Maceió- AL -

31/08/11

Inoperância e desmonte do Conselho de Comunicação têm conivência do Sindjornal Alagoas

MOVIMENTO DE RENOVAÇÃO DO JORNALISMO ALAGOANO
@Sindjornalmrja


De forma lenta e silenciosa, o Governo Téo vai enterrando o Conselho Estadual de Comunicação (Consecom), com a covarde anuência e conivência das entidades da Sociedade Civil, principalmente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Alagoas (Sindjornal). O presidente do Consecom, Marcos Guimarães, que faz parte da diretoria do Sindjornal, há quase três anos que tem o seu mandato vencido e não convoca eleição nem entrega o cargo, fazendo o jogo de interesse do governo do estado, em troca de uma insignificante Assessoria de Comunicação no INMEQ/AL (Instituto Metrologia e Qualidade de Alagoas). O silêncio em relação ao desmonte do Conselho de Comunicação de Alagoas é uma atitude vergonhosa. Para não contrariar os interesses do governo do PSDB, a relação promíscua que tem caracterizado as ações da atual direção do Sindjornal causa danos irreparáveis aos interesses da sociedade.


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FAZEM PARTE DO MRJÁ

- MARCELINO DE CARVALHO FREITAS NETO - Registro Profissional Nº 1085 SRTE/AL
- RAQUEL VIEIRA BRANDÃO - Registro Profissional Nº858 SRTE/AL
- LUIZ RONALDO GRANJA MEDEIROS - Registro Profissional Nº 429 SRTE/AL
- MAURO SÉLVIO BARBOSA DE MELO - Registro Profissional Nº 325 SRTE/AL
- JOSE DE ARIMATEIA LAFAETE SOUZA - Registro Profissional Nº 1077 SRTE/AL
- SANDRO JEDRZEJCZYK MELO - Registro Profissional Nº 1164 SRTE/AL
- ANTÔNIO JACINTO FILHO - Registro Profissional Nº583 SRTE/AL
- JOSE PIRES DE ARAUJO FILHO - Registro Profissional Nº 908 SRTE/AL
- JURANDIR TADEU RAMOS SOUZA - Registro Profissional Nº 1221 SRTE/AL
- JAKELINE SIQUEIRA DE MELO - Registro Profissional Nº 572 SRTE/AL
- JULIO ARANTE AZEVEDO - Registro Profissional Nº893 SRTE/AL
- CRISTIANE CALAÇA CORREIA - Registro Profissional Nº 1086 SRTE/AL
- LUTERO RODRIGUES BEZERRA DE MELO - Registro Profissional Nº 549 - SRTE/AL
- VIVIANE MARIA LEÃO MENEZES DOS SANTOS -Registro Profissional Nº 1254 SRTE/AL
- KELLY CRISTINA BAETA DE MELO - Registro Profissional Nº 1211 SRTE/AL
- JOEL ALEXANDRE SILVA OLIVEIRA - Registro Profissional Nº 1140 SRTE/AL
- AURORA DE ARAUJO DUARTE - Registro Profissional Nº 1196 SRTE/AL


Caminhar até encontrar um lugar ao pôr do sol

*Railton Teixeira

Caminhar até encontrar um lugar ao pôr do sol.

Para ver a vida passar e lá se aconchegar.

Juntos podemos sonhar e amar, correr e brincar.

Um lugar de encontro à vida, pondo as expectativas e esperança junto com o sorriso e alegria de te ter.

Seria talvez, nada seria, se buscar a verdadeira felicidade e querer estar ao teu lado, você que é quem possibilita as melhores vias rumo ao sonho tão esperado...





*Alguém que se encontra no meio do nada, veio do nada e para o nada voltará. Um Jornalista por direitos adquiridos que nas redações da vida faz jus ao seu signo que é o repórter do zodíaco, com a MTB/AL 1322. Um Poeta Popular de Alagoas que ama o que faz e faz porque ama. faço minha a poesia de Cecilia de Meireles "eu canto porque o instante existe e minha vida está completa, não sou alegre nem sou triste,sou poeta". Blogs: www.opoetaepalhaco.blogspot.com / www.opinioesderailton.blogspot.com e www.textosumpoucoeroticos.blogspot.com Twitter: @opoetaepalhaco

Alagoas, o “Faroeste no Nordeste” o que fazer? Qual será a solução?

*Railton Teixeira

Ultimamente Alagoas vem ganhando destaque no cenário nacional. Se fossem méritos por benfeitorias, destaque dos artistas, poetas e escritores, prêmios voltados para a cultura da nossa terra, usaríamos este espaço para elogiar, mas infelizmente os destaques são voltados para as mazelas e tudo de ruim que o nosso estado ainda cultiva.

Ainda carregamos aquela determinada fama de ser o estado mais violento do país. Mesmo diante dos reconhecimentos que os gestores fizeram, o telejornal Bom Dia Brasil, da TV Globo, expôs uma realidade que já sabíamos, porém não havíamos nos dado ao luxo de encarar e ainda estávamos, até então, naquele universo do faz de conta.

Sendo apontada, ou melhor, denominada de “Faroeste no Nordeste”, Alagoas é vista apenas como mais um estado do Nordeste em que a mortalidade infantil ainda impera, a corrupção eleitoral faz parte do dia a dia e agora, acredito que seja como um tabefe em nós cidadãos, a violência está no auge.

Para um estado de três milhões de habitantes o número de homicídios ultrapassa as estatísticas de São Paulo e Rio de Janeiro, estados estes que outrora eram considerados os mais violentos do país. “São 71 homicídios para cada 100 mil habitantes, esse número é o maior do Brasil”, destacou o apresentador do telejornal.

É importante destacar que algumas medidas que estão sendo tomadas não são as certas/ acredito e comungo com o conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Paulo Tamburini, que em sua visita ao estado conversou com a imprensa e frisou uma realidade na qual ainda não havíamos pensado, ou, não queríamos parar para pensar sobre a realidade.

- A violência não se resolve com policiais armados nas ruas, muito pelo contrário, o problema da violência só será solucionado quando o Estado, verdadeiramente, investir em políticas públicas que atendam as necessidades básicas de uma população que sofre e vive à míngua – frisou o conselheiro.

Fazer o quê, enquanto não houver uma educação de verdade, que atenda também as necessidades do professor. Enquanto isso, o indivíduo que vive abaixo da linha da pobreza não gozará de um trabalho digno que possa garantir o sustento para a sua família.

Enquanto não houver um investimento maciço na educação, mostrando para a criança que estudar é muito mais que um simples decoreba, essa criança do hoje será o traficante do amanhã, o assassino e o corrupto. Se tiver a oportunidade, será um politiqueiro, pois um verdadeiro político cumpre com o seu papel, que é governar com e para o povo.

A culpa nós já sabemos de quem é, mas vale apenas reforçar: é nossa, justamente na hora de fazer as nossas escolhas, ou quando não, não cobramos as verdadeiras políticas públicas daqueles que elegemos. Novas eleições virão, aí sim será a nossa vez de mostrar que estamos dispostos a acertar.

Mas Alagoas tem pessoas que amam e doam o seu sangue por esta terra, já tivemos destaque e ainda o temos, em várias áreas, mas em outra oportunidade as abordaremos.

*Alguém que se encontra no meio do nada, veio do nada e para o nada voltará. Um Jornalista por direitos adquiridos que nas redações da vida faz jus ao seu signo que é o repórter do zodíaco, com a MTB/AL 1322. Um Poeta Popular de Alagoas que ama o que faz e faz porque ama. faço minha a poesia de Cecilia de Meireles "eu canto porque o instante existe e minha vida está completa, não sou alegre nem sou triste,sou poeta". Blogs: www.opoetaepalhaco.blogspot.com / www.opinioesderailton.blogspot.com e www.textosumpoucoeroticos.blogspot.com Twitter: @opoetaepalhaco

A Farsa de um Julgamento - A queda do 32º Presidente do Brasil, Fernando Collor de Mello

*Rony Curvelo

Outro dia, organizando meus papéis, encontrei, entre outros documentos, este artigo, escrito por mim há alguns anos. Uma análise que merece fazer parte da história do Brasil, dado a importância das informações e a exclusividade no acesso aos detalhes que tive o privilégio de ter. Portanto, não poderiam permanecer guardados sem o conhecimento do público.

