Maceió- AL -

30/06/10

Resultado Final do Processo Seletivo da Saúde em Alagoas

Período de Inscrição foi: de 05/05/2010 a 14/05/2010
Local de Inscrição: Via Internet / COPEVE
Taxa de Inscrição: Gratuito (necessário envio de documentação via Correios)
Escolaridade: Fundamental, Médio e Superior
Vagas: 630
Remuneração: de R$563,00 até R$2.492,25 (+vantagens)
Data das Provas:
Data de Divulgação do Resultado: 30/06/2010


   Resultado Definitivo

 Resultado Definitivo - Deficientes

27/06/10

Cidades castigadas pelas chuvas precisam de médicos

     Cidades castigadas pelas chuvas precisam de médicos

Prefeituras apelam por atendimento voluntário, mas também farão contratações temporárias


Os municípios alagoanos castigados pelas enchentes necessitam de médicos para prestar assistência às vítimas. Algumas prefeituras estão pagando por plantões, mas os que não têm condições de fazer contratações extras estão pedindo a solidariedade dos médicos em atendimentos voluntários.

Os médicos que puderem trabalhar voluntariamente, ou que tiverem disponibilidade para contratação temporária para plantões, podem entrar em contato com o Sinmed, para onde as prefeituras estão enviando os apelos para a obtenção de médicos.

Secretários municipais de Saúde que entraram em contato com o Sindicato disseram que a situação em seus municípios é desesperadora. Os relatos são praticamente idênticos. Doenças relacionadas às chuvas começam a surgir, atingindo principalmente crianças e idosos. Em muitas cidades, postos de saúde foram destruídos e estoques de medicamentos e material de atendimento foram perdidos.

Por isso, apela-se também para os médicos que disponham de recursos para ajudar os municípios o façam de imediato. O Sinmed também está recebendo donativos de roupas, agasalhos, colchões, cobertores e alimentos não precíveis para envio às vítimas das chuvas.



Fonte

Ascom Sinmed

26/06/10

Humanização do Gestor ,para Humanizar a Saúde: HDT (Hospital Hélvio Auto), a "sala" de espera infernal !

Setor de Pronto Atendimento do HDT
Era um sábado, 12 de junho de 2010. O calor escaldante de uma cidade litorânea e uma fila para atendimento que aumentava vertiginosamente a proporção que ambulâncias chegavam com pacientes apresentando quadro clínico sugestivo principalmente  de DENGUE. O teatro operacional era nada mais e nada menos que o ambulatório do Hospital de Doenças Transmissíveis ,o atual Hospital Escola Dr. Hélvio Auto. Enquanto do lado de fora o cidadão padecia com as dores no corpo e com a  febre , mais um vilão evitável fazia parte do cenário infernal: O calor insuportável que fazia e faz no indigno setor de espera para atendimento do HDT.Os raios do sol penetram no ambiente com facilidade.As paredes que isolam a pequena área impedem ,a circulação do ar. A sensação térmica era semelhante a sentida ao entrar em um carro fechado em pleno meio dia ! Era de cortar o coração ouvir os lamentos daqueles que esperavam o atendimento médico por mais de 2 horas. O único local climatizado era no interior do setor ambulatorial logo após a porta de entrada  ,no segundo  consultório localizado a esquerda . 

 A "sala" de Espera do HDT !
No consultório modesto, uma maca e um bureau. Uma médica de voz mansa e serena atendia gentilmente com um misto de resignação e angústia. Me dizia que era humanamente impossível e inaceitável presenciar diariamente situações que se tornaram rotineiras no hospital, principalmente nos finais de semana quando na escala só existe um profissional para todo o atendimento a nível ambulatorial,internamento, e intercorrências internas etc).Prosseguindo ainda me mostrou as salas de observação onde os pacientes recebem medicações,e aguardam exames até a definição do seu destino.Mais calor e um ambiente totalmente insalubre, principalmente naquela tarde de grande fluxo.Foi nesse exato momento que tive a sensação de me encontrar na Sucursal do Inferno !

Mário Augusto


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SINMED FAZ CAMPANHA PARA AJUDAR VÍTIMAS DAS ENCHENTES


Desde a última segunda-feira, o Sindicato dos Médicos está arrecadando donativos para ajudar as vítimas das enchentes em Alagoas. No posto de arreca-dação montado na sede da entidade, no Trapiche, estão sendo recebidos alimen-tos não perecíveis, roupas, agasalhos, calçados, lençóis, cobertores e colchões. Tudo o que for arrecadado será encaminhado para o Exército, que integra os es-forços de assistência aos municípios que foram assolados pelos temporais e so-freram destruição, deixando milhares de famílias desabrigadas, além de ter cau-sado mortes.

Paralelamente à arrecadação de donativos, o Sinmed lançou uma campa-nha junto aos médicos para que participem, solidariamente, da ajuda às vítimas, prestando assistência à população. Para a diretoria do Sindicato, o momento é de envidar todos os esforços possíveis no sentido de minimizar o sofrimento da po-pulação atingida, e trabalhar para evitar que casos de doenças típicas desse tipo de tragédia tomem proporções de epidemias.

Em vários municípios, postos de saúde e hospitais foram destruídos, as equipes do Programa Saúde da Família não têm onde trabalhar, a população está precariamente abrigada em igrejas, terminais rodoviários, escolas e outros prédios públicos, mas também estão sendo improvisados postos de atendimento à saúde. Então, é importante que os médicos desses municípios se façam presentes e prestem a assistência que for necessária.

Muitas prefeituras, inclusive as de municípios que foram menos atingidos, estão reforçando os efetivos de médicos nos hospitais e postos de atendimento para afastar os riscos de epidemias. Estão sendo feitas contratações temporárias e recrutamentos de médicos para plantões. Nas cidades que foram totalmente devastadas, pede-se a apresentação de médicos voluntários.

Esta não é a primeira vez que o Sinmed realiza campanha para ajudar víti-mas de catástrofes naturais no Estado. A primeira aconteceu na década de 1990, com a arrecadação de donativos para vítimas das chuvas em Maceió. Desde então, sempre que necessário, o Sinmed participa da mobilização da população e dos médicos em campanhas de solidariedade, sempre com bons resultados.


SOLIDARIEDADE QUE VEM DE LONGE

Depois de relatar a situação vivida por milhares de alagoanos vitimados pelas chuvas da semana passada, e pedir a solidariedade a médicos de todo o país, a diretoria do Sinmed foi informada, na última quinta-feira, do envio de uma equipe do Hospital Conceição, de Porto Alegre (RS). Os 20 profissionais de saúde, sendo oito médicos, chegaram sexta-feira (25), para participar do atendimento aos flagelados das enchentes. O apelo do Sinmed foi levado a entidades médicas de todo o país, através das listas de discussões da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), resultando, inicialmente, na vinda desta equipe.

Na próxima terça-feira (29), em reunião da FENAM, o representante do Sinmed na entidade, Wellington Galvão, fará um relato detalhado da situação no Estado, e voltará a mobilizar a categoria médica brasileira, que já tem muitos representantes atuando no socorro às vítimas alagoanas.

Hospitais de campanha já foram montados nos municípios mais atingidos e trabalham neles médicos e outros profissionais de saúde vindos de estados como o Rio de Janeiro e São Paulo, entre outros. Também merece destaque o trabalho desenvolvido pelos homens do Corpo de Bombeiros, no socorro aos desabrigados e também na busca de vítimas que ficaram isoladas depois dos temporais e transbordamento dos rios Mundaú e Paraíba.

Fonte: SINMED

Lar São Domingos prorroga inscrições para cursos do ProJovem

As inscrições para os cursos de Alimentação e Administração do programa ProJovem Trabalhador - Juventude Cidadã, do Lar São Domingos, em Maceió, foram prorrogadas até o próximo dia 30 de junho (quarta-feira), de 8 às 17 horas.

A prorrogação foi definida em função dos festejos juninos, dos jogos da Copa do Mundo e da tragédia das enchentes que atingiram o Estado de Alagoas. Podem se inscrever para os cursos, que terão duração de seis meses, jovens de 18 a 29 anos que tenham concluído ou não o ensino fundamental ou médio.

