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1 de junho de 2010

A relação entre paciente e hospital é contratual. Escrita ou verbal, expressa ou tácita, onerosa ou gratuita, é indiferente



HGE de Alagoas :Pacientes no chão. Em primeiro plano idosa ( Dona S de 87 anos)encostada no pilar de sustentação.No plano médio paciente deitado no chão em colchonete. Ao fundo paciente no chão encostado na parede da Área Vermelha.



Alejandro Nieto

"quando o cidadão se sente maltratado pela inatividade da administração e não tem um remédio jurídico para socorrer-se, irá acudir-se inevitavelmente de pressões políticas, corrupção, tráfico de influência, violências individual e institucionalizada, acabando por gerar intranqüilidade social, questionando-se a própria utilidade do Estado" (La inactividad material de la administración. Madri: Documentacion adminsitrativa nº 208, 1986. p. 16).
AÇÃO CIVIL PÚBLICA C/ PEDIDO LIMINAR (Cesar Pinheiro Rodrigues João Luiz Marcondes Junior Promotores de Justiça do Grupo de Atuação Especial da Saúde Pública e da Saúde do Consumidor – GAESP – Órgão de Execução do Ministério Público do Estado de São Paulo
HGE de Alagoas e sua Área Vermelha ?


"A relação entre paciente e hospital é contratual. Escrita ou verbal, expressa ou tácita, onerosa ou gratuita, é indiferente. De forma geral, os danos sofridos por pacientes internados sempre foram apurados com base na verificação da culpa, porque decorrentes da má atuação médica isolada ou conjunta. Entretanto, após o advento do CDC, instalaram-se critérios distintos para aferimento da conduta médica e do procedimento hospitalar. Em relação ao médico, isoladamente, permanece o critério de apuração da culpa. Em relação ao hospital passou-se a adotar, cada vez mais, o critério de desprezo ou irrelevância da culpa. Assim, os conflitos paciente/hospital estão sendo examinados e interpretados pelos Tribunais, em boa parte, com base no princípio da responsabilidade objetiva, ora de natureza absoluta (afastamento da culpa), como se fosse autêntico contrato de risco (seguro), ora mitigada ou relativa, procurando detectar o nexo de causalidade, a conduta censurável (culpa presumida). Modestamente, aderimos a esta segunda posição. Por isso, em caso de dano ao paciente por decorrência do internamento, pela incorreta ação ou omissão da direção do hospital (a exemplo de infecção hospitalar, de falta de oxigênio, de medicamentos vencidos, de alimentos perecidos ou contaminados, de transfusão de sangue coletado de pessoa portadora de doença contagiosa, de exame laboratorial incorreto, etc), o estabelecimento de saúde pode ser responsabilizado isolado ou conjuntamente com o médico ou médicos (se em equipe), se não provar a sua culpa. O critério de apuração da responsabilidade, ao nosso ver, se estabelece pelo critério de presunção da culpa, como subespécie da culpa objetiva - já que, salvo rara exceção, é impossível falar em relação paciente/hospital sem participação médica. Para se esquivar da responsabilidade, cumpre ao estabelecimento de saúde comprovar culpa própria do paciente, fato de terceiro, caso fortuito externo ou força maior invencível e/ou, também, cumprimento de ordem legal. É que, em regra, o paciente em nada pode fazer, exceto cumprir as ordens do médico e o regulamento do estabelecimento de saúde" (Jurandir Sebastião, A Responsabilidade Civil, A Singularidade da Medicina e Aplicação do Direito, in Erro Médico: Responsabilidade Civil Médico-Hospitalar, vol. III, Rio de Janeiro: ADV/COAD, 2004 -Suplemento Seleções Jurídicas, p. 59).
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Condenado por mandar cortar a orelha


O ex-secretário da Saúde de Tramandaí, o médico Saleh Abdalla Júnior, foi condenado a 17 anos e seis meses de prisão por mandar cortar a orelha de um empresário.

Por entender que o seu cliente foi condenado com base em indícios, o advogado do médico, Nereu Lima, entrou com um recurso de apelação no Foro de Tramandaí. O recurso deverá ser julgado pelo Tribunal de Justiça (TJ).

Além do médico outras quatro pessos foram condenadas pelo crime: Marcos Roberto Quadros Moraes, Ronaldo Ribeiro e Everton Ribeiro da Silva foram sentenciados também a 17 anos e seis meses de reclusão, e Sedenir Mendes de Jesus, a 16 anos. Todos podem recorrer em liberdade.
Fonte zero hora
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Juiz condena por mortes de maternidade


O juiz da 5ª Vara Criminal de Belo Horizonte, Rinaldo Kennedy Silva, condenou sete funcionários de uma maternidade da Capital a penas que variam de cinco anos e meio a seis anos e meio de prisão, em regime semi-aberto, por considerá-los culpados pela morte de 16 recém-nascidos, vítimas de infecção hospitalar, no final de 1999. Os sete condenados poderão recorrer em liberdade da decisão de Primeira Instância. De acordo com o Ministério Público, os acusados, seis deles membros da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar da maternidade, mais o Diretor-Geral da instituição, foram negligentes ao não implementar adequadamente o Programa de Controle de Infecção Hospitalar, o que resultou nas mortes dos 16 recém-nascidos. Em relatório de sindicância juntado aos autos, ficou comprovada a morte de todos os recém-nascidos por infecção causada pela bactéria Serratia marcescens, causadora da infecção hospitalar, e, também, que a maternidade "apresentava grande tendência ao surto, este chegando a seu pico na primeira quinzena de dezembro de 99". A sindicância apurou também que os programas de combate à infecção hospitalar eram inoperantes e agiam à medida que os problemas iam ocorrendo. A criação de um programa de combate à infecção hospitalar é determinação do Ministério da Saúde, mas não foi corretamente aplicado na maternidade por diversos motivos, entre eles, o fato de o programa da maternidade ser uma cópia dos procedimentos adotados em outro hospital da cidade, de porte diferente do da maternidade, o que inviabiliza o uso do mesmo programa. "Todos foram condescendentes com a situação", afirmou o magistrado. Segundo ele, o Diretor-Geral da maternidade "tinha o dever legal de fornecer à comissão meios necessários para realização dos seus trabalhos". O Diretor-Geral recebeu a maior pena. O fato de o hospital receber um elevado número de pacientes não exclui a responsabilidade dos réus, disse o juiz. "Por mais que todo e qualquer hospital seja suscetível a infecções, elas podem ser evitadas ou minimizadas, se tomadas cautelas necessárias, o que não foi feito", completa o magistrado. Por fim, o magistrado destaca o descaso dos acusados, "uma vez que não houve preocupação de interditar o berçário, e nem de transferir pra CTIs, com urgência necessária". Os acusados negaram o crime. Afirmaram que agiram "com toda diligência exigida", mas que foi impossível debelar o surto de infecções que atingiu a maternidade. Em suas alegações finais, a defesa pediu a absolvição dos acusados por falta de materialidade dos delitos e por falta de conduta culposa por parte dos acusados, o que não foi aceito pela Justiça. Assessoria de Comunicação Institucional ? Fórum Lafayette (31)3330-2123 - ascomfor@tjmg.gov.br

Fonte:CJ
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Você conhece seu Candidato ?Os Citados na Justiça e Tribunais de Contas,Quem falta mais, Variações patrimoniais ,verbas indenizatórias ,Doações....