Com exclusividade relatarei aqui nas próximas semanas, as análises técnicas e curiosas sobre os acontecimentos a cerca da queda do 32º Presidente do Brasil, Fernando Collor de Mello e a tentativa de recuperar seus direitos políticos que foram cassados por oito anos.

Vale lembrar que hoje em dia o ex-presidente é senador por Alagoas e goza não só de poder e privilégios, mas de todos os seus direitos. Não foi sempre assim e, quando não foi, eu estava lá.

Nota do Autor

O ex-ministro da Justiça Paulo Brossard uma vez disse: “Os magistrados foram postos em seus lugares exatamente para assegurar o regular cumprimento da lei, tanto mais estrito quanto mais extraordinárias forem as situações, mais aceso o clamor popular ou mais consideráveis os interesses conjugados contra ele”.

Mostro, em detalhes, o que tem sido feito com as nossas leis e de que maneira têm sido manipuladas para atender aos interesses de alguns poucos.

Pelos fatos aqui relatados, os leitores terão uma idéia do que foi a luta em busca de um direito legítimo, de um cidadão que acredito queria o Brasil maior e melhor.

Não há dúvidas de que a história, no futuro, fará um balanço positivo. As perspectivas, as obras, as realizações, os marcos do seu destino são monumentos que durarão, por mais que se desvie, por mais que se faça ziguezague.

O presidente Fernando Collor marcou o caminho da modernidade do qual o Brasil não sairá jamais. Os erros desaparecerão na vastidão dos fatos e na imensidão das conquistas.

O presidente Lula, deu continuidade aos projetos trabalhados pelo Presidente Fernando Henrique, que recebeu do Presidente Itamar, cujos projetos foram elaborados pelo Presidente Fernando Collor, incluindo a base e o caminho para a criação do REAL.

Quase todas as leis que ainda estão em vigor no Brasil, em todas as áreas, em especial a do setor econômico, fiscal e administrativo foram criadas por Collor.

Mas este trabalho que você começará a ler a partir de hoje e nas próximas semanas, já que vou liberar um capítulo por semana, não trata das conquistas do governo Collor, mas sim da luta jurídica para corrigir um erro cometido pelos políticos, pela justiça com o apoio e pedido do povo brasileiro que enganado, atendeu ao pedido de muitos líderes que prometiam um choque de moralidade.

Hoje sabemos que de moralidade não tinha nada. “Nunca na história deste país” houve tanto desvio, tanto roubo como nos últimos 12 anos, mas esta é outra história.

Capítulo I A Lei ressuscitada

Setembro de 1992

Reunidos para estabelecer o rito do processo que afastaria o então presidente Fernando Collor, os membros da Câmara acabaram fazendo uma montagem inconstitucional, uma vez que os deputados foram buscar um artigo na Constituição de 1946 que já não estava em vigor e o regulamentaram com uma lei do ano 1950, que também já nada valia, para poder julgá-lo.

O curioso é que em 1987 mais de duzentos deputados pediram a instalação de um processo de “ impeachment ” contra José Sarney, mas o Deputado Federal por Pernambuco, Inocêncio Oliveira, que ocupava a Presidência da Câmara dos Deputados, já que Paes de Andrade estava ausente, arquivou o processo, justificando que o artigo 85 não havia sido regulamentado.

O artigo 85 da Constituição Federal apenas define quais os atos do presidente da República que caracterizam como “crimes de responsabilidade” e quem, além do presidente, pode estar sujeito a este tipo de processo. Há apenas um parágrafo, no termo legal: “Parágrafo único”, que determina:

“ esses crimes serão definidos em lei especial, que estabelecerá as normas do processo e julgamento”.

O verbo no futuro (serão) deixa claro a impossibilidade de se aplicar uma lei do passado.

Esta lei especial não existia, como ainda não existe.

No caso do Collor, este ponto importante não foi considerado. O que fez Ibsen Pinheiro? O mesmo que seis meses depois do impeachment de Collor foi investigado, acusado e com os direitos cassados por estar envolvido com a Máfia do Orçamento.

Criou a fórmula e regulamentou o artigo. Foi buscar um artigo de uma constituição caduca, regulamentou com uma lei, também caduca e declarou que havia regras para julgar o “processamento da denúncia” do presidente da República.

Comentário do advogado Said Farhat:

“Até hoje o Congresso não aprovou a lei especial para definir os crimes de responsabilidade e estabelecer as normas de processo e julgamento dos acusados. O processo do presidente Fernando Collor correu segundo normas ” ad hoc “, baixadas pelo presidente da Câmara Ibsen Pinheiro, quanto à admissibilidade da acusação”.

Feito às pressas, remendado e preparado na calada da noite, o processo estava aprovado. Próximo passo era a votação.

Os Regimentos Internos da Câmara, que é tido como a bíblia parlamentar, dizia que, em caso de votação para afastamento do presidente da República, esta seria secreta. Ibsen Pinheiro decidiu então mudar, mais uma vez, a regra e determinou que a votação fosse aberta, indo desta vez contra as determinações do Regimento Interno, que, no seu artigo 188 , manda observar a modalidade secreta, como forma de votação.

Para quem havia ressuscitado uma constituição morta, uma lei que nada valia, modificar o Regimento Interno foi fácil.

Tão criminoso quanto a fabricação das leis, foi o fato de Ibsen Pinheiro ter negado ao presidente da República o simples exame dos documentos incriminatórios. Como preparar uma defesa se você não sabe do que está sendo oficialmente acusado?

Uma vez afastado, o presidente teria um prazo constitucional de 180 dias;
(CF, artigo 86, parágrafo 2 ) para apresentar sua defesa e os denunciantes as acusações. Porém, mais uma vez, as regras não foram obedecidas e as leis foram burladas, pois com 86 dias do afastamento, ele foi julgado pelo Senado. Mais uma vez a constituição foi violada.

Como se não bastasse tanta arbitrariedade, o tempo dado para a defesa, foi de
apenas 20 dias. Pela complexidade e seriedade do caso, seria necessário, no mínimo, três vezes este tempo, embora, repito o prazo legal é de 180 dias.

A título de exemplo, quando a união é ré em qualquer causa, da mais simples à mais complexa, ela tem 60 dias para responder.

Outra aberração é o fato de que a Constituição determina, em seus artigos 51 inciso I , 58, parágrafos primeiro e terceiro , e 86, parágrafo primeiro, inciso II , que, para afastar o presidente da República, deve ser criada uma CPI para investigar especificamente o presidente, o que não aconteceu.

A única CPI criada teve por objetivo investigar as práticas de um cidadão que, inclusive, não participava do governo.

O jurista Ives Gandra Martins, no seu livro “Comentários à Constituição do Brasil”, conclui:

“Discordei de que uma CPI para apurar irregularidades de um cidadão, não do governo, fosse transformada em CPI do Presidente, sem instalação de CPI específica. “

Quando o Senado recebeu a autorização para processar e julgar o Presidente da República, através do ofício 1.388/92, do Presidente da Câmara dos Deputados, no dia 30 de setembro de 1992, deu início a um outro momento curioso.

O texto do ofício é o seguinte:

Brasília, 30 de setembro de 1992

Senhor Presidente,

Comunicamos a Vossa Excelência que a Câmara dos Deputados resolveu, em sessão realizada no dia 29 de setembro do corrente, autorizar o Senado Federal a instaurar processo contra o Excelentíssimo Senhor Presidente da República Fernando Affonso Collor de Mello, por crime de responsabilidade, admitindo a acusação nos termos da denúncia oferecida pelos cidadãos Barbosa Lima Sobrinho e Marcello Lavenere Machado, mediante o voto favorável de 441 (quatrocentos e quarenta e um) dos seus membros, registrando-se, ainda, 38 ( trinta e oito) votos contrários 1, (uma) abstenção e 23 ( vinte e três) ausências.
Encaminhamos, assim, a Vossa Excelência, a denúncia recebida, acompanhada dos documentos a ela anexada e de relatório circunstanciado de sua tramitação nesta Casa, para fim do disposto no inciso I, do rt.52 da Constituição Federal.
IbsenPinheiro,Presidente

Ao invés de fazer a leitura de denúncia, para que o acusado se manifestasse, como manda o artigo 44 da lei 1.079/50 (a mesma que ressuscitaram para regulamentar o artigo), eles simplesmente leram o ofício de encaminhamento, em Sessão Ordinária. Sem nenhuma análise e sem ouvir o acusado, os Senadores, no dia 30 pela manhã, elegeram a Comissão Especial para “analisar” os documentos.