Os cursos, com a finalidade de atender às oportunidades de empregos nas indústrias, hotéis e outras empresas que estão sendo implantadas em Alagoas, são realizados pelo Lar São Domingos em parceria com o Governo do Estado, através da Secretaria do Trabalho, Emprego e Renda, e o Governo Federal.

Para a inscrição são exigidas cópias em xerox dos documentos: identidade (RG), CPF, comprovante de endereço e declaração ou histórico escolar.

Os jovens participantes dos cursos receberão uma bolsa-auxílio mensal, no valor de R$ 100,00, além do kit de material escolar e lanche.
Mais informações, na Coordenação Pedagógica do Lar São Domingos, pelo telefone 82-2121-1300 – ramal 1309.

Iremar Marinho – 8833-4357
Assessor de Imprensa da Seter – Governo do Estado

24/06/10

S.O.S Alagoas : Doações de agasalhos, cobertores, colchões, mantimentos, água potável ..



Fotos da Tragédia


 Email recebido da amiga Fátima Melo:
Muito triste!! Eles vão precisar de muita ajuda e oração, que Deus ilumine cada um nesse momento de dor.

Amigos,

Sei que estamos em época de festa, copa do mundo, são joão...Tantos motivos para comemorar, no entanto não podemos ficar alheios ao sofrimento de milhares de alagoanos atingidos pelas chuvas.

Vamos fazer uma corrente de solidariedade.

Doações : agasalhos, cobertores, colchões, mantimentos, água potável...

- 1º Grupamento de Bombeiros Militar (1º GBM) – Rodovia 316, Km 14, Tabuleiro dos Martins, próximo a Policia Rodoviária Federal, 3315-2900 / 3315-2905.

- Grupamento de Socorros de Emergência (GSE) – Conjunto Senador Rui Palmeira, S/N, 3315-2400.

- Subgrupamento Independente Ambiental (SGIA) – Av. Dr. Antônio Gouveia, S/A, Pajuçara, próximo ao Iate Clube Pajuçara, 3315-9852.

- Quartel do Comando Geral (QCG) – Av. Siqueira Campos, S/N, Trapiche da Barra, próximo a Pecuária, 3315-2830.

- Defesa Civil Estadual (CEDEC) - Rua Lanevere Machado n.º 80, Trapiche da Barra, próximo a Pecuária, 3315-2822 / 3315-2843.

- Grupamento de Salvamento Aquático (GSA) – Av. Assis Chateaubriand, S/N, Pontal, próximo a Braskem, 3315-2845.
 Sinmed abre posto de coleta de donativos para as vítimas das chuvas em Alagoas

22/06/10

As Sindicâncias Instauradas na Saúde de Alagoas



A postagem relembra fatos que foram veiculados pela imprensa Alagoana sobre o tema : Sindicâncias instauradas pela Secretaria da Saúde de Alagoas no decorrer de 2 anos.Vale a pena relembrar o que foi e o que é notícia nos bastidores da "saúde " caeté !


A) Denúncias levam reitor a determinar sindicância no hospital Portugal Ramalho

Diretoria a unidade é acusada de desviar recursos públicos e prática de nepotismo

O reitor da Universidade Estadual de Ciências da Saúde, professor André Falcão, fez publicar no Diário Oficial da última terça feira, dia 18, portaria instituindo uma Comissão de Sindicância com o objetivo de "apurar denúncias formalizadas contra a Gerência do Hospital Escola Portugal Ramalho, no prazo de 30 (trinta) dias improrrogáveis". Constituem a Comissão de Sindicância as servidoras Maria Tereza Rocha Raposo e Tereza Cristina Moreira da Silva. O mesmo hospital já vem sendo investigado pelo Ministério Público Estadual em função de graves indícios de ilegalidades administrativas.

Segundo as denúncias até banheira de inox e motosserra foram adquiridos com dinheiro público para o Hospital Portugal Ramalho na gestão da diretora-geral Rosimeire Rodrigues Cavalcante. É o que indicam as Ordens de Fornecimento empenhadas por aquela unidade vinculada à Uncisal (Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas). Outro fato que chama a atenção é que grande parte das compras e serviços alcança em média R$ 7.950,00, escapando assim da licitação exigida para va-lores iguais ou superiores a R$ 8.000,00, de acordo com a Lei Federal nº 8666.

Direção do hospital é acusada de burlar licitações para desviar recursos públicos

As Ordens de Fornecimento revelam ou-tros fatos que despertam a atenção, como a preferência por uma empresa pertencente a um primo do gerente administrativo daquela unidade hospitalar, a DYTCOM - Comércio e Representações Ltda., sediada em Recife, que sempre ganha as comparações entre empresas. Foi a DYTCOM quem forneceu ao hospital, no mesmo mês e ano, uma impressora a laser por R$ 7.850,00 e uma impressora e uma copiadora por R$ 7.999,00.

Entre os itens que compõem a Ordem de Fornecimento com empenho nº 9365, cujo valor total é de R$ 7.960,00, estão uma gui-lhotina para ferro que custou aos cofres públicos R$ 2.085,00, uma guilhotina para papel que custou R$ 1.750,00 e, apesar de haver apenas algumas árvores de médio porte no hospital, uma motosserra adquirida por R$ 2.100,00.

Também causam estranheza as compras de uma banheira em aço inox 316 com bordas arredondadas por R$ 5.950,00, dois freezers horizontais 450 litros por R$ 4.590,00 e 4 frigobares 130 litros por R& 3.400,00. A unidade hospitalar também gastou R$ 7.888,00 com a compra de chapas e tubos de aço inox, contemplando a Comercial Guriri Ltda., também sediada em Recife.

A construção do auditório Rosimeire Rodrigues também exigiu muito dinheiro público, a exemplo da escada metálica adquirida por R$ 7.800,00.

Os contratos para manutenção dos equipamentos e serviços do Portugal Ramalho também chamam a atenção pela coincidência da média de valores. O serviço de manutenção preventiva e corretiva em aparelhos de ar condicionado e água, por exemplo, custou R$ 7.980,00, enquanto o serviço de manutenção preventiva e corretiva de equipamentos dos setores de esterilização, nutrição, odontologia e 34 ventiladores de vários setores do hospital foi comprado por R$ 7.820,00. Outros contratos para finalidades afins também foram adquiridos por valores que por pouco não atingem os R$ 8.000,00, como para manutenção das estruturas físicas nos diversos setores da unidade, das estruturas no ambulatório de egressos e rede lateral externa de esgotamento sanitário e dos setores da intercorrência clínica.

Diretora rebate dizendo que problema é "eleitoreiro"

Rosimeire Rodrigues, a diretora do hospital, disse que todas as denúncias são "eleito-reiras" e atribui as denúncias uma das chapas que concorre à eleição da Uncisal, que ocorre no próximo dia 31."Funcionários, servidores e estudantes da Uncisal apóiam uma chapa e isso deve estar incomodando", colocou a médica acusada que é uma das principais coordenadoras da campanha da candidata a reitoria da Uncisal, Rozangela Wyszomirska

A diretora do Portugal Ramalho garantiu que possui relatórios com as movimentações financeiras do hospital que comprovam que não houve irregularidades em compras, contrariando as denúncias.

"Essa denúncia está ligada à política, às eleições. Nós temos documentos que comprovam que nada é ilegal, nós compramos sempre mais barato", colocou a médica acrescentando estar tranqüila em relação ao procedimento determinado pelo reitor da Uncisal.

Para especialista existem indícios de ilegalidades nas compras

Para o procurador Pedro Oliveira (foto), professor e especialista em Licitações e Contratos "Não se pode atribuir crime sem o resultado da análise final das provas, mas há reais indícios de manipulação nessas contratações. É impossível um número de compras e serviços todos com valores de apenas alguns reais e as vezes até centavos pró-ximos ao limite legal para se exigir licitação. Tanto existem os indícios que o reitor da Uncisal determinou a abertura de sindicância para apurar os fatos, o que aliás não vejo como o caminho correto. Para que o governo tem um órgão de controle interno, no caso a Controladoria Geral, com técnicos eficientes e com instrumentos capazes de detectar quaisquer irregularidades? Já que o Tribunal de Contas e o Ministério Público não estão agindo como deveriam, que se use os mecanismos da administração. Inclusive problemas dessa natureza seriam evitados se algumas instituições da Administração estadual, com estruturas gigantes como é o caso da Uncisal, tivessem seu próprio órgão de controle interno, o que é aconselhável pela transparência, lega-lidade dos atos administrativos e a conseqüente eficiência visando o inte-resse público a que todos somos obrigados."