" O projeto Excelências traz informações sobre todos os parlamentares em exercício nas Casas legislativas das esferas federal e estadual, e mais os membros das Câmaras Municipais das capitais brasileiras, num total de 2368 políticos. Os dados são extraídos de fontes públicas (as próprias Casas legislativas, o Tribunal Superior Eleitoral, tribunais estaduais e superiores, tribunais de contas e outras) e de outros projetos mantidos pela Transparência Brasil, como o Às Claras (financiamento eleitoral) e o Deu no Jornal (noticiário sobre corrupção).

O projeto disponibiliza espaço para que os políticos retratados apresentem argumentos ou justificativas referentes a informações divulgados no projeto, como noticiário que os envolva, ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas, informações patrimoniais e outras. Para providenciar o registro de algum eventual comentário, solicita-se que o político entre em contacto com a Transparência Brasil. "

Acesse o site aqui
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31 de maio de 2010

Estudantes de Agronomia da Ufal protestam contra abandono do curso


Estudantes de Agronomia da Ufal
protestam contra abandono do curso

Os estudantes de Agronomia do Centro de Ciências de Agrárias (Ceca) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realizam uma manifestação de protesto, na próxima terça-feira (1/6), às 11 horas, no Campus Delza Gitaí, em Rio Largo, contra o estado de abandono em que se encontra o curso por parte da administração central da Ufal.

A manifestação será iniciada com a realização de uma feijoada de protesto, no restaurante universitário do Campus da Ceca, sendo todos os estudantes convidados a participar levando pratos, talheres e copos.

No final de 2009, técnicos do Ministério da Educação, em visita ao Campus do Ceca, exigiram da Ufal a realização de melhorias, com prazo de implantação até junho de 2010, sob pena de ser o curso descredenciado. Os estudantes reclamam que até agora nada foi feito e a Reitoria alega que tem outras prioridades.

Entre as reivindicações dos estudantes de Agronomia, que fazem parte das exigências do MEC, não cumpridas pela Reitoria, estão a abertura do restaurante universitário, a destinação de mais um ônibus no transporte de Maceió para Rio Largo, a ampliação e atualização de bibliografia da Biblioteca do Campus e acessibilidade para os cadeirantes.

Várias reuniões com a direção da Ceca e a Reitoria foram realizadas, sem qualquer resposta. Cansados de esperar e correndo o risco de perder o reconhecimento do curso, os estudantes decidiram realizar a manifestação de repúdio ao que consideram negligência da administração central da Ufal diante das exigências do MEC.
“O dia 1 de junho de 2010 será, além da manifestação, o dia em que os estudantes ocuparão e reabrirão, simbolicamente, com uma feijoada de protesto, o Restaurante Universitário do Ceca, que se encontra fechado há mais de dois anos. Ao mesmo tempo protestaremos contra a má qualidade da refeição ofertada, pois já ocorreram vários casos de infecção intestinal, devido a comida estragada e até moscas e pedras dentro das quentinhas”, diz a Comissão de Organização dos estudantes do Ceca.

Contatos com os estudantes: 8858-5545/ 8804-1758/ 9111-9136

Iremar Marinho – 8833-4357

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28 de maio de 2010

Festival de Sindicâncias , Diligências e Investigações em Alagoas: E o resultado ? Você sabe ?

Desembargador Dr. Antônio Sapucaia

Espero que a memória dos Alagoanos não siga a velha regra de ser curta ! A postagem é uma forma de relembrar e dizer aos poderes constituídos da nação brasileira que cidadania se constrói com a dignidade e com a manutenção dos princípios de legalidade de um povo.


Dedico a mesma ao amigo, pai, avô, professor,jurista,escritor, jornalista e acima de tudo um grande homem que faz da sua existência o caminho da justiça, a fortaleza da qualidade moral que infunde respeito a sociedade tornando-se assim um grande exemplo de vida.Ao mestre e ilustre Desembargador Dr. Antônio Sapucaia
com carinho

Mário Augusto

É preciso que novas árvores frutifiquem e mantenham o cerne Sapucaia em nosso âmago !




Sindicância vai apurar morte de bebê na Santa Mônica

Enviado por Ednar Costa em ter, 30/12/2008 - 16:10.

* Atenção à Saúde

Motta: "Vamos apurar as responsabilidades para constatar se houve negligência ou omissão de socorro; o Estado investe R$ 6 milhões por ano do Promater para garantir atendimento de qualidade e humanizado nas maternidades da capital e do interior".

Sindicância vai apurar morte de bebê na Santa Mônica
Técnicos da Sesau realizaram uma visita técnica em todas as maternidades da rede pública da capital.
Ednar Costa

O secretário da Saúde em exercício, Herbert Motta, determinou na manhã desta terça (30) a abertura de sindicância para apurar a morte de um bebê ocorrida na Maternidade Escola Santa Mônica. Maria José da Conceição, 23 anos, estava grávida de nove meses quando foi atendida pela maternidade na segunda (29) e orientada pela equipe médica a repousar em sua residência por ainda não estar em trabalho de parto.

Também na manhã de hoje, Herbert Motta, o defensor público Eduardo Lopes e a secretária-adjunta de Saúde de Maceió, Vera Elias, se reuniram para adotar outras providências referentes ao caso. Segundo Motta, técnicos da Secretaria de Estado da Saúde realizaram uma visita técnica em todas as maternidades da rede pública da capital para verificar as condições de funcionamento das unidades.

"Vamos apurar as responsabilidades para constatar se houve negligência ou omissão de socorro; o Estado investe R$ 6 milhões por ano do Promater para garantir atendimento de qualidade e humanizado nas maternidades da capital e do interior", informou, lamentando o episódio.

Motta deixou claro que a saúde é única e colocou toda estrutura da Sesau à disposição do município de Maceió, principalmente neste final de ano. “Estado e Município estão juntos e reunindo esforços. Saúde não pode ser tratada de forma isolada ou transferindo responsabilidades porque todos nós somos co-gestores do sistema. O que não pode acontecer é um fato dessa natureza, quando o governo investe anualmente mais de R$ 6 milhões/ano na rede materno-infantil”, criticou, advertindo que o Estado está agindo rápido e “cobrará responsabilidades”.

De acordo com Veras Elias, até amanhã o município de Maceió vai apresentar um relatório contendo escalas de serviços e as equipes que vão atuar até o próximo dia 6 de janeiro de 2009. Ela assegurou que o Complexo Regular Assistencial (Cora), que atende pelo número 3315-7339 e regula os leitos de maternidade na Capital, estará de plantão permanente. Para os casos em que o Samu necessite ser empregado, a Sesau disponibilizou o serviço para o transporte de gestantes.

“Essa iniciativa dos gestores mostra que eles não estão alheios aos problemas no sistema, embora precisemos reparar essa tragédia. Vamos colocar nossos serviços à disposição da família e buscar uma indenização por danos morais”, adiantou o defensor público Eduardo Lopes.