À tarde, a sessão foi suspensa para eleger o presidente, vice- presidente e relator da comissão e, na mesma tarde, aprovaram o parecer que o relator preparara, em menos de três horas.

O Relator afirmou:
“...a denúncia e o relatório circunstanciado, estão formalmente corretos e adequados às exigencias legais...portanto, satisfeitos os requisitos da lei, a Comissão é de parecer que deve ser instaurado o processo por crime de responsabilidade ”.

Ora, como em tão pouco tempo, a comissão leu e analisou mais de 3.500 páginas de um processo conhecido por ser tão cheio de detalhes ? Tamanha foi a surpresa que o Senador e jurista Josaphat Marinho, enviou o seguinte ofício ao presidente do Senado, naquela mesma tarde:

“Atenderei ao pedido de V. Excia, Sr. Presidente, permanecendo aqui até sexta-feira. Quero porém esclarecer que NÃO subscrevi antes, nem subscreverei o pedido de urgência, para a apreciação do Parecer da Comissão Especial, ainda hoje. Não o fiz por entender que a gravidade da matéria impõe que seja apreciada com presteza, mas sem precipitação. A decisão da Câmara se operou ontem, o processo entrou nesta Casa hoje. É um processo volumoso. Sabe-se que só a defesa do Presidente da República, apresentada à Câmara, tem sessenta páginas. É até estranhável que a Comissão houvesse oferecido o Parecer hoje mesmo. Razão não há para que, nesta sessão, ainda em regime de urgência, opere-se a decisão da matéria. O Senado Federal começa a fazer o julgamento definitivo do Presidente da República, por meio desse processo. Hoje mesmo, o Jornal O Estado de São Paulo traz longo editorial, pedindo atenção sobre as formalidades que devem ser observadas, a fim de que não pareça que há procedimento leviano no tratamento da matéria. Pronto para apreciar e sem ter declinado até aqui o meu voto, pois só o farei na assentada do julgamento, em tempo oportuno, apesar disso, não me parece que devamos andar com tanta pressa. É preciso que possamos dar à Nação a certeza de que estamos julgando criteriosamente. Exatamente nesse sentido, por essa razão, é que não assinei o requerimento e, ainda agora, não o farei, por não me parecer adequado.”

Apesar desta correta advertência, no dia seguinte, o Senado se reuniu em sessão extraordinária, para a realização de uma inusitada votação simbólica.

De acordo com a decisão do Supremo Tribunal Federal, ao julgar o Mandado de Segurança número 21.564-0/DF, a votação deveria ser nominal, embora o Mandado de Segurança pedisse que fosse obedecido o artigo 188 do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, que determinava que a votação fosse secreta. Em nenhuma hipótese a votação simbólica é admitida. Apesar disto, o Presidente do Senado preferiu usar a votação simbólica.

Erro ou conveniência ?

Na votação simbólica, quem fica sentado vota sim, quem se levanta vota não. Os esquecidos ou desatentos que, porventura, permanecerem sentados estarão votando sim, independente de sua manifestação pessoal. Estarão votando sim também aqueles que, por qualquer motivo, não estiverem presentes. Mais uma vez as regras não foram obedecidas.

Convém ressaltar que o Regimento Interno do Senado Federal não admite, nos casos em que o assunto deva ser submetido a votação nominal, a sua substituição pela votação simbólica, ainda que por meio de deliberação do plenário, sendo que a substituição indevida gera a sua nulidade absoluta.

Mais grave ainda é que a lei 1079/50, ressuscitada de forma ilegal, foi também violada, pois o artigo 47 , determina que a votação tem que ser nominal. Mais uma violação!

Outro detalhe que chama a atenção é que, durante o julgamento que durou quase 24 horas, quando os advogados de defesa apresentavam seus argumentos e ouviam as testemunhas de defesa, os senadores não estavam presentes. Muitos deles foram passear, outros jantar, outros confabular em reuniões fora do Senado ou em seus gabinetes.

Há registros que, nos momentos mais importantes em que os advogados questionavam as testemunhas de defesa, havia apenas seis senadores no plenário. Ora, como poderiam fazer um julgamento sério se os julgadores não estavam presentes no momento da apresentação dos argumentos de defesa e das declarações das testemunhas ?

O certo é que o voto de cada um já estava decidido, independente das provas ou falta delas. No próximo domingo publicarei os bastidores do julgamento.




*Jornalista formado pelas universidades LA Salle de Illinois e Universidade de Miami, ambas nos Estados Unidos. Já trabalhou para CNN-Espanhol, CBS Telenotícias, Univisíon. Em 2007 apresentou o The Amazing Race- A Corrida Milionária numa co-produção com a Disney e exibido na Rede TV, desde 2008 é o apresentador do Notícias e Mais da Rede CNT.
Blog:http://ronycurvelo.blogspot.com/

O Alagoas Tem Pressa, por caminhos diferentes

Para tentar atrair a atenção do Governo Federal, o Governo alagoano investe em um novo carro chefe: o Alagoas Tem Pressa- guarda chuva de ações nas áreas sociais, um upgradeou o nosso "sururu com pão de queijo"- referência ao modelo mineiro de recuperação econômica, mantra da atual administração alagoana, seguindo os passos da presidente Dilma Rousseff- de erradicar a miséria. 

O Alagoas Tem Pressa carrega marcos importantes. E, de longe, não é uma invenção original. 

O Leviatã ou catatau de ações sustenta uma divisão: a partir do Alagoas Tem Pressa encerra-se, em definitivo, a era Sérgio Moreira no Palácio República dos Palmares; passa a ganhar força Luiz Otávio Gomes- o rosto do novo programa. 

Ambos eram rivais. 

E, na saída do desafeto- e se existir um novo modelo- exige-se que os restos do outro sejam descartados. 
E o modelo luisotaviano erradica também um dos cardeais do pensamento brasileiro: Ignacy Sachs- trazido por Moreira- e que imaginou duas revoluções no lugar mais pobre do Brasil: a Verde- investimentos no campo a pequenos produtores- e a Azul- aproveitamento dos recursos hídricos, incluindo a pesca. 

A mão de obra para isso? Mais da metade da população alagoana, que vive abaixo da linha de pobreza. 

"A criação de emprego digno e decente deve pautar tanto a expansão quanto a geração de vagas alternativas no esforço para reduzir a pegada ecológica. Esses elementos devem pautar a formulação dos planos de desenvolvimento sustentáveis e inclusivos em esfera nacional", disse Sachs- em uma recente entrevista a agência Carta Maior. 

Por que seguir adiante por este caminho? Mais uma vez, Sachs: "O que é preciso é mudar os rumos do desenvolvimento para que ele seja inclusivo socialmente; e, número dois, tenha baixo impacto ambiental. Para isso é necessário planejamento, com ampla participação da sociedade". 

O Alagoas Tem Pressa mostra o tamanho do problema em Alagoas. Mas, e os impactos de suas ações? O plano não diz. 

Planos de desenvolvimento local nas áreas de plantação de cana de açúcar- onde está concentrada a miséria alagoana? O plano não diz o que fazer. 

Odilon Rios

30/08/11

Faltam menos de 30 dias para o HGE de Alagoas sanar as irregularidades descritas pelo CFM / CREMAL

Equipe de fiscalização do CFM e CREMAL


Em julho de 2011 o CFM e o CREMAL fizeram uma visita ao Hospital Geral do Estado de Alagoas,e constataram a precariedade do serviço. O Conselheiro Emmanuel Fortes assim relata: "‘É preciso que o governo mostre se está aplicando os 12% do orçamento total do estado na área da saúde, como e onde está investindo"......"Do contrário, acionaremos o Ministério Público



O Conselho Regional de Medicina de Alagoas (Cremal) realizou no dia 28 de julho de 2011, a primeira fiscalização do ano ao Hospital Geral do Estado, acompanhado pela diretoria do Conselho Federal de Medicina (CFM). “Encontramos 81 pacientes a mais do que o número de leitos: 260, atualmente. Esse excedente, distribuído pelos corredores, em condições impróprias para uma recuperação digna, gerando dificuldade também para os médicos prestarem uma boa assistência,” disse Fernando Pedrosa, presidente do Cremal. 