Fonte: Extra Alagoas - AL
25/08/2009 - 10:26


B) Sesau determina abertura de sindicância para apurar morte de criança no Dayse Breda




A comissão iniciará amanhã o trabalho de apuração dos fatos e num prazo de 30 dias apresentará um relatório final da sindicância.


A secretaria estadual da Saúde (Sesau) vai abrir sindicância para apurar a responsabilidade na morte da pequena Nathaly Guedes, ocorrida na noite do último sábado (1), na Clínica Dayse Breda, no bairro Levada. A determinação foi dada na manhã de hoje (4) ao superintendente de Atenção à Saúde, Vanilo Soares da Silva, pelo secretário da Saúde, André Valente, tão logo tomou conhecimento do fato.

Mostrando indignação, André Valente disse não admitir que fatos dessa natureza possam ocorrer e revelou que aguardará o resultado dos trabalhos da comissão. “Não vamos permitir quer a falta de assistência possa provocar a morte de nenhum alagoano. Em toda unidade existe a escala de plantão que informa qual profissional atua naquele determinado horário. É estranho que tenha acontecido à falta de assistência conforme denunciado; esta não é a nossa orientação. Somente uma investigação poderá apontar se houve ou não negligência”, antecipou.

“Lamento o episódio e apresento condolências pelo momento de dor e angústia da família de Nathaly Guedes. Estou colocando nossa equipe à disposição dos familiares de Nathaly para ajudarmos no que for possível. Posso garantir que a comissão que será formada ouvirá todas as partes envolvidas, impedindo-me fazer qualquer juízo de valor intempestivamente”, comentou o secretário.

A direção do Dayse Breda informou que ao contrário do que foi veiculado na matéria do jornal Gazeta de Alagoas, existiam médicos de plantão durante todo o sábado, tendo, inclusive, no momento do atendimento à menor a presença de dois profissionais, sendo o médico Israel Gomes responsável pelo atendimento.

De acordo com o prontuário médico, ficou constatado que a menor deu entrada as 19h45 na clínica, sendo atendida e medicada às 20h, ou seja, apenas 15 minutos depois que chegou ao Dayse Breda. O óbito da menor foi constatado às 20h30 devido à gravidade do caso.

A direção do Dayse Breda informa também que em nenhum momento, ao contrário do que foi escrito na matéria, que a jornalista ou qualquer pessoa deste veículo de comunicação procurou ou falou com alguém da diretoria desta instituição, que se coloca à disposição deste e de qualquer jornal para o devido esclarecimento.

Segundo Vanilo Soares, a comissão iniciará amanhã o trabalho de apuração dos fatos e num prazo de 30 dias apresentará um relatório final da sindicância.

Fonte: Ascom/Sesau-AL (Enviado por Ednar Costa em ter, 04/11/2008 - 17:02.)

C) Sesau institui comissão de sindicância para apurar morte no HGE


A comissão, formada pelos servidores Paulo José Castro Lisboa, Kristhyna Régis de Mello, Maria das Graças Remigio Buarque, Tânia Maria Lamenha Teodósio, tem prazo de até 30 dias para apresentação de relatório.

O secretário da Saúde determi~ou Kr2peqa l sindic�2 cij paqapurar os fatos


A Secretaria de Estado da Saúde publicou, nesta terça-feira (21), no Diário Oficial, portaria que institui a comissão de sindicância que vai apurar a morte da paciente Josefa Lima da Silva, 76 anos, falecida no último dia 19, no Hospital Geral do Estado (HGE).

A comissão, formada pelos servidores Paulo José Castro Lisboa, Kristhyna Régis de Mello, Maria das Graças Remigio Buarque, Tânia Maria Lamenha Teodósio, tem prazo de até 30 dias para apresentação de relatório.

Segundo o prontuário médico, a paciente foi internada no HGE por volta das 10h04 do último domingo, apresentando quadro clínico de dispnéia (falta de ar) e, após ter sido medicada, foi transferida para a Área Azul, onde morreu às 16h10.

“Estou indignado com a morte desta senhora e como gestor tenho a responsabilidade de determinar a apuração deste caso; não compactuo com qualquer irregularidade que por ventura possa ter acontecido”, afirmou o secretário da Saúde, Herbert Motta.

Ele disse, ainda, que será instalada uma Câmara Técnica que irá estudar o perfil dos pacientes atendidos no HGE. “Os números mostram que 85% dos seus pacientes deveriam ser tratados em outras unidades e precisamos definir para a população quais as unidades que cada município dispõe para cada tratamento específico, como diabetes e asma de baixa intensidade, casos que costumam lotar o HGE”, disse.

Para ele, os números apontam uma efetiva melhora no fluxo dos pacientes do interior. “O que representava 50% do atendimento no HGE, hoje só chega a 15%, isso mostra que a política de incentivo às equipes de atenção básica no interior está correta”, defendeu.



Fonte: Ascom/Sesau-AL(Enviado por luciana.mendonca em ter, 21/07/2009 - 17:46.) Leia mais sobre essa reportagem Clique aqui

D) Sindicância vai apurar morte de bebê na Santa Mônica

Motta: "Vamos apurar as responsabilidades para constatar se houve negligência ou omissão de socorro; o Estado investe R$ 6 milhões por ano do Promater para garantir atendimento de qualidade e humanizado nas maternidades da capital e do interior".

Sindicância vai apurar morte de bebê na Santa Mônica
Técnicos da Sesau realizaram uma visita técnica em todas as maternidades da rede pública da capital.


O secretário da Saúde em exercício, Herbert Motta, determinou na manhã desta terça (30) a abertura de sindicância para apurar a morte de um bebê ocorrida na Maternidade Escola Santa Mônica. Maria José da Conceição, 23 anos, estava grávida de nove meses quando foi atendida pela maternidade na segunda (29) e orientada pela equipe médica a repousar em sua residência por ainda não estar em trabalho de parto.

Também na manhã de hoje, Herbert Motta, o defensor público Eduardo Lopes e a secretária-adjunta de Saúde de Maceió, Vera Elias, se reuniram para adotar outras providências referentes ao caso. Segundo Motta, técnicos da Secretaria de Estado da Saúde realizaram uma visita técnica em todas as maternidades da rede pública da capital para verificar as condições de funcionamento das unidades.

"Vamos apurar as responsabilidades para constatar se houve negligência ou omissão de socorro; o Estado investe R$ 6 milhões por ano do Promater para garantir atendimento de qualidade e humanizado nas maternidades da capital e do interior", informou, lamentando o episódio.

Motta deixou claro que a saúde é única e colocou toda estrutura da Sesau à disposição do município de Maceió, principalmente neste final de ano. “Estado e Município estão juntos e reunindo esforços. Saúde não pode ser tratada de forma isolada ou transferindo responsabilidades porque todos nós somos co-gestores do sistema. O que não pode acontecer é um fato dessa natureza, quando o governo investe anualmente mais de R$ 6 milhões/ano na rede materno-infantil”, criticou, advertindo que o Estado está agindo rápido e “cobrará responsabilidades”.

De acordo com Veras Elias, até amanhã o município de Maceió vai apresentar um relatório contendo escalas de serviços e as equipes que vão atuar até o próximo dia 6 de janeiro de 2009. Ela assegurou que o Complexo Regular Assistencial (Cora), que atende pelo número 3315-7339 e regula os leitos de maternidade na Capital, estará de plantão permanente. Para os casos em que o Samu necessite ser empregado, a Sesau disponibilizou o serviço para o transporte de gestantes.