Fonte: Ascom/Sesau-AL


HGE: sindicância para apurar morte da aposentada

A decisão foi adotada para apurar se houve falha de atendimento

Assessoria

Autoridades da Saúde se reunem para abrir sindicância da morte da aposentada no HGE
20.07.2009 13h36
HGE divulga nota de esclarecimento

Com a morte da aposentada Josefa Lima da Silva, 76 anos, ocorrida no último domingo (19), no Hospital Geral do Estado (HGE), o secretário da Saúde, Herbert Motta, determinou que, nesta segunda-feira (20), fosse aberta uma sindicância para apurar se houve falha no atendimento da paciente.

A decisão foi adotada durante reunião entre o secretário, superintendentes da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), o presidente do Conselho Estadual de Saúde (CES), Benedito Alexandre e o superintendente de Atenção à Saúde, Vanilo Soares.

”De acordo com o prontuário médico, ela foi internada na área vermelha (pacientes graves), por volta das 10h04, apresentando quadro clínico de dispnéia (falta de ar), e após ter evoluído seu estado de saúde ela teria sido encaminhada para a área azul. O fato é que houve uma morte no HGE em condições que precisam ser esclarecidas para a sociedade, e principalmente os familiares que estão sofrendo neste momento", explicou
o secretário, reforçando o empenho e a dedicação dos profissionais que atuam naquela unidade.

Também ficou definido com o Conselho Estadual de Saúde que será criada uma Câmara Técnica para discussão da situação (sobrecarga no hospital). Estatísticas do próprio HGE mostram que 85% dos atendimentos realizados (hipertensão, diabetes, gripe, diarréia) deveriam ser tratados nos postos de Saúde, ou seja, na Atenção Básica.

Leia mais sobre a notícia:A Escolha de Sofia: A Cidadania esquecida no HGE de Alagoas


Ministério Público de Alagoas : Mortes na Maternidade

O MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL, através da Promotora de Justiça titular do 2º Cargo da Promotoria de Justiça Coletiva Especializada de Defesa da Saúde, do Idoso e do Deficiente – PRODSID, e do Coordenador do Núcleo de Defesa dos Direitos da Infância e da Juventude, tendo em vista as notícias divulgadas nos veículos de comunicação acerca da morte de recém-nascidos na Maternidade-Escola Santa Mônica, totalizando o número de 21 óbitos durante o mês de abril do corrente ano, até o presente, havendo possibilidade de terem sido provocadas por infecção hospitalar, e

Considerando que:

a Constituição Federal tem a dignidade da pessoa humana como um dos fundamentos em que se alicerça; Continue Lendo

Sindicância que investigou sumiço de cadáver do IML não convence

Sindicância que investigou sumiço de cadáver do IML não convence

Pai de Carlos Roberto considera trabalho dos peritos suspeito e pede que Ministério Público nomeie promotor para acompanhar apuração de delegado

RÓDIO NOGUEIRA

O Centro de Perícias Forenses, após 11 meses de trabalho, concluiu no último dia 26 de março, a sindicância que apurou a ocultação do corpo de Carlos Roberto Rocha Santos, seqüestrado em 12 de agosto de 2004, de sua casa no Conjunto João Sampaio e fuzilado com 20 tiros. Ele deu entrada no Instituto Médico Legal Estácio de Lima (IML). Mas, Sebastião Pereira, pai da vítima, diz que não teve acesso ao cadáver do filho que recebeu o registro 1775/04. O máximo que mostraram foram os mortos que estavam nas pedras. Ele revela que não teve acesso a geladeira e nem as fotografias.
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Os deputados e o pistoleiro

Gravação telefônica incluída nas investigações sobre a morte de Ceci Cunha revela a intimidade com que parlamentares de Alagoas se relacionam com matadores de aluguel
RACHEL MELLO

Há um tom de folhetim policial nas investigações sobre o assassinato da deputada federal alagoana Ceci Cunha. Três semanas depois da chacina brutal que vitimou Ceci, seu marido, um cunhado e a mãe dele, a polícia Federal e a de Alagoas ainda não acharam os quatro homens autores do crime. O principal suspeito, segundo as polícias, continua sendo o suplente da deputada, Talvane Albuquerque. Três assessores dele foram indiciados, mas estão foragidos. O que apareceu, na quarta-feira 6, foi uma fita com conversas gravadas entre Talvane e Maurício Novaes, o pistoleiro conhecido como Chapéu de Couro. Segundo o deputado Augusto Farias (PFL-AL), dono da fita, os diálogos são parte de um plano de Talvane para matá-lo. A gravação foi feita no escritório do irmão de Augusto, Carlos Gilberto, em Petrolina. As fitas foram levadas ao presidente da Câmara, Michel Temer, numa mise-en-scène que reuniu o deputado Augusto Farias, o senador Teotônio Vilela Filho (PSDB-AL) e o ministro da Justiça, Renan Calheiros. Continue Lendo


17/03/2008 - 08h46
Assembléia de AL reúne acusados de homicídio e furto


SÍLVIA FREIRE
da Agência Folha

A Assembléia Legislativa de Alagoas --investigada pela Polícia Federal por suspeita de desvio de recursos públicos-- abriga parlamentares suspeitos de homicídio, formação de quadrilha, furto de energia elétrica e porte ilegal de armas.

Dos 27 deputados estaduais, 11 já foram indiciados pela PF por suspeita de participação em suposto esquema de desvio de dinheiro público que causou um prejuízo de cerca de R$ 280 milhões nos últimos sete anos. Além disso, três ex-deputados --que deixaram o Legislativo em fevereiro de 2007-- também foram indiciados.

Os deputados, que têm foro privilegiado em questões criminais, só podem ser denunciados pelo procurador-geral da Justiça e julgados pelo Tribunal de Justiça. Além disso, podem ter os processos criminais contra eles suspensos pelo voto da maioria de seus colegas enquanto durar o mandato.

Um dos 11 indiciados, João Beltrão (PMN), foi denunciado no ano passado pelo assassinato de Paulo José Gonzaga dos Santos, no município de Santa Luzia do Paruá (MA), em 2000.

Segundo a denúncia, Beltrão encomendou a morte de Santos --de quem havia comprado a fazenda Bons Amigos, em Santa Luzia-- pois o fazendeiro cobrou do deputado um pagamento. Oito dias depois da cobrança, o fazendeiro foi morto em uma emboscada. O deputado é investigado por um crime semelhante no Tocantins.

Em 2000, João Beltrão e o deputado Antônio Albuquerque (DEM), atualmente afastado pela Justiça da presidência da Assembléia alagoana, foram apontados em depoimentos dados à CPI do Narcotráfico, em Maceió, como sendo mandantes de homicídios e de roubo de carga no Estado. Em depoimento à CPI, os dois parlamentares negaram as acusações.

O deputado Cícero Ferro (PMN) foi denunciado em janeiro pelo Ministério Público de Alagoas por homicídio. Ele é apontado como autor intelectual do assassinato do vereador Fernando Aldo, de Delmiro Gouveia (no sertão alagoano). Continue Lendo
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GOVERNO CORTA PRODUTIVIDADE


Em mais uma medida para economizar gastos, o governo agora resolveu cortar a produtividade dos servidores que têm mais de uma situação no Estado. Um médico que trabalhe na Emergência do Trapiche e em um ambulatório 24h, por exemplo, só terá direito a receber a gratificação de produtividade em uma dessas situações.
“A gratificação em si já é uma imoralidade, por conta do valor irrisório. O governo ainda tirar é ridículo”, afirma o presidente do Sinmed, Wellington Galvão. Segundo ele, o Sindicato continua reivindicando o PCCS para remunerar decentemente o médico da rede pública estadual.