Ele enfatiza tratar-se de um problema crônico do HGE, que inclusive chega a comportar um excedente ainda maior, no decorrer do ano. “Enquanto a rede de assistência básica funcionar precariamente, a superlotação do HGE continuará penalizado. Nos anos anteriores fizemos a mesma denúncia de superlotação ao Ministério Público, mas em 2010 o Estado respondeu aos promotores de justiça que vai resolver a questão com o prédio anexo, onde serão abertos mais 200 leitos. Infelizmente isso não vai resolver. O governo precisa dar resolutividade ao sistema, dotando as unidades de atenção básica da infra-estrutura necessária à prestação de um serviço de qualidade”, desabafou Fernando Pedrosa.

Segundo Fernando Pedrosa, faz parte das atribuições do Cremal zelar, fiscalizar e exigir que as unidades de saúde funcionem em conformidade com os parâmetros da lei, e que visam garantir condições viáveis ao exercício da medicina. “Por isso nos mantemos atentos, registramos o que observamos, tudo é documentado e acordamos um termo de ajuste para que dentro de 60 dias as irregularidades sejam sanadas. Do contrário, acionaremos o Ministério Público”, explicou Pedrosa.

Ao verificar as instalações do HGE, o presidente do CFM, Roberto d’Avila, lamentou a superlotação, bem como a limitação da equipe do HGE. “São poucos profissionais e para desempenhar o ofício eles precisam agir como heróis. A demanda é inversamente proporcional a capacidade de atendimento. Em algumas especialidades, como a de cirurgia torácica, por exemplo, é urgente fazer mais contratações. De modo geral, é preciso ampliar o quadro médico, desde anestesista ao cirurgião-geral. A equipe é pequena, e mesmo sendo tecnicamente capacitada, é humanamente impossível atender a todos. Na verdade, Alagoas já deveria ter construído outro hospital público público, independentemente de qualquer investimento que seja feito nas unidades de referência instaladas no interior e nos mini pronto-socorros da capital.”




Já o 3º vice-presidente do CFM, Emmanuel Fortes, lembrou que em 2010 o Cremal entregou ao governo do estado o relatório das fiscalizações realizadas em todos os municípios, apontando as falhas e sugerindo investimentos, mas os problemas continuam. ‘É preciso que o governo mostre se está aplicando os 12% do orçamento total do estado na área da saúde, como e onde está investindo. Existe defasagem salarial dos médicos, escassez de medicamentos, equipamentos obsoletos que limitam a realização de exames de diagnóstico, deficiência de leitos, enfim, a saúde está na UTI, quando deveria ser tratada com prioridade”, disparou, enfatizando que a população merece dignidade principalmente no momento em que precisa de cuidados com a vida.

O diretor do HGE, Carlos Alberto Gomes, recebeu tranquilamente a equipe de fiscalização e disse que não pode deixar de atender. “Na prática Alagoas só tem emergência em Arapiraca e aqui. O agravante é que 50% dos leitos são ocupados por pacientes do interior cujo quadro clínico poderia ser resolvido na rede de atenção básica. Muitos chegam com encaminhamento e alegando falta de condições de atendimento no município de origem. Reconheço que é complicado sanar o problema da superlotação do HGE diante da caótica realidade da rede básica”, desabafou. 



Para o presidente da Comissão de Assuntos Políticos (CAP) do CFM, Alceu Pimentel, a falta de outro hospital de referência não justifica o comodismo do governo, pelo contrário. “Não se pode admitir tomógrafo quebrado, como costuma acontecer no HGE, equipe insuficiente para a demanda, falta de medicamento e insumos necessários ao atendimento, entre outras aberrações. O Estado tem que ser firme no propósito de promover boa assistência a saúde dos cidadãos, até porque cerca de 92% dos alagoanos dependem do serviço público. Infelizmente o que vemos no HGE, na Santa Mônica, nos mini pronto-socorros e demais unidades de atendimento deixa muito a desejar”.

Também fizeram parte da comitiva de fiscalização ao HGE na tarde de quinta-feira os médicos Henrique Silva, José Iran Gallo, Aloísio Tibiriçá, Carlos Vital, José Albertino Souza e José Fernando Vinagre, todos do CFM.

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CREMAL DENUNCIA PÉSSIMAS CONDIÇÕES DE TRABALHO NO HGE

13 de maio de 2010-
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05 de dezembro de 2010-
APÓS REPRESENTAÇÃO DO CONSELHO DE MEDICINA, MPE-AL INSTAURA PROCEDIMENTO PREPARATÓRIO


Manual de Atuação do Ministério Público Federal em defesa do Direito à Saúde



Visão Geral do SUS


A Constituição Federal de 1988, no que diz respeito à SAÚDE, definiu, no Título VIII – Da Ordem Social, no seu Capítulo II, Seção II, através dos arts. 196 a 200, as bases legais da intervenção da sociedade, da seguinte maneira:

“Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante

políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de

outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para

sua promoção e recuperação.

Art. 197. São de relevância pública as ações e serviços de saúde, cabendo

ao Poder Público dispor, nos termos da lei, sobre sua regulamentação,

fiscalização e controle, devendo sua execução ser feita diretamente ou

através de terceiros e, também, por pessoa física ou jurídica de direito

privado.

Art. 198. As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede

regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único, organizado de

acordo com as seguintes diretrizes:

I – descentralização, com direção única em cada esfera de governo;

II – atendimento integral, com prioridade para as atividades preventivas, sem

prejuízo dos serviços assistenciais;

III – participação da comunidade.

Parágrafo único. O sistema único de saúde será financiado, nos termos do

art. 195, com recursos do orçamento da seguridade social, da União, dos

Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, além de outras fontes.

Art. 199. A assistência à saúde é livre à iniciativa privada.

§ 1º As instituições privadas poderão participar de forma complementar do

sistema único de saúde, segundo diretrizes deste, mediante contrato de

direito público ou convênio, tendo preferência as entidades filantrópicas e as

sem fins lucrativos.

§ 2º É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou

subvenções às instituições privadas com fins lucrativos.

§ 3º É vedada a participação direta ou indireta de empresas ou capitais

estrangeiros na assistência à saúde no País, salvo nos casos previstos em

lei.

§ 4º A lei disporá sobre as condições e os requisitos que facilitem a

remoção de órgãos, tecidos e substâncias humanas para fins de transplante,

pesquisa e tratamento, bem como a coleta, processamento e transfusão de

sangue e seus derivados, sendo vedado todo tipo de comercialização.

MPF

ONU alerta para novo surto mundial de gripe aviária H5N1


FAO alerta para nova fonte da gripe aviária que já afeta a Ásia -

Novo tipo mutante do vírus é resistente às vacinas; países mais afetados até o momento são Bangladesh, China, Egito, Indonésia e Vietnã


Paris - O vírus da gripe aviária H5N1, altamente mortal, está de volta em uma fonte mutante e se propaga na Ásia, a partir da China e Vietnã, e pode atingir outros continentes, segundo alerta da Agência das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). Insistindo para os "riscos imprevisíveis para a saúde humana", a FAO deflagrou ontem o sinal de alerta internacional, conclamando os governos a redobrar a ação preventiva e monitoramento contra a nova fonte desse vírus mortal.


"As aves selvagens introduzem o vírus, mas são as cadeias de produção e de comercialização de aves que contribuem para sua propagação", afirma o veterinário-chefe da FAO, Juan Lubroth. Desde sua aparição, em 2003, o vírus H5N1 matou 331 das 565 pessoas infectadas, segundo dados divulgados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A última morte ocorreu no começo do mês no Camboja, onde foram registrados oito casos de infecção humana este ano, todos mortais.


A infecção de humanos diretamente a partir de aves silvestres ocorreu com a amostra H5N1 na Ásia. Esta amostra provavelmente surgiu em gansos na China em 1977 e infectou aves domésticas.


Desde 2003, o vírus provocou o abate de mais de 400 milhões de aves em todo o mundo. Os prejuízos econômicos ficaram próximos de US$ 20 bilhões no mundo, antes que o vírus pudesse ser eliminado na maioria dos 63 países infectados no auge da doença, em 2006.