“Essa iniciativa dos gestores mostra que eles não estão alheios aos problemas no sistema, embora precisemos reparar essa tragédia. Vamos colocar nossos serviços à disposição da família e buscar uma indenização por danos morais”, adiantou o defensor público Eduardo Lopes.

Fonte: Ascom/Sesau-AL(Enviado por Ednar Costa em ter, 30/12/2008 - 16:10.)



E) Secretário de Saúde descarta infecção hospitalar na Santa Mônica e cobra apuração






"O ideal era que não ocorresse nenhuma morte, porque sabemos a dor pela qual passam as famílias. No entanto, é preciso deixar claro que não abriremos mão da investigação", afirmou o secretário, assegurando apoio e parceria aos gestores e direção da Uncisal.

Herbert Motta assegura apoio e parceria para Uncisal e Santa Mônica




O secretário da Saúde, Herbert Motta, a reitora da Universidade de Ciências da Saúde (Uncisal) e a direção da Maternidade se reuniram nesta quinta-feira (29) para discutir o relatório parcial apresentado pela Vigilância Sanitária Estadual, após trabalho de investigação realizado pelos técnicos para constatar as causas dos óbitos naquela unidade.

As informações levantadas pelos profissionais da Vigilância revelam a inexistência de surto de óbitos ou infecção hospitalar. "Ao contrário do foi divulgado, as estatísticas na unidade também mostram que houve acentuada queda no número de óbitos de recém-nascidos registrados este mês", defende o secretário.

Herbert Motta também aproveitou o momento para tranquilizar a população em relação ao atendimento da maternidade Santa Mônica, que é referência na assistência a gestantes e crianças de alto risco. Segundo Motta, a unidade vai continuar prestando atendimento normalmente aos usuários pelo fato de não existir motivos para a desativação da Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

“As informações que foram veiculadas sobre os óbitos ocorreram de forma equivocada. Pedimos que todos fiquem tranquilos e confiantes na qualidade do serviço oferecido pela maternidade, porque está mais que comprovado que não há surto de infecção hospitalar”, disse o secretário, acrescentando que a rede materna e infantil não sofre a falta de leitos.

"Estamos investindo e ampliando a oferta de vagas na rede como, por exemplos, as obras de reforma dos leitos de UCI do Hospital Universitário (HU), previstas para serem concluídas em 15 dias e na Unidade Mista Senador Arnon de Mello, em Piranhas", aponta.

De acordo com os números apresentados, em abril de 2009 ocorreram 27 óbitos de bebês contra 19 no mesmo período de 2010. Dos recém-nascidos que faleceram 12 eram oriundos de outros municípios alagoanos e chegaram à maternidade depois de mais de 3 horas de viagem com o quadro de saúde bastante agravado. Algumas dessas crianças apresentavam cardiopatias, má formação e prematuros com menos de 35 semanas.

"O ideal era que não ocorresse nenhuma morte, porque sabemos a dor pela qual passam as famílias. No entanto, é preciso deixar claro que não abriremos mão da investigação", afirmou o secretário, assegurando apoio e parceria aos gestores e direção da Uncisal.

Segundo a reitora da Uncisal, Rosangela Wyszomirsrka, foi feito um levantamento sobre o número de óbitos, entre 2006 e 2009, que constatou uma redução de 100 casos. “A taxa de infecção de UTI neonatal está em queda e o bebês que chegam à maternidade de alto risco são de mães que, muitas vezes, não tiveram pré-natal adequado”, disse a reitora, reafirmando que a maternidade Santa Mônica continuará sendo uma unidade de referência para o SUS.

Uma comissão com representantes da Sesau, Uncisal e Maternidade Santa Mônica será formada para acompanhar as ações da casa maternal relativas à manutenção, inclusive os primeiros passos para viabilização da reforma que será realizada ainda este ano, cujo projeto arquitetônico já está pronto. A obra terá duração de dez meses a um ano e custará em torno de R$ 1,2 milhão.



Fonte: Ascom/Sesau-AL(Enviado por luciana.mendonca em qui, 29/04/2010 - 18:47.)




Leia mais para entender a postagem anterior e  os  imbróglios :
Ministério Público de Alagoas : Mortes na Maternidade

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Reitora aponta irregularidades na Santa Mônica afastando toda a gerência da maternidade : Assume a vaga interinamente a pró-reitora estudantil Rosimeire Rodrigues

Ex-gerente da Santa Mônica denuncia reitoria da Uncisal Defensoria Pública pede explicação sobre mortes de recém-nascidos na Maternidade Santa Mônica


F) Paciente encaminhada ao necrotério não apresentava sinais vitais, esclarece HGE


A gerência do hospital informa ainda que vai abrir sindicância para averiguar o caso internamente.

A suspeita é de que a paciente sofreu catalepsia ou efeitos adversos de medicações.
Ascom / HGE



A gerência do Hospital Geral do Estado (HGE) vem a público esclarecer que a paciente Divacir Cordeiro dos Santos, 60 anos, deu entrada na área vermelha, destinada a pacientes de alto risco, com quadro clínico de dispnéia (falta de ar) e sinais de Acidente Vascular Cerebral (AVC), nesta terça-feira (15), às 16h48, procedente do município de Atalaia.

Trata-se de paciente diabética e hipertensão que evoluiu com rebaixamento de nível de consciência e foi submetida a procedimento de ventilação artificial. Na sua evolução, apresentou sinais clínicos de morte (sem pressão, batimentos e respiração). A equipe de plantão tentou manobras de ressuscitação, mas não obteve êxito.

Esclarece que, a paciente foi encaminhada ao necrotério quando se percebeu que a mesma estava com movimentos, inicialmente compatíveis com espasmos pós-morte, mas chamou à atenção a frequência elevada. A paciente foi reexaminada pela equipe médica e ficaram constatados sinais de vida.

Ela foi reencaminhada imediatamente à Área Vermelha e, no momento, a paciente encontra-se entubada, sedada, com quadro clínico gravíssimo. A suspeita é de que ela sofreu catalepsia ou efeitos adversos de medicações.

A gerência do hospital informa ainda que vai abrir sindicância para averiguar o caso internamente. Por fim, esclarece que, em nenhum momento, a paciente deixou de ser assistida pelos profissionais de plantão.

O Hospital Geral do Estado (HGE) é um hospital de referência no Sistema Único de Saúde, em Alagoas, para tratar casos de urgência e emergência.

Atenciosamente,

A gerência.

Fonte: Ascom/Sesau-AL(Enviado por Ednar Costa em qua, 16/06/2010 - 11:59.)

G) Nota de Esclarecimento
Sesau divulga nota sobre morte de paciente em Arapiraca

Unidade de Emergência Dr. Daniel Houly, em Arapiraca, vai instaurar sindicância para apurar denúncias

Secretaria de Estado da Saúde
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), por meio da Gerência Geral da Unidade de Emergência, Dr. Daniel Houly, em Arapiraca, informa que será instaurada uma sindicância com o objetivo de apurar todas as possíveis denúncias no atendimento do paciente, Janderson Aquino da Silva, que faleceu em decorrência de uma infecção generalizada.

Acrescenta ainda que o médico Jean Rafhael foi designado para presidir a comissão de ética que irá analisar todos os registros no prontuário do paciente, desde a documentação detalhada relativa ao horário de sua entrada e os procedimentos realizados durante o período em que o paciente esteve internado naquela unidade hospitalar.

Também fica determinado que a Gerência Geral do Dr. Daniel Houly preste a devida assistência aos familiares para os esclarecimentos necessários face às denúncias. Por fim, a Secretaria de Estado da Saúde e a Gerência Geral condenam e desmentem a informação de que houve paralisação de alguma atividade do hospital, em função de atraso de salário de seus servidores, uma vez que o Governo mantém o compromisso de pagar os salários em dia.

Secretaria de Estado da Saúde

Fonte:Agência Alagoas - AL
27/11/2009 - 19:37


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21/06/10

Sinmed abre posto de coleta de donativos para as vítimas das chuvas em Alagoas



As doações podem ser entregues na sede do sindicato


O Sindicato dos Médicos de Alagoas (Sinmed) recebe a partir desta segunda-feira (21), donativos para as vítimas das chuvas que castigaram vários municípios alagoanos na semana passada. O sinmed funcionará como postos de arrecadação de alimentos não perecíveis, água potável e roupas.