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Jornalista Responsável: Sandra Serra Sêca (Reg. MTE/AL359)
Estagiários: João Mousinho e Erika Ornelas - Contato: sinmedal@hotmail.com Acesse: www.sinmed-al.com.br
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MÉDICOS DIZEM O QUEREM PARA O PSF

Na mesa, os médicos José Márcio, Djalma Breda, Wellington Galvão,
Daniel Alves e Edilma Barbosa durante o debate com a plenária


Salários melhores, direito a 13º integral e a férias remuneradas, melhores condições de trabalho, melhor estrutura nos postos de saúde, medicamentos para a população. Essas são algumas das reivindicações dos médicos que trabalham no Programa Saúde da Família (PSF), em Alagoas. Trabalho e remuneração no PSF foram os temas centrais do I Encontro Sinmed de Médicos da Família, realizado na última quinta-feira (27), no auditório do Sindicato.

Médicos do PSF de todas as regiões de Alagoas, secretários municipais de Saúde e o um prefeito de Maribondo participaram do encontro. Formaram a mesa o presidente do Sinmed, Wellington Galvão, e a diretora Edilma Barbosa, além diretor da Associação de Médicos da Família de Alagoas, Daniel Alves, e, representando os gestores, o prefeito de Maribondo, médico José Márcio Tenório de Melo, e o secretário da Saúde de Coruripe, medico Djalma Breda.

A diretoria do Sinmed expôs aos presentes as queixas mais comuns que recebe dos médicos que atuam no PSF em todo o Estado, além de falar dos esforços para negociar com os gestores e da dificuldade em conseguir que as reivindicações sejam atendidas. Os gestores reclamaram da falta de recursos financeiros para a Saúde, e alegaram dificuldades para manter as equipes do PSF, que além de médicos contam com outros profissionais de nível superior e nível médio.

Pelo que se pode constatar dos depoimentos dos médicos e gestores, o PSF em Alagoas foge totalmente ao que é preconizado pelo Ministério da Saúde. Em alguns casos, as prefeituras adaptam a carga horária dos médicos ao que podem pagar, o que faz com que muitas equipes não funcionem como deveriam, prejudicando a assistência à população.

Os médicos também questionaram as novas regras que a Associação dos Municípios de Alagoas (AMA) definiu e pretende impor aos médicos, entre elas o cumprimento da carga horária de 40 horas semanais, preconizada pelo MS. A AMA, no entanto, não chamou representantes dos médicos para as discussões e também não falou em melhoria de salários ou de condições trabalhistas dos médicos.


Como resultado do encontro, os médicos defi-niram objetivos e estratégias de luta para melhoria das condições de trabalho e de remuneração no PSF. A categoria vai lutar por salário líquido de R$ 10 mil, mais bonificação proporcional à distância do município em relação à capital, a partir da distância de 100km, e um Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos específico para os médicos do PSF.


Também ficou decidido que os médicos não participarão de mobilizações de outras categorias de nível superior do PSF, travando suas lutas de forma independente e sob o comando do Sinmed, que ficará à frente das negociações com os gestores.


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I Encontro de Médicos da Família lota auditório do Sinmed


I Encontro de Médicos da Família lota auditório do Sinmed

Médicos e membros dos executivos municipais de Alagoas discutiram questões para solucionar impasses e melhoria da categoria medica




O I Encontro de Médicos da Família foi marcado por um amplo debate que reuniu médicos de todas as regiões do Estado, gestores municipais e secretários de Saúde de diversas cidades de Alagoas. A sede do auditório do Sindicato dos Médicos do Estado de Alagoas, no bairro do Trapiche, esteve lotada. Dezenas de pessoas explanaram suas idéias para melhorias no exercício do profissional que atua no Programa de Saúde da Família (PSF).

Durante o evento, que teve início às 9h da manhã, os médicos discutiram melhorias na remuneração, condições de trabalho dignas e sobre a imposição da Associação dos Municípios de Alagoas (AMA), que quer impor à categoria carga horária semanal de 40 horas, distribuídas nos cinco dias da semana nos horários matutino e vespertino.

Na maioria das vezes os médicos não recebem auxílio de transporte, nem alimentação para prestar os serviços ao município em que ele trabalha, o que deveria ser obrigatório. Sem as condições básicas de trabalho não existe a possibilidade de cumprir essa carga horária. “A realidade que o PSF vive hoje em Alagoas é bem diferente do que determina o Ministério da Saúde. Se os gestores cumprirem com as suas obrigações, os médicos vão trabalhar de forma normativa, mas para isso é necessário as condições básicas de trabalho”, exclamou o presidente do Sinmed, Wellington Galvão.

No encontro, foram colocadas em votação questões que vão decidir o rumo dos médicos do Programa de Saúde da Família (PSF), em todo Estado, como: a luta no PSF continua sendo apenas dos médicos, salário liquido de R$ 10 mil e uma bonificação a cada 100 km de distancia da capital, e um Plano de Cargo, Carreira e Vencimentos de exclusividade para os médicos do PSF.

Compuseram a mesa de debate, o presidente do Sindicato dos Médicos de Alagoas, Wellington Moura Galvão, a diretora tesoureira, Edilma Barbosa, o prefeito de Maribondo, José Marcio, o secretário de Saúde de Coruripe, Djalma Breda, e o diretor da Associação de Médicos da Família de Alagoas, Daniel Alves. Novos eventos serão agendados para novas discussões dos temas debatidos e para informar a categoria sobre os avanços das futuras negociações.

Questionário de arrepiar

O Sinmed está empenhado na luta da melhoria das condições de trabalho e dos salários dos médicos que se dedicam ao PSF, e durante a dia de debates, os médicos responderam um questionário sobre suas condições de trabalho e de remuneração nos municípios onde atuam.

Vejam algumas das respostas:

“Melhora urgente nas condições de trabalho e melhoria salarial.”

“Melhores condições físicas de trabalho, oferecer um bom salário, bons equipamentos.”

“Parabenizar o Sindicato e manter sempre a luta e a unidade dos médicos.”

“Contracheques não estão de acordo com o que é pago.”

“Não tenho férias remuneradas.”

“O décimo terceiro nunca foi pago onde trabalho.”

“Respeito ao profissional de saúde.”

“Os recursos da saúde devem ser aplicados de forma integral na saúde para que as necessidades do paciente e comunidade sejam supridas.”

“Fornecimento de medicamentos em dia.”

(Todas essas frases foram retiradas do questionário feito pela diretoria do Sinmed. A identidade dos médicos foram preservadas para que não haja nenhum tipo de problema)

João Mousinho, da Ascom/Sinmed



Fonte

Ascom Sinmed
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26 de maio de 2010

Os médicos e o PSF em Alagoas


I Encontro de Médicos da Família – Os médicos e o PSF em Alagoas – Dia 27/5/2010 (amanhã – quinta-feira* a partir das 9h, no auditório do Sindicato dos Médicos - Rua Teonilo Gama, 186 - Trapiche da Barra)

João Mousinho (joao_mousinho@hotmail.com)

O caos que ocorre na saúde pública de Alagoas é cada vez mais grave e com o Programa Saúde da Família em Alagoas (PSF) não é diferente. Baixos salários, a falta de condições éticas de trabalho e a contratação precária dos médicos, são alguns dos problemas que atingem a classe médica e a população.