Mas a FAO nota que o vírus continuou endêmico em seis países - China, Índia, Bangladesh, Egito, Indonésia e Vietnã -, e o número de casos voltou a aumentar progressivamente.


O vírus propagou-se recentemente para Israel, territórios palestinos, Bulgária, Romênia, Nepal e Mongólia.


Agora, a agência da Organização das Nações Unidas (ONU) elevou o alerta diante do aparecimento de uma nova fonte mutante do vírus, aparentemente capaz de contornar as defesas fornecidas pelas vacinas existentes.


No Vietnã, que tinha suspendido sua campanha de vacinação de aves, as áreas norte e central foram invadidas pela nova fonte do vírus, conhecida por "H5N1-2.3.2.1".


A circulação do vírus ameaça diretamente o Camboja, Tailândia e Malásia e coloca em risco a península coreana e o Japão. 


A maior preocupação é com as aves migratórias. A FAO avisa que a migração dessas aves selvagens pode propagar o vírus a outros continentes. Levando em conta a tendência geral constatada desde o declínio progressivo da doença entre 2004-2008, a FAO teme um recrudescimento do H5N1 no outono e no inverno, com as populações descobrindo de maneira "inesperada" o vírus em seus territórios.

DCI-Europress-FAO-

Faltam médicos generalistas no Programa Saúde da Família

Apenas 5% das 32 mil equipes do Programa Saúde da Família têm um médico especializado em medicina de família e comunidade, segundo constataram médicos espanhóis especializados em atenção primária à saúde (APS). Eles avaliaram o programa brasileiro entre abril e junho deste ano.

O levantamento, feito em centros de saúde pública de zonas urbanas e rurais de 19 estados brasileiros, a pedido da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC), mostra que as equipes do Saúde da Família precisarão se readequar para seguir as diretrizes do Ministério da Saúde.

Portaria publicada ontem (25) pelo Ministério da Saúde, no Diário Oficial da União, determina que todas as equipes do Saúde da Família "deverão ter responsabilidade sanitária por um território de referência, de modo que cada usuário seja acompanhando por um agente comunitário de saúde, um auxiliar ou técnico de enfermagem, um enfermeiro e um médico generalista ou de família".

Diretor da SBMFC, o médico Thiago Trindade disse que a falta de médicos de família, conhecidos também como generalistas, pode prejudicar objetivos importantes do programa e produzir outros gastos em saúde. "O programa pretende prestar atenção integral, que inclui ações de prevenção e assistência à população. Como não tem o médico generalista, essa população, acaba indo direto procurar outros serviços ou fica completamente desassistida mesmo."

Ainda de segundo o levantamento, em regiões metropolitanas como Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre menos de 30% da população é coberta pelo Saúde da Família. "O Saúde da Família está mais presente nas cidades de pequeno e médio porte. As de grande porte têm maior dificuldade para conseguir profissionais", assinalou Trindade.

Ele defende ainda uma política de incentivo à formação e manutenção dos profissionais no atendimento generalizado. Segundo ele, o número de alunos de medicina que optam pela especialidade vem caindo e é cada vez menor a permanência dos formados na atividade.

Apesar de constatar alguns problemas, o levantamento conclui que o programa é um modelo de sucesso na atenção básica no Brasil. "É o modelo que melhor mostrou resultado na atenção primária. Como um modelo de sucesso, precisa ser aprimorado para prestar um cuidado de excelência", destacou Trindade.
Fonte : Agência Brasil

El virus de la gripe aviar ataca de nuevo - O vírus da gripe aviária ataca novamente

La ONU instó a incrementar la vigilancia frente al virus H5N1. Hay señales de una nueva cepa mutante, que ya mató a una niña camboyana.


La Organización de las Naciones Unidas advirtió este lunes sobre un posible resurgimiento del mortífero virus de gripe aviaria y dijo que una cepa mutante se propaga en Asia. La entidad indicó que las migraciones de aves silvestres llevaron de nuevo el virus a países que en este momento se encontraban libres de la enfermedad.

Una cepa mutante del virus H5N1, que aparentemente puede resistir a las vacunas existentes, se propaga en China y Vietnam, dijo hoy la Organización de Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura (FAO), a través de un comunicado. La entidad instó a realizar una mayor vigilancia para garantizar que cualquier brote sea controlado.

La semana pasada, la Organización Mundial de la Salud (OMS) informó, a la agencia AP, que una niña camboyana de seis años murió el 14 de agosto por gripe aviaria, la octava persona en morir este año víctima de la influenza aviar en Camboya.

Vietnam suspendió la campaña de vacunación de primavera para aves de corral este año, aseguró la FAO. La mayoría de las zonas norte y centro del país donde el virus es endémico fueron invadidas por la nueva cepa.

De acuerdo a la FAO, en otras regiones las migraciones de aves llevaron el virus H5N1 durante los últimos dos años a países que por mucho tiempo estuvieron libres de esa enfermedad, entre ellos Israel, los territorios palestinos, Bulgaria, Rumania, Nepal y Mongolia.

"Las aves silvestres pueden introducir el virus, pero la actuación de la genteen la producción y comercialización avícola hace que se extienda", dijo Juan Lubroth, jefe de los servicios veterinarios de la FAO al pedir mayor preparación y vigilancia ante el resurgimiento del virus. 

El virus H5N1 infectó a 565 personas desde que apareció por vez primera en el 2003, matando a 311 de ellas, según cifras de la Organización Mundial de la Salud (OMS). A partir del 2003 el H5N1 causó la muerte u obligó a sacrificar a más de 400 millones de aves de corral, provocando pérdidas por 20.000 millones de dólares en todo el mundo, hasta que pudo ser eliminado en la mayoría de los 63 países afectados en el momento cúlmine de la epidemia, en 2006.

"La preparación y la vigilancia siguen siendo claves", subrayó Lubroth, y dijo que "no es momento de ignorar el peligro, nadie puede bajar la guardia ante el H5N1".

Promed.org em 28/08/2011

Sobre o pântano brilha a luz


Há exatos 4 anos o testemunho do menino Taine começou, na cidade de Matriz de Camaragibe, resvalando pelas beiradas de diversas instituições alagoanas, no depreciar da lei e da justiça que esboçaram.

Foi em 30 de agosto de 2007 que ele aos 12 anos de idade, foi torturado! Ainda há quem procure saber as causas no intuito de julgar o mérito, revelando nosso despreparo para a vida civilizada! Torturar uma criança, já é por si, um ato vil, independe da causa!

Contudo, registro hoje a data infame, não como uma tendência masoquista de buscar o sofrimento, mas como uma atitude cidadã, marcadamente comprometida com a sociedade justa e igualitária que em discursos a tantos encanta.

Aponto, pelos descaminhos dessa história de sofrimento e luta por justiça, que Alagoas não sabe o que é isso!

Foi mais fácil acusar e condenar a vítima, do que punir os culpados! Foi muito mais fácil fazê-lo arrastar o trauma até o último momento, do que manifestar uma única atitude decente, que lhe falasse de reparos ao dano sofrido, que lhe resgatasse a estima e a identidade de pertença a uma sociedade de direitos.

Sua morte traumática e mal explicada se derrama em culpa sobre muitas mãos! A justiça alagoana não pagou o que deve a Alexystaine Laurindo! Seus algozes continuam gozando o trono da impunidade e sua juventude destroçada simboliza a iniqüidade que gruda ao símbolo de uma balança infiel, que pende sempre para o lado do poder.

Desde o princípio estive ao seu lado, filho! Jamais te deixarei. Todas as denúncias saíram das nossas bocas, em conjunto, como um coro de dor e força...seguiremos em proximidade pelo imenso amor que jamais se esgota, e se a justiça da terra não se faz valer, creia na fidelidade do Deus que nos criou para a vida plena!

Somos apenas mais uma família, entre tantas que padecem a dilaceração de ter que passar pela prova da perda aparente, entre os algozes fantasiados de autoridade, contudo, assim como a misericórdia de Deus socorreu os seguidores de Jesus pela vitória da eternidade sobre as autoridades vingadoras e sanguinárias de outrora, também nós somos hoje os seus prediletos! Essa mesma misericórdia te envolve e protege, onde estás eles não te alcançarão, enquanto fogem da própria consciência culpada.

