenientes de várias regiões dos EUA trouxeram juntos os vírus e contaminou aqueles que tiveram contatos . O vírus matou quase 200 mil, em outubro de 1918 . Em 11 de nov. De 1918 o fim da guerra permitiu um ressurgimento. À medida que as pessoas celebravam o Dia do Armistício com desfiles ,era um completo desastre de saúde pública a partir do ponto de vista epidemiológico,já que o contato mais próximo facilitava a propagação da doença e um novo renascimento da epidemia ocorreu em algumas cidades. A gripe no inverno foi mais além , milhões de pessoas foram infectadas e milhares morreram.



A pandemia afetou a todos. Com um quarto de todo E.U.A e um quinto de todo o mundo infectado com a gripe, foi impossível escapar da doença. Mesmo o presidente Wilson sofreu com a gripe no início de 1919, enquanto havia a negociação do tratado de Versalhes crucial para terminar a Primeira Guerra Mundial (Tice). Aqueles que tinham sorte o suficiente para evitar a infecção teve de lidar com as leis de saúde pública para restringir a propagação da doença.

A) Os departamentos de saúde pública distribuiu gaze, máscaras para ser usado em público.

B)Lojas não podiam demorar no atendimento,

C)funerais foram limitados a 15 minutos.


Aqueles que ignoravam a gripe e os decretos em função da mesma ,tinham de pagar multas aplicadas .

Além da falta de trabalhadores da saúde e de suprimentos médicos, havia falta de caixões,mortalhas,velas etc. As condições em 1918 não foram tão longe da peste negra na época da peste bubónica da Idade Média.




Evolução da pandemia e o Brasil com a Morte do Presidente da República

A pandemia desenvolveu-se em três ondas epidêmicas:

  • A primeira, mais benigna, termina em Agosto de 1918;
  • A segunda inicia-se no outono e termina entre os meses de Dezembro e Janeiro, tendo sido de extraordinária gravidade, afetando uma grande parte da população e com uma taxa de letalidade de 6 a 8%;
  • A terceira e derradeira, começa em Fevereiro de 1919 e termina em Maio do mesmo ano.

A pandemia, caracterizou-se mundialmente pela elevada morbilidade e mortalidade, especialmente nos sectores jovens da população e pela freqüência das complicações associadas. Calcula-se que afetou 50% da população mundial, tendo matado 20 a 40 milhões de pessoas, pelo que foi qualificada como o mais grave conflito epidémico de todos os tempos. A falta de estatísticas confiáveis, principalmente no Oriente (como China e Índia) pode ocultar um número ainda maior de vítimas.

É provável que o vírus responsável pela pandemia esteja relacionado com o vírus da gripe suína, isolado por Richard E. Shope em 1920.

Em Portugal, verificou-se uma elevadíssima taxa de mortalidade, com duas ondas epidémicas e uma ocorrência muito marcada entre os 20 e os 40 anos, que terá causado cerca de 120 000 mortos[2]. No Brasil foram registradas em torno de 300 mil mortes relacionadas à epidemia. A doença foi tão severa que vitimou até o Presidente da República, Rodrigues Alves, em 1919.




Os médicos e as comunidades científicas têm desenvolvido ao longo dos anos novas novas maneiras para a prevenção, diagnóstico e tratamento dos pacientes com gripe, com o aprendizado na Pandemia da Gripe Espanhola.

A gripe na primeira guerra mundial,foi devastadora para ambos os lados, matando mais homens do que as suas próprias armas poderia.


O que há em comum com a Gripe Suína ?

Tudo ,de diferente somente a ausência da Guerra, e a cepa viral atual ser mais agressiva.Além do mais nos dias atuais existe uma maior facilidade de disseminação viral pela modernidade dos meios de transporte.Em uma tarde você se encontra passeando no méxico e a noite jantando em Copacabana!


Tradução do original
The Influenza Pandemic of 1918

Wikipédia

Suspeita de caso de gripe suína no Brasil



SÃO PAULO - O Instituto de Infectologia de Emílio Ribas confirmou, neste domingo, 26, a ocorrência da suspeita do primeiro caso de gripe suína no Brasil. Um mexicano com cerca de 30 anos deu entrada no sábado, 25, no hospital com alguns dos sintomas da doença, segundo o médico do Instituto, Edmilson Calore, que examinou a pessoa hoje. "O paciente apresenta um quadro gripal, mas os exames radiológicos do tórax não sinalizaram algo mais grave. Provavelmente este paciente não está com a gripe suína", explicou o especialista.