A situação está muito precária em Alagoas, vários dos nossos municípios foram arrasados. Os interessados em fazer as doações podem entregar na sede do sindicato na Rua Teonilo Gama, 186 - Trapiche da Barra.

Vamos ajudar com o que podermos, será de grande valia para aqueles que estão precisando.



Fonte

Ascom Sinmed

19/06/10

Calculadora de Filtração Glomerular e Ajuste de Fármacos em Insuficiência Renal / A Calculator of Glomerular Filtration Rate and Drug Dosing in Renal Failure


Resumo

Introdução: Objetivando facilitar o ajuste de doses de fármacos em insuficiência renal, desenvolvemos a calculadora NEFROCALC 1.0. Simples e de fácil
manejo, operacionaliza conhecidas fórmulas que utilizam a creatinina sérica e os níveis de cistatina-C para estimar a velocidade de filtração glomerular.
Executa também adaptações de posologia, em diversos níveis de função renal, com a técnica de Tozer, que se baseia num fator de ajuste calculado a
partir da fração do fármaco excretada inalterada pelos rins. Doses e intervalos são, então, determinados pelos métodos D, I e D/I. Com a ajuda dessa
calculadora, realizamos correções do intervalo de administração de gentamicina e da dose de manutenção de digoxina, cujos valores foram comparados
com os obtidos pela consulta às tabelas de Bennett. Métodos: Para compararmos as concentrações sangüíneas resultantes, foram realizadas simulações
terapêuticas e farmacocinéticas com essas substâncias. Para isso, usamos equações que descrevem a disposição corporal de fármacos com cinética de
primeira ordem, em suposto paciente de 70kg de peso. Comparações foram realizadas pelo método de abordagem gráfica “Bland & Altman plot”,
respeitando critérios de aceitabilidade clínica para limites de concordância estabelecidos a priori. Resultados: Os intervalos de administração de
gentamicina, corrigidos, mostraram-se díspares, porém suas concentrações mínimas, em todos os níveis de filtração glomerular, ficaram abaixo de 2,0mg/l,
com valores de diferenças entre as duas técnicas caindo, quase na totalidade, dentro dos limites de concordância no gráfico “Bland & Altman plot”. As
doses de digoxina corrigidas por ambas as técnicas e os níveis plasmáticos apresentaram-se concordantes, quer pelo método gráfico “Bland & Altman
plot”, como pelos critérios de aceitabilidade clínica. As concentrações ficaram dentro ou muito próximas da janela terapêutica de 0,8-2,0μg/l. Conclusão:
As adaptações de doses pela técnica de Tozer, ao propiciarem concentrações sangüíneas clinicamente aceitáveis, são concordantes com as realizadas
pelas tabelas de Bennett. Estudos mais amplos, com ensaios terapêuticos in vivo poderão acrescentar novas informações dentro do escopo dessa
simulação. A NEFROCALC 1.0, ao estimar o ritmo de filtração glomerular e fornecer dados de adaptação, de forma imediata, atendeu às finalidades para
as quais foi projetada.
Descritores: Software. Taxa de filtração glomerular. Insuficiência renal. Farmacologia clínica. Farmacocinética. Terapia por drogas.

ABSTRACT

Introduction: Aiming to simplify drug dosing in renal failure, we developed the NEFROCALC 1.0 calculator. Simple and easy to operate, it applies known
equations taking into account serum creatinine and cystatin C levels in order to estimate glomerular filtration rates. It also calculates dosage adjustments at
various renal function levels by applying Tozer’s technique, which is based on an adjustment factor calculated from the drug fraction that is excreted unchanged
by the kidneys. Doses and intervals are then determined by D, I, and D/I methods. In the present study, the calculator was used to determine corrections to
gentamicin dosing intervals and to digoxin maintenance doses, whose values were compared with those obtained from Bennett’s tables. Methods: In order to
compare the resulting blood concentrations, therapy and pharmacokinetic simulations for these substances were performed by applying equations that describe
whole-body disposition of drugs following first-order kinetics in a hypothetical 70-kg patient. Comparisons were made by the Bland–Altman graphic approach
method, according to criteria of clinical acceptability for predefined limits of agreement. Results: Despite the discrepancies found in corrected dosing intervals
for gentamicin, its trough concentrations, at all levels of glomerular filtration rate, remained below 2.0 mg/L and value differences between the techniques fell
nearly consistently within the limits of agreement in the Bland–Altman plot. Digoxin doses corrected by both techniques, as well as plasma levels, were in
agreement, according to Bland–Altman plots and clinical acceptability criteria. Concentrations were within or very close to the therapeutic window of 0.8-2.0
μg/L. Conclusion: Dosage adjustments determined by applying Tozer’s technique ensured clinically acceptable blood concentrations, in agreement with those
calculated from Bennett’s tables. Further studies, based on therapy assays conducted in vivo, are expected to provide information that will add to the data
resulting from the present simulation. NEFROCALC 1.0 was found to meet the purposes for which it has been designed, as it proved capable of promptly
estimating glomerular filtration rates and furnishing dosage adjustment data.
Keywords: Software. Glomerular filtration. Renal failure. Renal pharmacology. Clinical pharmacology. Pharmacokinetics. Drug Therapy.



HGE: CAOS SEM FIM

 Foto:Pacientes no chão do HGE de Alagoas

HGE: CAOS SEM FIM

O caso envolvendo a morte e "ressuscitação" de uma paciente no Hospital Geral do Estado, com ampla cobertura da imprensa, é mais uma prova do descaso dos gestores com a saúde pública em Alagoas. Há um ano, o Conselho Regional de Medicina emitiu uma nota falando do caos e da situação “insustentável” da maior emergência pública de Alagoas.

Desde então, a situação apenas piorou. Continua faltando de tudo no HGE: espaço físico, equipamentos, material básico e recursos humanos, principalmente médicos. Infelizmente, não se vislumbra perspectiva de melhoria nesse quadro trágico. Muita gente ainda vai morrer sem assistência, até que o governo acorde para suas responsabilidades.

FONTE:
Sindicato dos Médicos de Alagoas – Filiado à Federação Nacional dos Médicos e Federação Médica do Nordeste
R. Teonilo Gama, 186 – Trapiche da Barra – Maceió/Alagoas – Fones: (82) 3221.0461; Defensoria Médica: 9902.6300; Assessoria de Comunicação: 9993.0301 e-mail: sinmedal@hotmail.com

SAÚDE SUPLEMENTAR E AUDIÊNCIA NA AMA

NOVA LUTA NA SAÚDE SUPLEMENTAR

Os médicos credenciados dos planos e seguros de saúde estão mobilizados para conquistar a remuneração justa pelas consultas e todos os demais procedimentos que realizam. Não aceitam mais trabalhar pelas tabelas impostas pelas empresas, que visando sempre aumentar seus lucros sacrificam os usuários e pagam mal aos credenciados. A mobilização da categoria está intensa, e cada vez mais um número maior de médicos procura o Sindicato cobrando solução.

Na próxima quarta-feira (23), o Sinmed vai reunir médicos que atendem por vários planos e definir uma data para realização de uma assembleia geral, em que a categoria deve se posicionar com relação à forma de enfrentamento das empresas. Inicialmente, com base no resultado da assembleia, o Sinmed deverá procurar as empresas de saúde suplementar para negociar o pleito dos médicos para reajuste dos honorários.

Dependendo do resultado dessa negociação, os médicos decidirão que rumos darão à luta. A julgar pelas manifestações que têm chegado ao Sinmed existe, por parte da categoria, uma disposição de deixar de trabalhar para os planos e seguros de saúde, se os honorários não forem reajustados, assumindo valores que remunerem dignamente o trabalho médico. E essa será a primeira informação que o Sinmed levará aos representantes das empresas.