Se ainda não canto com os pássaros a chegada da primavera, é porque tua ausência dói como um espinho cravado no peito! Mesmo assim, amado, a esperança comanda o leme da história, e aquele dia supremo de felicidade em honra dos injustiçados há vir.

Por enquanto sonhamos com ele por sobre os escombros do pesadelo. A luz que ora vislumbras, ainda não alcançou a sociedade terrena. Pede a Deus por nós! 

29/08/11

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28/08/11

Olhares sobre a História da Medicina - Vídeo



O vídeo "Olhares sobre a História da Medicina" integra a mostra "História e Saúde -- Diálogos com a Dor e a Cura" do Memorial do Rio Grande do Sul, que inaugura dia 25 de outubro de 2010 às 18h30min. Produzido para a exposição homônima (outubro de 2007 a março de 2008) do Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul, também foi utilizado na exposição Retratos da Medicina (itinerante) em 2009.

www.muhm.org.br

Edição: Felipe Henrique Gavioli

"História e Saúde -- Diálogos com a Dor e a Cura": exposição no Memorial do Rio Grande do Sul traz a público imagens e documentos que revelam o passado da medicina gaúcha


As Salas do Tesouro, espaço nobre no segundo andar do Memorial do Rio Grande do Sul, será ocupado a partir de 25 de outubro pela exposição História e Saúde -- Diálogos com a Dor e a Cura, que reúne documentos e fotos históricas sobre a evolução da medicina no Estado entre o século XIX e início do século XX e suas interrelações com a sociedade e a política. 

A mostra é uma criação das historiadoras Leonor Baptista Schwartsmann, diretora do Memorial, e Rejane Penna, do Arquivo Histórico. A maior parte do acervo recolhido está sob a guarda do Arquivo Histórico, mas a exposição foi enriquecida com peças cedidas pelo Centro de Memória da Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs), Museu da História da Medicina (MUHM), Museu da Brigada Militar e Serviço de Memória Cultural do Hospital Psiquiátrico São Pedro. Também apóia a iniciativa a Associação Gaúcha de História da Medicina.
O ambiente das Salas do Tesouro favorece a observação atenta dos 37 painéis que compõem a mostra, organizados em seis blocos distintos: Os viajantes; O ensino da medicina; As guerras; O combate às epidemias; As instituições de saúde; e a Brigada Militar

Dos anos que antecederam à Primeira Guerra Mundial, por exemplo, são inúmeros os mapas, quadros estatísticos, litografias e fotografias retratando os processos de cura.. A exposição também reúne uma quantidade significativa de documentos escritos, como cartas trocadas entre políticos, autoridades sanitárias e governantes, além de fotografias de profissionais e instituições de saúde da época.

Mais vídeos aqui

27/08/11

DESMONTANDO A FARSA QUE DIRCEU PREPAROU PARA ANIMAR A AL QAEDA ELETRÔNICA A SOLDO. OU: A DEMOCRACIA INVADE O BUNKER DO GOVERNO CLANDESTINO



José Dirceu, que a Procuradoria Geral da República acusa de ser “chefe de quadrilha”, comporta-se como José Dirceu ao compor uma história mal-ajambrada — que não guarda nem mesmo coerência interna — para tentar mudar o foco da questão. Acreditam em suas palavras os seus subordinados ideológicos, os trouxas e aqueles que fazem negócios com a banda podre do petismo. Enviam-me um link do Portal Terra em que se “informa” que Dirceu acusa VEJA de “invadir seu apartamento”. É uma mentira dentro de outra. Nem ele próprio teve essa cara-de-pau. A acusação fantasiosa é de “tentativa de invasão”. Quem redigiu o texto tentou ser mais “dirceuzista” do que Dirceu. Ah, sim: para o portal, a notícia está na acusação do “chefe de quadrilha” (segundo a Procuradoria), não no FATO COMPROVADO de ele receber a cúpula do governo num aparelho clandestino. 

Dirceu é realmente um homem notável. Parece ter certa dificuldade para identificar um crime. Não por acaso, referindo-se, certa feita, ao mensalão, disparou: “Estou cada vez mais convencido da minha inocência…” Muito bem! No texto patético publicado em seu blog nesta sexta-feira, NUMA TENTATIVA DE INTIMIDAR A VEJA E DE SE PRECAVER DO QUE ELE JÁ SABIA QUE A REVISTA SABIA, afirma esse monumento da moralidade nacional que o repórter Gustavo Nogueira “tentou invadir” na quarta-feira o quarto em que ele se hospedava. 

É mesmo? Na quarta?


Sabem quando foi registrado o Boletim de Ocorrência denunciado a suposta “tentativa de invasão”? SÓ NA NOITE DE QUINTA. Ou seja: foram necessárias, então, mais de 24 horas para que a segurança do hotel e José Dirceu acusassem o suposto crime. Que gente lenta, não é mesmo? Que gente lerda, não é? Lembra a piada da pessoa decorosa que dá 24 de prazo para que o outro lhe tire a mão da coxa…


Não percam o fio. A “tentativa de invasão” teria ocorrido em algum momento da quarta, Dirceu não dá a hora, mas o BO só foi lavrado na noite do dia seguinte. O que teria levado à decisão de criar a farsa? Dirceu confessa em seu texto. Na tarde de quinta-feira, o jornalista Daniel Pereira, de VEJA, encaminhou-lhe por e-mail algumas questões, a saber:
1 - Quando está em Brasília, o ex-ministro José Dirceu recebe agentes públicos — ministros, parlamentares, dirigentes de estatais — num hotel. Sobre o que conversam? Demandas empresariais? Votações no Congresso? Articulações políticas?
2 - Geralmente, de quem parte o convite para o encontro - do ex-ministro ou dos interlocutores?
3 - Com quais ministros do governo Dilma o ex-ministro José Dirceu conversou de forma reservada no hotel? Qual o assunto da conversa? 

A farsa
Pronto! Dirceu percebeu que a casa tinha caído, que seu bunker — NÃO O SEU APARTAMENTO OU QUARTO — havia sido invadido pela democracia. As perguntas enviadas por Daniel Pereira evidenciavam, sim, que VEJA já sabia de tudo. Era preciso inventar rapidamente uma história; era preciso fornecer à Al Qaeda eletrônica, que presta serviços à banda podre do PT, uma versão, uma história, para espalhar na rede. Afinal, não foi sempre assim? “O mensalão nunca existiu”, lembram-se? Tratava-se apenas de “recursos não-contabilizados”. 

Em se texto ridículo, ele afirma ter o direito de se encontrar com quem quiser. Claro que sim! Não duvido que tenha mantido colóquios com pessoas de muito mais baixa estirpe do que aquelas que foram lá se ajoelhar. Elas é que não podem e não devem manter encontros secretos com um declarado “consultor de empresas privadas”, que é só uma perífrase para a palavra “lobista”. Se os convivas de Dirceu fossem empresários, sindicalistas, gente sem qualquer cargo público, a coisa não teria o menor interesse. O Zé sentiu cheiro de carne queimada e resolveu investir numa fantasia cretina. Ora, tivesse mesmo havido o “crime” da reportagem da VEJA, que se acionasse a polícia imediatamente. Não! Dirceu só se lembrou de fazê-lo quando recebeu as perguntas enviadas pela reportagem. 

Pessoas ouvidas
VEJA ouviu — reproduzi no post da manhã deste sábado imagens que o comprovam — os empregadinhos de Dirceu que foram lá fazer a genuflexão. Àquela altura, todos eles estavam numa troca frenética de telefonemas: “Ihhh, ferrou! A VEJA descobriu!” — como costuma acontecer, né? Era preciso dar alguma resposta. Como explicar que um ministro do Estado, um presidente de estatal, três senadores do PT, o líder do governo na Câmara, entre outros, tenham ido ao encontro de Dirceu, todos eles interessados na queda do então ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci? Era, obviamente, uma conspiração contra o próprio governo Dilma. E se criou a farsa da “tentativa de invasão”. Cumpre fazer uma nota à margem: ainda que tivesse havido, não há um só dado da reportagem que pudesse ser atribuído a ela. 