Durante o encontro, um grande debate sobre as condições de trabalho dos médicos do programa em Alagoas, acontecerá, entre os temas em discussão estarão: a nova proposta da Associação dos Municípios Alagoas (AMA) para o PSF. A entidade reuniu no mês de abril os secretários de saúde dos municípios e técnicos da Sesau para determinar os resultados que devem ser cobrados do programa, mas não convidou as entidades médicas para discutir, por exemplo, questões salariais e de condições de trabalho.

O Sinmed tomou conhecimento de que as prefeituras e secretarias de saúde dos municípios vão passar a cobrar mais dos médicos. Entretanto, no que diz respeito, por exemplo, a melhoria de condições trabalho, não se pode esperar nada. O Sindicato tem ido a vários municípios negociar com prefeitos, mas ninguém quer acordo, o que não possibilita uma condição ética para o exercício da medicina.

A precarização do trabalho do médico no PSF - sem concurso público e à margem dos direitos trabalhistas básicos - terá outro tema em debate. O procurador-chefe do Trabalho em Alagoas, Rodrigo Raphael Rodrigues de Alencar, vai esclarecer dúvidas dos médicos e explica também como funciona a fiscalização e quais as ações da Procuradoria Regional do Trabalho para coibir as inúmeras ilegalidades cometidas pelos gestores.


Assessoria de comunicação - Sindicatos dos Médicos do Estado de Alagoas (SINMED)
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Ministério Público do Trabalho questiona contratação da Organização Social Pró Saúde

O Slogan da foto não lembra o do HGE de Alagoas ? Urgência Emergência ! Confira clicando aqui


A contratação da Organização Social Pró Saúde, que administra o Hospital Municipal desde a semana passada, está sendo questionada pelo Ministério Público do Trabalho. Pelo menos seis representantes da Prefeitura de Foz do Iguaçu foram e serão ouvidas na Procuradoria Regional do Trabalho pelo procurador Enoque Ribeiro dos Santos.

Um documento ao qual o site teve acesso revela que no entendimento do procurador, a contratação de profissionais para serviços essenciais, como a saúde pública, sem concurso público é um "tipo de intermediação ilícita de mão de obra" que desrespeita Constituição e provoca prejuízos para trabalhadores que são impedidos de participar de "um certame democrático, em igualdade de condições, na luta por um cargo público.".

O contrato, assinado com a organização social "Pró Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar", supera os R$ 100 milhões e tem a duração de 3 anos. Além do hospital a entidade assumiu o Pronto Socorro e o Laboratório municipal.

Para complicar ainda mais a situação envolvendo a Pró Saúde, na quinta-feira (20) o Conselho Municipal de Saúde, por 19 votos a favor, não aprovou o contrato firmado pelo Município, pois a cópia contendo os termos da contratação não foi encaminhada para analise dos conselheiros.

Segundo informações obtidas extraoficialmente teria sido concedido um novo prazo para a Prefeitura corrigir a irregularidade, em tese, cometida com a contratação da Organização Social. Existe, caso o prazo não seja cumprido, a possibilidade do início de um procedimento jurídico que poderia levar ao cancelamento do contrato.

Caso a prefeitura encontre problemas para manter o contrato com a Pró Saúde este será o quinto modelo relacionado a administração do hospital municipal. A primeira tentativa, com a Fundação de Pesquisas e Estudos Aplicados (FUNPEA), vinculada a Universidade do Oeste do Paraná (UNIOESTE), foi interrompida depois de 6 meses por interferência do Ministério Público. O contrato com a Fundação Vilela Batista foi encerrado também na Justiça e com diversas acusações.

A Prefeitura assumiu o controle da entidade com a administração direta enquanto os vereadores discutiam a criação de uma Fundação Municipal de Saúde que foi aprovada, mas não chegou a ser criada. Sem explicações a administração municipal optou pela contratação de uma organização social.

MP questiona modelo de gestão do Hospital Municipal
25/05/2010 - 09:06h
Editor: Liliane Dias
Fonte:Rádio Cultura Foz do Iguaçu
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25 de maio de 2010

Governo promete ao MP desde 2008 melhorar o atendimento no HGE

O prometido não cumprido: HGE de Alagoas em maio de 2010 é o retrato de 2008

Promessas e mais promessas fazem parte do passado e se tornam o lema do presente. Servem como o ouro de tolo, que aguçam a cobiça , despertam o desejo de poder,levam a desgraça a quem recebe e mantém incólumes os seus criadores.

Mário Augusto


O Passado : 2008


"De acordo com os promotores de Justiça Micheline Tenório e Jamyl Barbosa, das Promotorias da Saúde e da Fazenda Pública Estadual, o governador compreendeu a gravidade da situação e deu um prazo de 30 dias para que o secretário estadual de Saúde, André Valente, providenciasse todas as carências de insumo, pessoal e equipamentos levantados pelo MP Estadual.

O secretário André Valente, que participou da reunião, ficou de resolver os problemas de falta de seringas e outros insumos imediatamente. Ele garantiu ainda garantiu que a máquina de esterilização já estava consertada e os demais pontos da pauta do MP Estadual seriam atendidos até o dia 14 de novembro, prazo estipulado pelo governador para a solução dos problemas de funcionamento da Unidade de Emergência e do Hospital Geral do Estado. "


" O promotor Jamil Barbosa lembrou também que na reunião com o governador foi questionada também a gestão dos recursos humanos, como o controle da freqüência dos médicos, enfermeiros e demais profissionais da Unidade de Emergência e do Hospital Geral. “Além disso foi debatida a necessidade de uma avaliação da carência de pessoal, que poderá resultar na realização de concurso público para todas as unidades do complexo hospitalar”, acrescentou o promotor."

Fonte :MPE-AL
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24 de maio de 2010

Mecdaisy : geração de livros digitais falados e sua reprodução em áudio, gravado ou sintetizado.


O Ministério da Educação lança o Mecdaisy, uma solução tecnológica que permitirá a produção de livros em formato digital acessível, no padrão Daisy. Desenvolvido por meio de parceria com o Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro - NCE/UFRJ - o Mecdaisy possibilita a geração de livros digitais falados e sua reprodução em áudio, gravado ou sintetizado.

Este padrão apresenta facilidade de navegação pelo texto, permitindo a reprodução sincronizada de trechos selecionados, o recuo e o avanço de parágrafos e a busca de seções ou capítulos. Possibilita também, anexar anotações aos arquivos do livro, exportar o texto para impressão em Braille, bem como a leitura em caractere ampliado. Todo texto é indexado, facilitando, assim, a manipulação através de índices ou buscas rápidas.

Além dos benefícios do Mecdaisy às pessoas com deficiência visual ou física que podem ter acesso à leitura sob a forma de áudio e texto digital, destaca-se que está disponível a metodologia para geração de livros neste padrão, que poderá ser utilizada gratuitamente nas escolas e instituições de educação superior, para garantia da acessibilidade.


-- Ações do MEC em prol da acessibilidade para pessoas com deficiência --

Com esta ação, o MEC efetiva o disposto no artigo 58 do Decreto nº 5296/2004, que estabelece: "O Poder Público adotará mecanismos de incentivo para tornar disponíveis em meio magnético, em formato de texto, as obras publicadas no País".