AUDIÊNCIA NA AMA

O presidente da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), Luciano Barbosa, recebeu a diretoria do Sinmed na última segunda-feira para ouvir as reivindicações dos médicos do PSF. O Sinmed entregou um documento com as conclusões do encontro realizado no dia 27 de maio.

Luciano Barbosa disse que os municípios não têm condições de atender às reivindicações salariais por causa do baixo valor do repasse do governo federal. Segundo ele, desde que o PSF foi criado, há 16 anos, o Ministério da Saúde só reajustou o valor do repasse em 14%. Os municípios não teriam condições de bancar o programa com recursos próprios.

Para Barbosa, a única esperança é a aprovação da PEC 29, que poderá assegurar mais recursos para a saúde. Ele acha que se isso não acontecer, a tendência é que o PSF acabe.

Mesmo diante dessas alegações, o Sinmed pediu para a AMA criar uma comissão de prefeitos médicos para estudar o assunto e buscar uma solução no sentido de melhorar os salários da categoria, pois mesmo que o programa não acabe, com os salários atuais, há o risco de as equipes ficarem sem médicos. 

Fonte:Sinmed

GOVERNO DÁ CALOTE NOS SERVIDORES

O governo de Alagoas age de forma ilegal deliberadamente, prejudicando grande número de servidores das áreas de Saúde e Educação. Nenhum processo com pedido de progressão por tempo de serviço ou especialização tem prosseguimento. Todos são enga-vetados.

A denúncia é de servidores que já procuraram a Secretaria de Gestão Pública para solicitar enquadramento, que deveria acontecer automaticamente, mas que no serviço público estadual de Alagoas depende de solicitação, via processo na Gestão Pública. Mais de 500 processos dessa natureza estariam engavetados. Isso representa perda financeira para o servidor, que já ganha muito mal. 

Na Gestão Pública, os servidores responsáveis explicam que a ordem para que não seja dado andamento aos processos são superiores, repassadas diretamente pelos gestores da pasta. Têm sequencia, apenas, alguns processos de pessoas que trabalham em outras secretarias, que não sejam nem a Educação nem a Saúde.

Fonte:SINMED

18/06/10

Catalepsia não é a morte : O sofrimento do corpo e da alma no HGE


A postagem aborda um pouco da história da medicina quando descreve a maneira utilizada por médicos no século 19 que buscavam a certeza absoluta da morte devido ao terror que se tinha em ser enterrado vivo devido ao ataque cataléptico. Faz ainda uma pequena análise de situações impostas ao médico do século 21 , que mais lembram os primórdios da medicina.O dilema do convívio diário de uma dura realidade que é a falta de materiais básicos no auxílio ao diagnóstico médico no HGE . Revela com exclusividade trechos da reunião ocorrida em 2008 no HGE de Alagoas , demonstrando mais uma vez que os problemas existentes na instituição é de conhecimento dos mandatários há mais de dois anos e que nenhuma providência concreta para sanar as mazelas foram tomadas no período, colocando severamente em risco letal o cidadão Alagoano, como também o desempenho ético da medicina na instituição. Retrata o tema catalepsia com a visão de renomados especialistas da área.

Mário Augusto

História da Medicina (Confirmação da morte na Casa Mortuária por medo da catalepsia)

" Varias cidades de Alemanha existem certo estabelecimentos públicos chamados Caias mortuárias. Servem estes estabelecimentos para ahi se depositarem os mortos durante certo tempo para haver acertesa de que realmente a vida está extincta, e que os corpos começam a decompor-se, sendo portanto impossível a resurreição, e os casos que mencionámos no artigo sobre a catalepsia (•). Dura a demora dos cadáveres naquelle deposito obra de oito dias. A casa mortuária é, além disso, uma habitação muito bem arranjada e reparada: tem fogões que lhe conservam sempre uma temperatura tépida: as janellas teem cortinados que só deixam entrar uma luz branda, e o aceio do solho e paredes é o maior que é possível. A casa mortuária encerra uma dúzia de camas enfileiradas como no dormitório de um collegio , bem feitas e fofas. Ao pé deste quarto do deposito está sempre um guarda encarregado de vigiar se apparece o menor signal devida em algum dos cadáveres. Tem á mão tudo o que é necessário para, neste caso, acudir com promptos soccorros. Tomam-se alli as precauções com tal cuidado, que a um dos pés de cada cadáver se ata a corda de uma campainha quevae dar ao quarto do guarda: assim que ha um mínimo movimento do corpo, logo ha aviso de que entre aquelles cadáveres ainda ha alguam com vida. Haverá 40 annos que em Alemanha se começaram a estabelecer estes depósitos. Seria conveniente, ou antes necessário que em todos os paizes se seguisse tão bom exemplo, com que se preveniriam muitos casos desgraçados que se ignoram, porque é a terra quem os encobre ". (O panorama: jornal litterario e instructivo de Sociedade ..., Volumes 1-2 Por Sociedade Propagadora dos Conhecimientos Uteis (Lisboa 1837 (Texto Original))


O médico no século 21 vivenciando situações dos primórdios da medicina

Nos dias atuais não seria necessário toda a atmosfera bucólica criada no século 19 para se obter a certeza da morte.Hoje além dos conhecimentos científicos na medicina e a utilização de aparelhos que mostram a ausência de atividade elétrica no coração e a nível cerebral , a abiose poderia ser confirmada facilmente. Mais em algumas situações frequentes nas Emergências e principalmente em locais onde existem a falta de tecnologia básica para o digno exercício profissional ,as vezes somente o conhecimento técnico e científico naquele momento e a depender de inúmeros fatores que estejam associados não seriam suficientemente conclusivo para a constatação da morte .


Portanto o que se poderia fazer nessa dolorosa e angustiante hora de tomada de decisão ?

Diferente do nascer que vem acompanhado da felicidade , a morte é irmã da dor , e companheira inseparável da melancolia. Perder é um dos sentimentos que mais angustiam a humanidade !

Porém o tempo não para em uma emergência e se torna extremamente escasso, uma decisão tem que ser tomada,e urge o seu veredito ! Há vida ou não há ?

Então agora o que poderíamos fazer ? Você já se colocou mentalmente na situação descrita ?
E aí doutor o que você faria ?

Arriscaria a possibilidade de rasgarem todo um passado primoroso, ético e responsável construído ao longo de uma jornada de vida marcada sempre pelo zelo ao seu mister e que poderá ou não ficar maculado devido a omissaõ na cidadania cultuada por diversos algozes quando não propiciaram respiradores,oxímetros, desfibriladores e monitores cardíacos que iriam ajudá-lo e tomaria assim mesmo a sua decisão?

Acreditaria e somente agora veria que a exarcebação do seu atual dilema de certa forma pertence aos verdugos emplumados ,omissos e intocados que com maestria se colocam atrás de um bureau e uma bela pena que não consegue ao menos traçar pequeníssimas linhas que melhorem a vida de todos,e que vão se perpetuando dia após dia na proteção do manto sagrado de uma justiça que teima em não chegar a sua porta ?

Resignar-se seria a sua atitude diante da mísera oferta de condições de trabalho e no momento vivido a melhor conduta a tomar, seria acreditar que o domínio de seu aprendizado científico não depende de máquinas pois a lógica embasada no diagnóstico Clínico é suficiente para a sua decisão?

Ou concordaria com todas as opções citadas e não teria outra saída a não ser declarar :não existe mais a vida, afinal há presente no corpo os sinais clínicos de morte !

A vida realmente se mostra para você uma caixa de surpresa pintada com um cenário mórbido ! A realidade foi contrária a sua decisão !Porém você sabe que estava certo, porque naquele momento agiu dentro das normas técnicas,e portanto sua conduta foi a correta . Ecoa uma voz : foi o destino cruel com você,dizem assim aqueles que acreditam na fatalidade. Para os religiosos foi simplesmente um milagre que aconteceu,enquanto os céticos e ignorantes bradam imperícia e negligência. A voz dos sensatos trilha na análise de uma saúde falida ,faltando condições éticas e equipamentos para o trabalho , e permanesce no aguardo da medicina para uma explicação técnica do ocorrido, porém, infelizmente para você restou somente o sofrimento , mesmo estando com a sua consciência tranquila que somente os íntegros a possuem. Você então passa os dias a enfrentar o seu próprio dilema de sofia : De Vida no corpo e Morte na alma !