Quem é o hóspede?
Há outras impropriedades no texto de Dirceu. Ele diz, por exemplo, que a reportagem de VEJA “tentou invadir o apartamento no qual costumeiramente me hospedo em um hotel de Brasília.” As palavras fazem sentido. Dirceu nem mesmo é “hóspede” porque quem paga a conta é o escritório de advocacia Tessele & Madalena. Aliás, como informa o BO, a empresa deixa à disposição do valente não um, mas dois quartos. Foi do advogado Helio Madalena, um dos sócios, apurou VEJA, a idéia de denunciar a “tentativa de invasão”. Não é a operação mais complexa em que já se meteu. Já se mobilizou, por exemplo, para que o Brasil concedesse asilo político ao mafioso russo Boris Berenzovski. Esses petistas, diga-se, lembram muito aquilo que, no velho Nordeste, se chamava “rapariga”: contam sempre um “senhor” que os ajuda. Por que um “consultor” de sucesso como Dirceu não pode pagar a conta dos apartamentos em que “costumeiramente” se hospeda, como ele mesmo diz? 

Há mais: a história relatada no BO não bate com o que afirma Dirceu em seu post. As inconsistências, no entanto, são, em si irrelevantes. No fim das contas, é tudo parte do jogo. Essa é uma velha tática dessa gente: espalhar 10 versões ao mesmo tempo, todas elas contraditórias entre si, para que seus adversários percam tempo desmentindo a penca de mentiras, como se estivessem se justificando. 

Quem tem se de justificar é José Dirceu!
Quem tem de se justificar é Fernando Pimentel!
Quem tem de se justificar é José Sérgio Gabrielli!
Quem tem de se justificar são todos aqueles que foram prestar serviços ao governo clandestino montado por José Dirceu e que serve de núcleo de conspiração contra o governo eleito, que é o Dilma Rousseff. 

Dirceu não foi eleito por ninguém! Ao contrário: Dirceu é, diz a Procuradoria, um “chefe de quadrilha” cassado. 

Quanto à Al Qaeda eletrônica, dizer o quê? A canalha vai ter de pedir aumento a quem lhe paga o salário. VEJA TEM OBRIGADO OS VAGABUNDOS A TRABALHAR TAMBÉM AOS SÁBADOS E DOMINGOS. 

Por último: VEJA não invadiu lugar nenhum! Quem sabe um dia a ala profissional da Polícia Federal o faça. Afinal, a reportagem de capa, com efeito, não relata um caso de política, mas um caso de polícia.

Repórter da revista Veja é flagrado em atividade criminosa contra José Dirceu

Ocorrência Policial


Depois de abandonar todos os critérios jornalísticos, a revista Veja, por meio de um de seus repórteres, também abriu mão da legalidade e, numa prática criminosa, tentou invadir o apartamento no qual costumeiramente me hospedo em um hotel de Brasília.

O ardil começou na tarde dessa quarta-feira (24/08), quando o jornalista Gustavo Nogueira Ribeiro, repórter da revista, se registrou na suíte 1607 do Hotel Nahoum, ao lado do quarto que tenho reservado. Alojado, sentiu-se à vontade para planejar seu próximo passo. Aproximou-se de uma camareira e, alegando estar hospedado no meu apartamento, simulou que havia perdido as chaves e pediu que a funcionária abrisse a porta.

O repórter não contava com a presteza da camareira, que não só resistiu às pressões como, imediatamente, informou à direção do hotel sobre a tentativa de invasão. Desmascarado, o infrator saiu às pressas do estabelecimento, sem fazer check out e dando calote na diária devida, ainda por cima. O hotel registrou a tentativa de violação de domicílio em boletim de ocorrência no 5º Distrito Policial.

A revista não parou por aí.

O jornalista voltou à carga. Fez-se passar por assessor da Prefeitura de Varginha, insistindo em deixar no meu quarto "documentos relevantes". Disse que se chamava Roberto, mas utilizou o mesmo número de celular que constava da ficha de entrada que preencheu com seu verdadeiro nome. O golpe não funcionou porque minha assessoria estranhou o contato e não recebeu os tais “documentos”.

Os procedimentos da Veja se assemelham a escândalo recentemente denunciado na Inglaterra. O tablóide News of the World tinha como prática para apuração de notícias fazer escutas telefônicas ilegais. O jornal acabou fechado, seus proprietários respondem a processo, jornalistas foram demitidos e presos.

No meio da tarde da quinta-feira, depois de toda a movimentação criminosa do repórter Ribeiro para invadir meu apartamento, outro repórter da revista Veja entrou em contato com o argumento de estar apurando informações para uma reportagem sobre minhas atividades em Brasília.

Invasão de privacidade

O jornalista Daniel Pereira se achou no direito de invadir minha privacidade e meu direito de encontrar com quem quiser e, com a pauta pronta e manipulada, encaminhou perguntas por e-mail já em forma de respostas para praticar, mais uma vez, o antijornalismo e criar um factóide. Pereira fez três perguntas:

1 – Quando está em Brasília, o ex-ministro José Dirceu recebe agentes públicos – ministros, parlamentares, dirigentes de estatais – num hotel. Sobre o que conversam? Demandas empresariais? Votações no Congresso? Articulações políticas?

2 – Geralmente, de quem parte o convite para o encontro – do ex-ministro ou dos interlocutores?

3 – Com quais ministros do governo Dilma o ex-ministro José Dirceu conversou de forma reservada no hotel? Qual o assunto da conversa?

Preparação de uma farsa

Soube, por diversas fontes, que outras pessoas ligadas ao PT e ao governo foram procuradas e questionadas sobre suas relações comigo. Está evidente a preparação de uma farsa, incluindo recurso à ilegalidade, para novo ataque da revista contra minha honra e meus direitos.

Deixei o governo, não sou mais parlamentar. Sou cidadão brasileiro, militante político e dirigente partidário. Essas atribuições me concedem o dever e a legitimidade de receber companheiros e amigos, ocupem ou não cargos públicos, onde quer que seja, sem precisar dar satisfações à Veja acerca de minhas atividades. Essa revista notoriamente se transformou em um antro de práticas antidemocráticas, a serviço das forças conservadoras mais venais.


Confira abaixo as imagens do B.O. em detalhes; para ler os documentos em pdf :

Fonte:Site  José Dirceu

Pedro Oliveira foi designado para o MCCE em Alagoas

Pedro  Oliveira


O jornalista Pedro Oliveira foi designado pelo Comitê Nacional do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral para a coordenação no Estado de Alagoas.



Pedro Oliveira ,nasceu em Palmeira dos Índios (AL), e logo cedo ingressou no jornalismo. Em São Paulo trabalhou como repórter nos Diários Associados e Revista NÓS. Em seu estado integrou o Jornal de Alagoas (Diários Associados) onde foi redator, repórter e editor. Foi diretor de redação do Jornal de Hoje, também em Maceió. Fundador e Diretor do semanário Opinião e do Correio de Alagoas, este junto com o jornalista Pedro Collor de Mello. Procurador do Tribunal de Contas, onde também foi Diretor Geral. Professor de Direito Administrativo, consultor Especialista em Licitações e Contratos, Pós-graduado em Ciências Políticas pela Universidade de Brasilia (UnB). É articulista político de vários jornais e site nacionais, Presidente do Instituto Cidadão, entidade não governamental que apoia a gestão publica responsável e o combate sistemático à corrupção.

Publicou Arquivo aberto, crônica de um Brasil corrupto (2006); A história das eleições - análise e informações políticas (2007)

*Jornalista , escritor, colunista do Jornal Extra, Tribuna do Sertão, Site Tudo Global e resumopolitico.blogspot.com. Presidente do Instituto Cidadão.Pedro Oliveira ocupa ainda a cadeira de número 26 da Academia Palmeirense de Letras,Ciências e Artes,cujo patrono é o seu nobre avô Marçal José de Oliveira.
twitter: @PedroOliveiraAL


Fonte:UBE e Alagoas Real

26/08/11

AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE PSF NA CIDADE UNIVERSITÁRIA -29/08/2011



Segunda-feira , a partir das 13 horas ,o Ministério Público Federal em Alagoas, através das Procuradorias da República em Alagoas e em Arapiraca, promove uma audiência pública para discutir o Programa Saúde da Família em Alagoas. O evento acontecerá no auditório da reitoria da Ufal, localizada na Cidade Universitária. 

Além da pauta já anunciada, que tem como principal tema as determinações do MPF/AL quanto ao cumprimento da carga horária de 40 horas semanais, o Sinmed pretende levar ao debate a portaria do Ministério da Saúde que autoriza os municípios a contratarem médicos para prestar atendimento com carga horária de 20 e 30 horas, além de permitir que um médico participe de até duas equipes de PSF, desde que a carga horária não ultrapasse as 40 horas semanais. 