Em 2009, ressaltam-se outras importantes ações desenvolvidas por este Ministério, visando o pleno acesso dos alunos com deficiência visual:


a) A distribuição dos livros em Braille nos Programas do Livro MEC/FNDE, atendendo os 6.491 alunos com cegueira, da educação básica da rede pública;
b) A disponibilização de 2.100 laptops para os alunos com cegueira das escolas públicas, matriculados nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio;
c) A implantação de 625 salas de recursos multifuncionais com materiais didáticos/pedagógicos e equipamentos específicos para o atendimento aos alunos com deficiência visual;
d) A incorporação da lupa eletrônica nas 10.000 salas de recursos multifuncionais adquiridas em 2009;
e) O investimento de R$ 10.340.000,00 no projeto de modernização dos centros e núcleos de apoio pedagógico e produção Braille, CAP e NAPPB.
f) A oferta de 13.000 vagas em cursos de formação continuada de professores para o atendimento educacional especializado, em nível de extensão e especialização.
g) A implementação do programa de adequação arquitetônica das escolas, com recursos para acessibilidade espacial, como sinalização tátil.

Assim, a partir da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva e da regulamentação do financiamento para atendimento educacional especializado, por meio do Decreto nº 6.571/2008, o MEC amplia o apoio aos sistemas de ensino para a disponibilização de recursos de tecnologia assistiva nas escolas, alcançando significativos avanços na efetivação do direito de todos a educação.

Download

Leitura de livros usando o tocador MECDaisy

Após ter instalado o tocador MECDaisy no seu computador, você já pode começar a ler livros.

Para isso, abra o tocador e vá até a opção "Abrir livro". Esta opção pode ser acessada pelo atalho "A" ou pelo clique no botão "Abrir". Ao selecionar esta opção, será aberta uma janela para você escolher o livro que deseja ler.

O tocador já vem com dois livros disponíveis, são eles um trecho do livro "As primaveras" e o livro "Casa Velha". Para ler um desses livros, vá até a janela de abertura de livros (atalho "A") e navegue pelos diretórios do seu computador até encontrar o diretório NCEMEC. Nota: no Windows, este diretório estará em Arquivos de Programas. Para navegar pelos diretórios, selecione o diretório onde deseja entrar na lista ou se quiser ir para um diretório acima deste, use a opção "diretório acima", na lista de diretórios.

Ao encontrar o diretório NCEMEC, selecione o diretório MecDaisy e depois o diretório Livros. Lá estarão os livros que vêm instalados junto com o tocador. Entre no diretório do livro selecionado e na lista de arquivos, escolha o arquivo com extensão .opf, que é a extensão característica dos livros em formato DAISY. Para iniciar a leitura do livro, basta teclar "Enter" com o arquivo .opf selecionado, ou clicar no botão Ok.

À medida que você adquirir outros livros em formato DAISY, escolha uma pasta no seu computador para colocá-los.

Por que Daisy?
O formato DAISY é mais uma opção para tornar os conteúdos acessíveis igualmente a qualquer pessoa. Trata-se de uma tecnologia que permite conjugar texto, áudio e imagens para representar conteúdos como livros, artigos, etc.

Trata-se de um padrão recente que apresenta algumas vantagens para seus usuários.

Quando se trata da manipulação de livros, o formato DAISY permite que o leitor tenha acesso a vários recursos semelhantes aos que ele teria ao ler um livro em papel. Por exemplo, ao ler um livro em DAISY, o leitor pode:

* ir diretamente para uma determinada página,
* fazer anotações no livro,
* marcar um determinado trecho,
* navegar pelo índice do livro e ir direto a um capítulo ou seção.

Livros experimentais criados pelos Centros de Apoio Pedagógico do MEC

[   ]A Mão e a Luva.zip29-Oct-2009 10:22 167K
[   ]A_Mae_e_o_Anjo.rar29-Oct-2009 10:41 14K
[   ]A toupeira que queria ver o cometa.zip08-Oct-2009 08:43 1.3M
[   ]A viúva Sobral.zip29-Oct-2009 10:26 23K
[   ]Batalhão das letras 1.7z06-Oct-2009 13:56 484K
[   ]Chapéuzinho_vermelho.exe18-Sep-2009 15:25 3.3M
[   ]Chapeuzinho Amarelo.zip10-Sep-2009 20:31 7.2M
[   ]De Olho no Futuro 3 História - Manual.zip29-Oct-2009 10:25 19K
[   ]HISTÓRIAS DA AVOZINHA.rar08-Oct-2009 12:18 306K
[   ]Histórias que Acabam Aqui.zip08-Oct-2009 20:56 2.4M
[   ]Leão Praxedes.zip18-Sep-2009 16:26 347K
[   ]OCortico_criadoporNCE.zip09-Sep-2009 16:25 364K
[   ]O gato que gostava de cenouras.zip08-Oct-2009 10:43 622K
[   ]Passarinho engaiolado.zip17-Sep-2009 15:44 1.1M
[   ]omoradordacasamaluca.zip04-Oct-2009 12:43 2.0M


Envie carta para Antonio Borges, Lívia Monnerat, Victor Toso, João Sérgio suportemecdaisy@intervox.nce.ufrj.br
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22 de maio de 2010

Tomógrafo do HGE quebrado e pacientes sem exames

" Urgência e Emergência"

Hoje pela manhã o blog recebeu a informação que o Tomógrafo do HGE não funciona , e que vários pacientes necessitam realizar exames. Como o convênio com um grande hospital da cidade , já não mais existe , ficam os cidadãos Alagoanos a mercê da sorte no Hospital dito de Urgência e Emergência.
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A Saúde em Alagoas : Fotos do HGE e UEAL

O passado se confunde com a realidade do presente.Contra as fotos não há argumentos !A verdade dura e real de uma história na qual atos políticos ceifam vidas de civis !

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21 de maio de 2010

HGE : NOVO NOME, VELHOS PROBLEMAS

HGE de Alagoas em 18 de maio de 2010 .Agora é simplesmente Urgência e Emergência

Troca de letrinhas na fachada do serviço de saúde instalado em frente ao Trapichão! O HGE agora é simplesmente Urgência e Emergência. Chegou a se chamar, por uns dois ou três dias, Hospital de Urgência e Emergência. Depois, o hospital sumiu!

Mas ali já foi HPS (Hospital de Pronto Socorro), Unidade de Emergência Dr. Armando Lages e Coordenação de Emergências de Alagoas - Coemal (alguém se lembra?). O fato é que, além da troca das letrinhas, da porta para dentro “a maior emergência pública de Alagoas” continua a mesma.

Desde médicos até leitos, falta tudo. Superlotação constante, pacientes jogados pelo chão, e morrendo por falta de assistência, por falta de medicamentos, pelo agravamento de quadros de saúde em decorrência da falta de estrutura do hospital.

Para o gestor, ficar trocando letrinhas deve dar a sensação de estar fazendo alguma coisa como, por exemplo, enganando a população. Mas será que ainda tem quem se iluda com isso?