Clamem a Deus (para aqueles que professam a fé) para nunca terem que conviver no dia a dia de seu trabalho com uma situação rotineira, como a descrita . Esse é um pequeno esboço do sofrimento dos médicos que labutam no Hospital Geral do estado de Alagoas.


Fico angustiado e revoltado quando vejo leigos e alguns colegas tecerem comentários sobre algo que desconhecem , que não possuem a mínima competência para exprimir opinião técnica sobre patologias médicas. A maioria não sabem conduzir uma PCR ! Principalmente aqueles que vivem de teorias televisivas. Quem não vive o dia a dia de um hospital de emergência não sabe o quanto é angustiante desenvolver o seu trabalho principalmente com as condições inumanas costumeiras do único hospital público de Emergência de Alagoas !

Acusar é fácil .Principalmente quando o foco é no trabalho médico. Só que ao lado do ser humano médico, deveria sempre existir objetos inanimados impecáveis para o auxílio na arte médica(Um bom hospital,aparelhos,medicamentos,...) .

Os Alíbis criados para uma acusação , visam na maioria das vezes um único elemento, para se ter o " bode expiatório ". As regras da vida na maioria das vezes caminham para esse desfecho. É como a história do boi de piranha. Em um rio cheio de piranhas, escolhe um boi para atravessá-lo primeiramente, para em seguida a boiada seguir incólume as custas da morte do boi que foi primeiro e sofreu o ataque voraz dos pequenos canibais !

Na saúde não poderia ser diferente ! Somente em situações desagradáveis que se tornam públicas, álguem tem que ser o culpado pelo sistema !Um Sistema voraz, com apetite insaciável pelo poder de loucura que não mede esforços para criar raízes e se perpetuar na pompa que o cargo oferece.


O Relatório do HGE em 2008

Em 04 de novembro de 2008 aconteceu uma reunião com a Clínica Médica do HGE,e havia presente 14 clínicos, a chefia imediata e um diretor. O relatório é bastante contundente.Vou transcrever alguns parágrafos do mesmo e depois vocês leitores tirem as suas próprias conclusões.

" Comuniquei que as medidas que estão sendo trabalhadas para melhorar o trabalho da Clínica: (1) acrescer a escala em mais 7 clínicos. Depende da SESAU; (2) implantar a classificação de risco e a rede de referência e contra referência. Já em andamento; (3) implantar leitos de apoio HGE; (4) cobrar dos municípios uma atuação da rede adequada. Transmiti seus agradecimentos pelo trabalho dos clínicos (“espinha dorsal” do HGE)."

Da reunião:

1. O grau de insatisfação é extremamente alto entre todos os colegas;

2. Que é impossível manter a escala como ela está (com 3, 4, ou raramente, 5 clínicos). O ideal seria pelo menos seis (06) clínicos em cada horário M/T/N; E com o aumento do fluxo de pacientes talvez este número ainda seja insuficiente;
3.
Solicitaram que TODOS os plantões de fim de semana (Sábado e Domingo) sejam pagos na base de 12h pagando como 24h, como estão sendo feitos com a escala de Domingo por autorização da Direção. Ou pagar aos Clínicos Gerais de forma semelhante àquela que a Cirurgia Geral negociou e já está recebendo - R$ 1.000,00 por plantão – 24 horas (informação fornecida pelos Cirurgiões Gerais - sic);


5. Que a Coordenação/Direção deve ter maior agilidade quanto a resolução dos problemas de pessoal, principalmente quanto ao número de plantonistas da porta de entrada (seja VERMELHA ou AZUL) e intensivistas para as ÁREAS AMARELAS (1 e 2). Bem como é necessário Fisioterapeutas de plantão nas ÁREAS VERMELHA, AMARELA e AZUL, tal como nas UTIs;



16. Foi formada Comissão Permanente para solicitar/ providenciar:
a.
Solicitação de equiparação salarial dos plantonistas do HGE oriundos do HGE;
b. Para comunicação da situação hoje enfrentada pelos Clínicos Gerais ao: CREMAL, SINMED e Ministério Público;


19. Pacientes que deveriam estar por no máximo 12 a 24 horas na área Azul, continuam internados nestas áreas por dias e semanas;

Sugiro que:


2. Que a ÁREA AMARELA não pode ser assumida pelos médicos da Clínica Médica, pois, os cuidados a serem destinados àqueles pacientes devem ser feitos por médicos intensivistas visto que os pacientes com ventilação mecânica devem ter seus parâmetros avaliados/ alterados.....

9. Que tenhamos o Organograma e definição dos papéis de cada ator, dentro da Diretoria, Chefias e Coordenações para evitar arestas desnecessárias;

10. Que temos, direção e coordenações, que ter respostas mais rápidas da SESAU e do Governo do Estado, pois já deveriam ter sido previstas e tomadas antes da abertura do HGE, em relação ao pessoal;
11. Urge estudo urgente da lotação de todos os profissionais a disposição do Complexo e sua efetiva função desempenhada;
12. Que os Clínicos não poderão ficar cobrindo as falhas da escala com horas extras indefinidamente, pois trabalham em outros locais para ter uma renda menos sofrível, e, nas suas férias teremos um problema duplicado, bem como o questionamento em série de como estamos pagando as horas extras trabalhadas diferentemente da carga horária efetuada pelos outros profissionais, inclusive não médicos.


15. Que, de imediato, haja fornecimento de medicações como: Ciprofloxacina, Amoxacilina/Clavulonato, Ceftriaxone, entre outros, em suas apresentações oral ou intramusculares, para alta imediata de pacientes tão logo estejam estáveis, para tratamento domiciliar.



22. Requerer, oficialmente junto a SESAU, nome e endereço dos AMBULATÓRIOS 24 HORAS (Mini Pronto Socorro), número do telefone dos Diretores Médicos e Diretores Gerais, seus horários OFICIAIS de funcionamento, pois é grande o número de pacientes e/ou acompanhantes que referem: não ter médicos, estarem fechados (portas cerradas) ou serem informados pelos guardas e recepcionistas que “só” tem médico pela manhã, para que haja uma hierarquia, de fato, do que chega ao HGE, bem como iniciar uma avaliação interna, do que está vindo destas regiões para o HGE. Objetiva-se subsidiar a estruturação daquelas Unidades com a colocação de aparelhos de RX (tórax, pelo menos) e laboratório básico (EAS, Hemograma, BAAR);
23. Reforço na segurança dos médicos e funcionários do HGE, como já solicitado anteriormente à outra Direção, em decorrência de ocorrências de graves atritos entre a comunidade e nossos profissionais, em demandas, ainda que justas da parte da população, não podem ser resolvidas nem de imediato, e, nem da maneira requerida por eles;
25. POR FIM: solicitar, URGENTEMENTE, aos Senhores Governador e Secretário Executivo de Estado da Saúde peça publicitária que oriente as pessoas quando e em que situação o HGE deve ser procurado (entradas pela ÁREAS AZUL E VERMELHA).



Atenciosamente,







Catalepsia

Catalepsia é um distúrbio que impede o doente de se movimentar, apesar de continuarem funcionando os sentidos e as funções vitais (só um pouco desaceleradas). A pessoa fica parecendo uma estátua de cera. Se ela estiver sentada e alguém posicionar seu braço para cima, ela permanecerá assim enquanto durar o surto, afirma o neurocientista Ivan Izquierdo, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O ataque cataléptico pode durar de minutos a alguns dias e o que mais aflige quem sofre da doença é ver e ouvir tudo o que acontece em volta, sem poder reagir fisicamente. As causas, porém, ainda são um mistério, apesar de não faltarem hipóteses e especulações. A origem do problema pode ser tanto externa como um traumatismo craniano , quanto congênita má formação em alguma região cerebral, diz o neurologista Vanderlei Cerqueira Lima, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

Já o psiquiatra Marcio Versiani, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), afirma que se trata de uma manifestação de esquizofrenia ou histeria, no segundo caso geralmente ligada a choques emocionais. Além disso, ocorre em pacientes com distúrbios do sono e pode, ainda, ser um tipo de manifestação de epilepsia, em que a pessoa fica imóvel em vez de ter convulsões.