Estadão

Gripe suína: Transmissão,quadro clínico,diagnóstico e Tratamento



Transmissão
A nova classe de vírus da gripe que foi atualmente identificada em surtos no México e nos Estados Unidos transmite-se por via aérea de pessoa para pessoa através de gotículas ao falar, espirros, tosse , principalmente em locais fechados(trabalho,transportes públicos etc) os quais o contato mais próximo facilita a sua propagação inter-humana.
Sintomas
Os sintomas desta doença são os mesmos de qualquer outro estado gripal : febre, tosse,cefaléia,coriza, dor muscular e dificuldade respiratória,dispnéia,astenia etc entre outros sintomas).
Diagnóstico diferencial
O quadro clínico faz diagnóstico diferencial com patologias distintas, tais como: Estado Gripal,Dengue,leptospirose em fase inicial,malária,hepatites,febre amarela,pneumonias etc.

Assim, o diagnóstico baseia-se, não apenas em critérios clínicos, mas sobretudo na investigação epidemiológica da procedência do paciente, sendo muito importante o médico ter uma experiência e conhecimento apurado nas diversas patologias que possuem quadro clínico semelhante(Diagnóstico Diferencial) ao da Gripe Suína.

Tratamento:Só o médico pode escolher a melhor conduta.Procure imediatamente uma Unidade de Saúde.

Obs:Lave sempre as mãos, já que o vírus pode resistir no meio ambiente em tudo que for tocado pelo paciente.

Centro de Contraterrorismo Biológico e Doenças Emergentes


Mapa Influenza (Aves) no Mundo


Um site interessante que vale a pena visitar do Grupo Saúde MedStar Washington, DC Cloud Atualizado domingo, 26. De abril de 2009 7:8 EST
Craig Feied, MD, FACEP, FAAEM Jon Handler, MD, FACEP Michael Gillam, MD
Página Inicial

Algumas Patologias (Fotos)LINK

Link para o CDC

Últimas Notícias sobre a Pandemia do Vírus Influenza (Gripe Suína)


Influenza

25/04/09

Influenza no mundo: Situação epidemiológica e preparação para a Pandemia (Gripe Suína)



Influenza no mundo:Situação epidemiológica e preparação para a Pandemia

1)Artigo da Organização Pan-Americana da Saúde em PDF LINK

2)Artigo sobre Influenza do Ministério da Saúde do Brasil em PDF LINK


3)Preparação para uma pandemia de gripe (Influenza),aviária,suína etc em PDF LINK

4) VIGILANCIA E PREVENÇÃO DA INFLUENZA SEGURANÇA ALIMENTAR LINK

Greve do IML de Alagoas‏ : Servidores pedem Socorro


Os servidores dos IMLs de Maceió e Arapiraca iniciarão movimento de paralisação parcial de suas atividades a partir desta segunda-feira (27/04). Após anos de reivindicações para melhoria das condições de trabalho dentro dos Institutos, os servidores resolveram chamar a atenção das autoridades governamentais para o descaso com que vem sendo tratada a atividade pericial em Alagoas.

Em algumas reuniões com o secretário da Defesa Social, Paulo Rubim, os legistas expuseram as dificuldades estruturais dos institutos e a falta de uma política salarial definida para a categoria. Na última sexta feira (24/04), Rubim assumiu compromisso de barganhar junto ao governo em favor da causa.

Em 2005, a perícia de Alagoas saiu da esfera da Polícia Civil, passando a integrar o então criado Centro de Perícias Forenses (CPFor). A criação deste órgão ligado à Secretaria de Defesa Social conferiu-lhe autonomia administrativa, no entanto, sem autonomia financeira, o que deixou o CPFor engessado. “Precisávamos sair da Polícia Civil, pois muitas vezes nossos laudos ajudavam em investigações contra membros da própria instituição”, enfatiza o médico legista Gerson Odilon.

Na última sexta feira (24/04), houve também uma reunião com representante da Secretaria de Gestão, que se comprometeu a realizar estudos sobre a proposta dos legistas. “No final do governo passado, mesmo fora da Polícia Civil, acompanhamos todos os reajustes salariais concedidos àquela categoria”, alega Luiz Carlos, médico legista do IML de Maceió. “O que estamos pleiteando com nosso movimento, além da melhoria das condições de trabalho, é a extensão do reajuste salarial concedido à Polícia Civil no início do atual governo. Não estamos pedindo nenhum absurdo!”, conclui o legista.

Durante a paralisação parcial, os servidores continuarão trabalhando, cumprindo suas escalas de plantão. Serão realizadas necropsias com liberação dos corpos e os exames em caso de crime sexual. Estarão suspensos os demais exames de corpo de delito, inclusive de presos, e a liberação de laudos em geral.

“Queremos chamar a atenção do governo para o papel social da perícia alagoana. Sabemos do momento de crise mundial que afeta também Alagoas. Porém não suportamos mais sermos tratados como escória da Segurança Pública”, afirma João Alfredo, perito odontolegal. “Marcaremos nova Assembléia da categoria, tão logo o governo nos acene com alguma proposta”, conclui Alfredo.

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Luiz Antonio Mansur Branco

Médico-Legista do IML Maceió