*** *** *** *** ***
Jornalista Responsável: Sandra Serra Sêca (Reg. MTE/AL359)
Estagiários: João Mousinho e Erika Ornelas - Contato: sinmedal@hotmail.com Acesse: www.sinmed-al.com.br
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Coluna Sinmed : ENTENDIMENTO EM PENEDO ; PSF: PROBLEMA NACIONAL e QUINTA ACADÊMICA


ENTENDIMENTO EM PENEDO

Profissionais de nível superior do PSF de Penedo chegaram a um entendimento com o prefeito Israel Saldanha. Depois de esclarecer sobre as dificuldades financeiras que o município está atravessando, o prefeito propôs a reincorporação, parcelada em duas vezes, a partir de junho, dos 30% que foram cortados da gratificação que compõe os salários dos servidores.
Médicos, enfermeiros e dentistas ficaram de discutir a proposta em assembleia marcada para a última sexta-feira. Até o fechamento da coluna não havia saído uma decisão, mas a tendência era de acatamento da proposta e encerramento da greve deflagrada na segunda-feira (10).

O prefeito reconheceu a importância do PSF para as comunidades assistidas, e apesar de o Sinmed ter ido até Penedo para apoiar o movimento e dialogar com o gestor em nome dos grevistas, Saldanha terminou se entendendo diretamente com uma comissão formada por médicos, dentistas e enfermeiras.

Para o Sindicato, a vitória conquistada em Penedo foi importante e mostrou a força de luta dos profissionais de nível superior do PSF. “Estão todos de parabéns. Foi importante a união dos médicos, enfermeiros e dentistas, em defesa não apenas de seus salários, mas do importante trabalho que desenvolvem junto às comunidades”, afirmou o presidente do Sinmed, Wellington Galvão.

Os servidores ainda vão negociar com o prefeito o pagamento retroativo dos valores descontados nos meses de abril e maio, já que a primeira parcela da reincorporação só acontecerá no salário de junho.

PSF: PROBLEMA NACIONAL

Durante reunião da Executiva da Federação Nacional dos Médicos, quinta-feira passada, em Belo Horizonte, o presidente do Sinmed, Wellington Galvão, propôs a realização de um grande evento nacional para discutir o trabalho médico no PSF, a função e a viabilidade do programa. 

Os problemas que ocorrem no PSF em Alagoas também são identificados em outros estados: baixos salários, a falta de condições éticas de trabalho e a contratação precária dos médicos. Em meio a diversos relatos de dirigentes da FENAM sobre a situação dos médicos do PSF em todo o país, a indicação de realização de um fórum nacional foi aprovada. 

A Federação começará a trabalhar na organização do evento, e deve convidar o Ministério da Saúde e Ministério Público do Trabalho. Será pedida uma audiência dos dirigentes da FENAM Eduardo Santana, Waldir Cardoso e Wellington Galvão com o ministro da Saúde José Gomes Temporão, nos próximos dias.
Também está prevista a realização de um ato público nacional, em Maceió, contra as novas determinações aprovadas em reunião da Associação dos Municípios de Alagoas (AMA), Cosems e Sesau para o trabalho médico no PSF.

E o Sinmed reforça o convite aos médicos e secretários municipais de saúde para que participem, quinta-feira, 27, do I Encontro Sinmed de Médicos da Família, partir das 9 horas, no auditório do Sindicato (rua Teonilo Gama, 186 – Trapiche).



QUINTA ACADÊMICA

Os centros acadêmicos dos cursos de Medicina da Ufal e Uncisal já se mobilizam para a realização de mais uma Quinta Acadêmica. A data ainda não foi definida.

A última Quinta Acadêmica, realizada no dia 13 passado, teve a presença do professor Manoel Sobrinho (Léo) que, na parte científica do encontro, fez uma apresentação sobre Sepse.

Na parte acadêmica, houve um debate sobre reformar curricular, com participação da professora Rosana Vilela, da Faculdade de Medicina da Ufal.

Fonte :SINMED
Jornalista Responsável: Sandra Serra Sêca (Reg. MTE/AL359)
Estagiários: João Mousinho e Erika Ornelas - Contato: sinmedal@hotmail.com Acesse: www.sinmed-al.com.br
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Caos na saúde pública em Alagoas : Acomodação de pacientes no HGE em desacordo com as normas técnicas e portarias da ANVISA

HGE de Alagoas (Área Vermelha em 18 de maio de 2010). Acomodação de pacientes em desacordo com as normas técnicas e portarias da ANVISA .
Distâncias nos leitos(Recomendação ANVISA)

Box= no  mínimo 3
 metros de largura. 1
metro em cada lateral e
mais 1 metro para a
cama;

Entre leitos= no
mínimo 2 metros com
 separação  “movél” entre
eles;

Pé da cama= 1,2 metro;

Entre leitos e
paredes= no mínimo 1
 metro.

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20 de maio de 2010

CFM intensificará vistorias : " O Conselho não vai deixar vulnerável o trabalho médico e é por isso que estamos construindo instrumentos nossos " (Emmanuel Fortes )

Qualidade: com a intensificação de seu papel fiscalizador, os conselhos
querem contribuir para evitar o sucateamento da rede de assistência

O Conselho Federal de Medicina (CFM) dará apoio aos conselhos regionais para executarem ações de fiscalização da atividade médica em todo o país. O objetivo é intensificar e capilarizar as vistorias em hospitais,consultórios,clínicas, postos de atendimento e demais estabelecimentos que prestam serviços médico-assistenciais. Serão observados se equipamentos, infraestrutura, estrutura gerencial e demais itens estão em níveis que garantam a segurança do trabalho.

Durante o I Fórum dos Departamentos de Fiscalização dos Conselhos de Medicina, promovido em 28 de abril, em Brasília, o 3º vicepresidente do CFM, Emmanuel Fortes Cavalcanti, enalteceu que é outorga da entidade a fiscalização. “Temos que ter a iniciativa e atuar na vanguarda para defender a medicina. O Conselho não vai deixar vulnerável o trabalho médico e é por isso que estamos construindo instrumentos nossos”, salientou.

Com a presença de representantes dos conselhos regionais de todo  o Brasil, foi discutida uma minuta de resolução que determina que “os conselhos regionais de medicina criem departamento de fiscalização da profissão e de serviços médico-assistenciais”.

Além da normativa, o CFM estuda investir em uma melhor estrutura operacional. O Departamento de Informática e Tecnologia do CFM apresentou um conjunto de ferramentas para auxiliar o trabalho. Minicomputadores, máquinas fotográficas e trenas digitais seriam algumas das ferramentas oferecidas à equipe para dinamizar as fiscalizações.

O 2º tesoureiro do CFM, Frederico Henrique de Melo, lembrou que uma das funções dos conselhos previstas na legislação é a fiscalização  do trabalho, não apenas do médico cidadão (pessoa física), mas também de estabelecimentos (pessoa jurídica).

“Os departamentos de fiscalização executam esse trabalho não só para diminuir as incorreções, as distorções, mas para trabalhar por uma medicina melhor, com um nível compatível com as exigências”, salientou.

Fonte: Portal Médico
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Codame proporá resolução sobre publicidade médica

Nova resolução: para o coordenador da Codame (1º à direita), há um
vácuo de regulamentação que precisa ser preenchido

A Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos (Codame) deve propor até novembro, ao plenário do Conselho Federal de Medicina (CFM), uma resolução estabelecendo regras para a publicidade médica. A decisão foi tomada em reunião realizada em 31 de março, em Brasília (DF), com a participação de representantes das Codames regionais. “Com as discussões iniciamos o trabalho de consolidação de regras abrangentes sobre esses assuntos.