Todo mundo já ouviu lendas tenebrosas sobre pessoas que teriam sido dadas como mortas e enterradas vivas durante um surto de catalepsia, mas isso é altamente improvável. Se, de fato, ocorreu algo parecido, só pode ter sido em um passado muito remoto. Hoje em dia existem exames e equipamentos que confirmam o óbito sem margem de dúvida, diz Vanderlei.
(Fonte: UFRJ,HAE,Abril.com)

O sofrimento do corpo e da alma no HGE
 
Pacientes no corredor em 17 de junho de 2010 ,deitados em colchonetes no chão !




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Resultado do Processo Seletivo da Saúde em Alagoas e o Mensalão Tucano



Resultado do Processo Seletivo da Saúde em Alagoas

SESAU - RESULTADO PRELIMINAR ÀS 08h
Às 08h desta sexta (18/06), já está disponível o resultado preliminar do Processo Seletivo da SESAU. Recursos via Internet até as 08h de domingo.

Período de Inscrição foi: de 05/05/2010 a 14/05/2010
Local de Inscrição: Via Internet / COPEVE
Taxa de Inscrição: Gratuito (necessário envio de documentação via Correios)
Escolaridade: Fundamental, Médio e Superior
Vagas: 630
Remuneração: de R$563,00 até R$2.492,25 (+vantagens)
Data das Provas:
Data de Divulgação do Resultado: 30/06/2010

Resultado Preliminar - Deficientes

Resultado Preliminar



MP investiga denúncia de mensalão tucano em Alagoas
19 de maio de 2010 • 14h12 Portal Terra




A guerra entre os grupos do ex-governador Ronaldo Lessa (PDT) e o governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) - os dois disputam a chefia do Executivo Estadual - acabou chegando ao Ministério Público Estadual. O MP investiga um suposto esquema de mensalão, do Governo Vilela, denunciado na Assembleia Legislativa pelo deputado estadual Dudu Albuquerque (PSDC), do grupo de Lessa. Vilela diz que as acusações são "políticas".

Albuquerque era da base do Governo tucano, mas, segundo ele, depois de votar contrário à proposta de emenda constitucional que altera o trâmite das licitações, foi retaliado pelo chefe do Executivo: perdeu 20 cargos na administração pública, oferecidos pelo governo em troca de sua permanência na base aliada. No plenário da Assembleia, o deputado disse que 500 cargos foram distribuídos aos deputados que aceitassem fazer parte da base do governo - custando R$ 1 milhão/mês aos cofres públicos. Parlamentares negam.

De acordo com o deputado, o esquema teria sido montado na Assembléia Legislativa pelo governador: oferta de 20 cargos comissionados para cada deputado da base aliada, onde dez receberiam R$ 2 mil e os outros dez contariam com R$ 1,5 mil. Quinhentos servidores comissionados estariam lotados em diversas repartições públicas, sem trabalhar.

"Indiquei meu sogro, um cunhado, dois irmãos, e eles nunca precisaram dar um dia de serviço, apenas assinaram o ponto. Eu fui por duas vezes conversar com o governador sobre isso, a falta no trabalho. Mas nenhuma providência foi adotada. A justificativa era que não havia estrutura para trabalhar no local onde eles foram lotados", disse.

"Eu não acho estranho o fato de o governador ter exonerado as pessoas dos cargos comissionados que indiquei, simplesmente porque não votei a favor do Executivo na PEC das Licitações. Mas o que não é correto é manter pessoas ganhando dinheiro sem trabalhar, mesmo tendo sido procurado para se posicionar sobre isso", disse Albuquerque.

Os servidores faziam parte da reserva técnica e eram lotados na Coordenadoria Regional de Ensino, ligada a Secretaria Estadual de Educação e Esportes, na cidade de Arapiraca, agreste do Estado. A reação foi imediata: "Vou apurar este caso. Vamos investigar se estas denúncias procedem", disse o secretário de Educação e Esportes, Rogério Teófilo.

O líder do Governo na Assembleia, deputado Alberto Sextafeira (PSB) disse que a doação de cargos a políticos da base "normal", mas negou que os indicados não trabalham. O presidente da Assembleia, deputado Fernando Toledo (PSDB), defendeu o governador: "Estes servidores trabalham - e muito - para o bem do nosso Estado".

O governador Teotonio Vilela Filho disse que pediu abertura de inquérito administrativo, para apurar as denúncias do parlamentar. "Faz parte no regime democrático de qualquer país democrático do mundo. Nomeamos pessoas indicadas pelos deputados para que elas trabalhem", afirmou.

A respeito da quantidade de cargos - 500 - e de que os indicados pelos deputados não trabalhavam, ele lembrou que no início do Governo reduziu de 46 pra 17 o número de secretarias. "Não incentivamos esta prática", disse. "Ele deixou de fazer parte aliada do Governo, é natural. Estamos em ano eleitoral", disse o chefe do Executivo Estadual.

O promotor Sidrack Nascimento, que abriu procedimento hoje, vai averiguar as denúncias. "É cedo para dar uma posição, mas, a princípio, percebemos que houve crime de improbidade contra as pessoas que ocupavam as funções sem trabalhar e os chefes destes setores, que sabiam disto".

Questionado sobre a participação do governador, Nascimento disse que é cedo para especular. "Por enquanto, temos a palavra de um deputado. Vamos atrás das provas".

16/06/10

Paciente dada como morta, estava viva no necrotério do Hospital Geral de Alagoas


Um fato digno de filmes de terror hollywoodianos

Uma paciente, Divacir Cordeiro dos Santos, 60 anos, deu entrada no HGE com suspeita de AVC (Acidente Vascular Cerebral. após ser declarada sua morte, ela tal qual lázaro, “ressucitou”. A suspeita vai de catalepsia a efeitos da medicação. Confira a nota da gerência do HGE.

A gerência do Hospital Geral do Estado (HGE) vem a público esclarecer que a paciente Divacir Cordeiro dos Santos, 60 anos, deu entrada na área vermelha, destinada a pacientes de alto risco, com quadro clínico de dispneia (falta de ar) e sinais de Acidente Vascular Cerebral (AVC), nesta terça-feira (15), às 16h48, procedente do município de Atalaia.

Trata-se de paciente diabética e hipertensão que evoluiu com rebaixamento de nível de consciência e foi submetida a procedimento de ventilação artificial. Na sua evolução, apresentou sinais clínicos de morte (sem pressão, batimentos e respiração). A equipe de plantão tentou manobras de ressuscitação, mas não obteve êxito.

Esclarece que, a paciente foi encaminhada ao necrotério quando se percebeu que a mesma estava com movimentos, inicialmente compatíveis com espasmos pós-morte, mas chamou à atenção a frequência elevada. A paciente foi reexaminada pela equipe médica e ficaram constatados sinais de vida.

Ela foi reencaminhada imediatamente à Área Vermelha e, no momento, a paciente encontra-se entubada, sedada, com quadro clínico gravíssimo. A suspeita é de que ela sofreu catalepsia ou efeitos adversos de medicações.

A gerência do hospital informa ainda que vai abrir sindicância para averiguar o caso internamente. Por fim, esclarece que, em nenhum momento, a paciente deixou de ser assistida pelos profissionais de plantão.

O Hospital Geral do Estado (HGE) é um hospital de referência no Sistema Único de Saúde, em Alagoas, para tratar casos de urgência e emergência.


Comentários :
Farei em breve em outra postagem.

Uma curiosidade a bem da verdade:

O aparelho de ventilação mecânica utilizado era o simples (pneumático) usado para o atendimento básico de suporte a vida nas rotinas do pré-hospitalar e resgate como também em intervalos pequenos de transportes e remoção de pacientes para exames, de um hospital para outro, ou não?

Havia ou não o aparelho de monitorização do ritmo cardíaco, pressão e da oximetria ( aferição do grau de saturação de oxigênio no sangue )?