O principal objetivo é que elaboremos, coletivamente, uma normatização para o tema”, disse o 3º vice-presidente do CFM e coordenador da comissão, Emmanuel Fortes. Para ele, alguns tipos de publicidade abordam a medicina como um fim o que não deveria acontecer. “A prática profissional deve ser um meio de tratamento das pessoas. Um médico não deve prometer resultados em peças publicitárias”, ressaltou. 

Outro tema abordado foi a necessidade de identificação do profissional em trabalho. O coordenador considera que “há um vácuo de regulamentação que precisa ser preenchido”. E complementa que os pacientes precisam ter acesso a informações precisas sobre os médicos que os atendem, como nome, número de registro e especialidade dados que ficariam expostos em carimbos, jalecos e placas de identificação.

Fonte:Portal Médico
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Emmanuel Fortes : ".. é essencial que o médico exerça o seu ofício com segurança "

Norma deve criar parâmetros para assistência em clubes Medicina do Esporte .
Cuidado com o atleta::  a Câmara de Medicina do Esporte pretende
qualificar a assistência oferecida aos que realizam atividade física
A definição de requisitos mínimos para a oferta de suporte médico em estabelecimentos esportivos e recreativos passou a ser a prioridade da Câmara Técnica de Medicina do Esporte do Conselho Federal de Medicina (CFM). “A resolução que trata do assunto em vigor precisa ser complementada com anexos que especifiquem o que é essencial para que o médico exerça o seu ofício com segurança”, disse Emmanuel Fortes, 3º vice-presidente do CFM e coordenador do grupo. A nova resolução deverá regulamentar a atuação médica em eventos com grande concentração popular (esportivos ou não). Com os parâmetros adotados, a câmara espera colaborar para reduzir o total de mortes e ocorrências relacionadas a atividades físicas profissionais e de lazer. Wilson Piazza, presidente da Federação  das Associações de Atletas Profissionais (Faap) e   exjogador  da seleção brasileira de   futebol, é um dos membros da câmara técnica. Ele acredita que a resolução diminuirá a exposição dos atletas a riscos.  “Muitos carregam sequelas graves. Frequentemente, a assistência que recebíamos era precária, o que reduziu nossa vida útil no esporte”,disse Piazza, que atualmente está com 67 anos.

Fonte: Portal Médico
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19 de maio de 2010

Buraco do Rato do HGE, e fios de Alta Tensão como Ratoeira





Ratos desfilam garbosamente pelo telhado de gesso do HGE de Alagoas, em meio a fios de alta tensão onde deverá ser um novo setor de Tomografia , colocando em risco de morte os funcionários de nível médio que possuem um cubículo com "camas" que mais parecem uma trincheira de guerra. Funcionários estão revoltados com o descaso que os gestores promovem com a segurança do trabalho naquela instituição.
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18 de maio de 2010

Diretoria pede para sair e Uncisal fala de intervenção na Santa Mônica



José Carlos Silver (no destaque) era diretor médico da Santa Mônica

Diretoria pede para sair e Uncisal fala de intervenção na Santa Mônica

Mortes de recém-nascidos, contaminação e falta de pessoal, principalmente de médicos pediatras, são problemas na maternidade


O ex-diretor médico da Santa Mônica, José Carlos Silver, entregou o cargo e orientou que seus colegas de diretoria fizessem o mesmo. A Reitoria da Universidade de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal), a qual a maternidade escola é vinculada, estaria divergindo da forma como a unidade vinha sendo administrada, além de estar insatisfeita com a repercussão negativa das notícias sobre o elevado número de mortes de recém-nascidos.

Por outro lado, a diretoria estaria também insatiafeita com a falta de apoio da reitoria, que não oferecia recursos necessários ao funcionamento adequado da maternidade. Os problemas que se acumulam vão desde a insatisfação salarial dos profissionais até a falta de espaço físico, passando pela constante superlotação, falta de pessoal auxiliar, desabastecimento e sobrecarga de trabalho para os médicos, que são poucos para a elevada demanda da maternidade.

Depois do pedido de exoneração do diretor médico, e diante da disposição dos demais diretores de se afastarem dos respectivos cargos, a Reitoria da Uncisal decidiu nomear uma comissão para administrar a maternidade, até 2011, quando terminaria a gestão da diretoria que se afastou e que foi eleita pelo voto direto. A diretoria provisória foi anunciada como intervenção na Santa Mônica, com a justificativa de que a diretoria afastada não estava conseguindo administrar com eficiência a maternidade que, por isso, estaria constantemente mergulhada no caos.

De acordo com a própria Uncisal, o grupo que assume a partir de agora o comando da Maternidade Santa Mônica tem um criterioso plano de ação a cumprir, que será acompanhado pela Reitoria. Resta saber se o plano de ação inclui mais médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares e enfermagem, manutenção, abastecimento de medicamentos e outros insumos, ampliação de espaço físico, compra urgente de equipamentos, além de suprir outras carências antigas da maternidade.

Para os médicos da Santa Mõnica, se no pacote dos interventores faltar pelo menos um dos itens acima citados, a tendência é que a situação na Santa Mônica continue a mesma. Ou seja: um caos sem fim, com muitos recém nascidos morrendo em decorrência da falta de responsabilidade dos gestores.



Fonte

Ascom Sinmed - Fotos: Alagoas 24 horas e Sinmed
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O Fechamento da Unidade de Emergência Armando Lages e mais Dinheiro para uma nova reforma, com direito a lixo ,ratos,baratas e escorpiões

Rampa da antiga UEAL em 18 de maio de 2010

Volta ao passado recente em 23 de outubro de 2008:
A Unidade de Emergência foi fechada, ontem, com todos os pacientes sendo transferidos para o HGE.

Vilela destacou ainda que a reforma da Unidade de Emergência, orçada em cerca de R$ 1 milhão, vai fazer com que o Hospital Geral do Estado ganhe mais 70 leitos. “Passaremos a disponibilizar mais de 400 leitos e uma estrutura moderna, com capacidade de oferecer atendimento de saúde com qualidade para o alagoano”, assegurou

Nos dias atuais...... Maio de 2010

Há 2 dias atrás ratos passeavam no dormitório do nível médio do HGE, conforme relatos de funcionários. Encontraram ainda tapurus em alimentos. Baratas e escorpiões é presença marcante no território hospitalar. Tenho certeza que a Vigilância Sanitária seria bem -vinda para cumprir o seu papel,como também a visita do CCZ ( Centro de Controle de Zoonoses).






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Cadê o Hospital ? Mais uma troca de letreiro no HGE de Alagoas



HGE de Alagoas em 18 de maio de 2010
Em apenas 72 horas os pais da criança ainda não sabem como chamar o bebê . Ontem a noite, foi retirado as letras que formavam o nome HOSPITAL, na fachada do HGE, ficando somente na identificação URGÊNCIA E EMERGÊNCIA. Talvez estejam estudando a numerologia para saber qual o melhor nome de batismo que venha atrair boa sorte ao Grande Elefante Branco !

Como ajuda deixo o LINK de pesquisa

HGE em 14 de maio de 2010

Uma pergunta : Quanto custa cada letrinha ?
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