O MPF/AL convidou para o debate autoridades do Ministério da Saúde, prefeitos e secretários de saúde de todos os municípios alagoanos, presidentes dos conselhos municipais de saúde e representantes de entidades de classe de profissionais que atuam na saúde. 

Para o Sinmed, é importante que os médicos do PSF também compareçam e participem das discussões. O Sindicato sempre denuncia os baixos salários, a falta de condições éticas de trabalho, dá sugestões, cobra providências, mas para que as melhorias aconteçam é importante que os próprios interessados se mobilizem e respaldem as ações da entidade.

SINMED

FALTA DE SEGURANÇA



FALTA DE SEGURANÇA 

Médicos que trabalham na Clínica Infantil de Emergência Dayse Breda, na Levada, estão sendo obrigados a fechar a unidade durante a noite e também nos fins de semana, devido à falta de segurança. O local vive cercado de desocupados, a maioria usuários de drogas. Assaltos, intimidações e ameaças constantes deixam em pânico os funcionários da clínica a qualquer hora do dia. 

A direção do Sinmed esteve com o secretário da Saúde, Alexandre Toledo, e conversou sobre o assunto. O secretário disse que a vigilância armada que existe no local não é só para cuidar do patrimônio, mas também para garantir a integridade dos servidores. Ocorre que isso não está sendo suficiente. 

Os profissionais lotados na Clínica Dayse Breda pedem policiamento ostensivo 24 horas por dia no local e arredores, para inibir a ação dos assaltantes e dos usuários de drogas, que costumam agir com violência. O percurso entre a parada de ônibus ou local onde o servidor estaciona seu carro e a entrada na clínica oferece a cada dia um risco maior. A situação exige providências urgentes da Secretaria de Defesa Social, antes que ocorra alguma tragédia.

SINMED

EMENDA 29 e o financiamento da saúde: Define valores mínimos a serem investidos no setor pela União, Estados e Municípios.



EMENDA 29 

A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados realizou uma audiência pública na última quarta-feira (24) para debater o PLP 308/08, sobre a regulamentação da Emenda Constitucional 29/00, que trata do financiamento da saúde, definindo valores mínimos a serem investidos no setor pela União, Estados e Municípios. 

O presidente da CSSF, deputado Saraiva Felipe, disse que a regulamentação da Emenda 29 vai acabar com a “maquiagem do orçamento”, que hoje faz com que recursos destinados à saúde sejam desviados para outras finalidades. Os deputados querem votar a regulamentação da Emenda 29 nos dias 14 e 15 de setembro, mas a Presidência da Câmara agendou a votação para o dia 19 de outubro. 

A audiência pública de quarta-feira teve a participação de representantes de entidades de profissionais da saúde de todo o país, além de conselhos de saúde e entidades de usuários, dispostos a pressionar pela votação e aprovação da Emenda 29, que espera regulamentação há 11 anos. O presidente do Sinmed, Wellington Galvão, foi a Brasília acompanhar a audiência pública na Câmara dos Deputados e participou da manifestação das entidades médicas brasileiras, que se uniram a outras entidades da sociedade civil organizada de todo o país para reivindicar a regulamentação da Emenda 29

SINMED

Sinmed defende a intervenção do Estado e do Município de Maceió para evitar o fechamento do Hospital do Açúcar



HOSPITAL DO AÇÚCAR

O Sinmed defende a intervenção do Estado e do Município de Maceió para evitar o fechamento do Hospital do Açúcar. Semana passada, a equipe médica que atua na UTI Geral do hospital anunciou o encerramento das atividades, a partir do dia 1º de outubro.

A instituição atravessa uma crise sem precedentes: faltam medicamentos, material de limpeza, descartáveis de uso no atendimento à população e até alimentação, segundo denúncias de funcionários e de pacientes e seus familiares.

Além disso, salários estão atrasados, assim como os repasses de honorários dos profissionais médicos dos serviços especializados que funcionam no Hospital do Açúcar. Em alguns casos, a retenção dos honorários já passa de 20 meses.

Para completar, os equipamentos do Hospital do Açúcar estão sucateados e falta pessoal de apoio – como técnicos e auxiliares de enfermagem, entre outros.

SINMED

CFM realizará na próxima quinta-feira (1/9) mais uma reunião com as comissões estaduais de honorários médicos



PLANOS DE SAÚDE 

O CFM realizará na próxima quinta-feira (1/9) mais uma reunião com as comissões estaduais de honorários médicos, para discutir a paralisação do atendimento pelos médicos de planos de saúde, marcada para o dia 21 de setembro. Será feito um levantamento de que planos terão o atendimento suspenso em cada Estado. 

Como em Alagoas não existe Comissão Estadual de Honorários Médicos, o presidente do Sinmed, Wellington Galvão, representará os médicos alagoanos que atendem pelos planos de saúde. 

Sinmed

Alerta: nova bactéria da Tuberculose atinge a Bahia


Alerta: nova bactéria da Tuberculose atinge a Bahia

Síndrome de Munchausen : Mentira como sintoma de Patologias


Descrita pela primeira vez pelo médico inglês Richard Asher, em 1951, a síndrome de Munchausen (SM) é um transtorno factício em que o paciente se mostra aguda e dramaticamente doente, com a habilidade de mimetizar sinais e sintomas de forma a necessitar de internações prolongadas, procedimentos de diagnósticos invasivos,longo tempo de terapia com as mais variadas classes de drogas e cirurgias. Descreve-se um caso de SM do Hospital Universitário Walter Cantídio, da Universidade Federal do Ceará, em que a paciente apresentava artrite e enfisema subcutâneo. Na ocasião, ela tinha 26 anos, era agente de saúde e tinha sérios problemas familiares. Este estudo também aborda uma revisão de literatura.

Richard Asher cunhou o epônimo em 1951 após a análise de Karl Friedrich Hieronymus, o Barão de Munchausen (1720-1797), um homem que viajou muito e era famoso em seu tempo por contar histórias fantásticas e exageradas sobre sua vida.

Munchausen by proxy syndrome (MBPS)

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Bactéria torna mosquito do Dengue imune ao vírus

“Os resultados mostram que podemos transformar completamente populações locais [de mosquitos] em poucos meses”, disse Michael Turelli, biólogo da Universidade da Califórnia, EUA. “É a selecção natural alimentada por esteróides.” 

O dengue é provocado por quatro estirpes de um vírus que infecta as pessoas através das picadas do mosquito Aedes aegypti. O vírus causa febre, dores musculares e pode ser fatal, nos casos de febre hemorrágica. Cerca de 20 mil pessoas morrem anualmente desta doença. Não existe vacina e uma forma de luta contra a doença é o controle da população de mosquitos.

Em 2009, a equipe de Turelli, que envolve vários investigadores de universidades da Austrália, resolveu utilizar a bactéria Wolbachia que existe naturalmente nos mosquitos para encurtar o tempo de vida do inseto e prevenir o desenvolvimento do vírus. A primeira tentativa revelou-se um fracasso, porque a bactéria era muito forte e matava rapidamente os mosquitos.

Os investigadores voltaram para o laboratório e lembraram-se de utilizar uma estirpe da Wolbachia menos violenta. Acabaram por obter outro resultado, inesperado: a bactéria impedia o inseto de ficar infectado pelo vírus do dengue sem matar o mosquito. Os cientistas não sabem ainda como é que a bactéria protege o mosquito do vírus. Poderá ser um processo molecular, um aumento da resposta imunitária ou ambos. 

A bactéria passa de geração para geração, de mães para filhos, o que facilita a sua propagação. Além disso, só sobrevivem os ovos de mães infectadas pela bactéria Wolbachia. Os ovos de insetos fêmea saudáveis que são fertilizados por machos com a bactéria acabam por morrer.

Depois de testarem a biologia deste sistema no laboratório a equipe soltou milhares de mosquitos infectados com a bactéria em Queensland, na Austrália. Antes, no entanto, percorreram um longo processo em que consultaram os governos locais, os reguladores, e falaram com as populações para explicar o que ia suceder.

Depois de soltarem os mosquitos, a bactéria prosperou. Numa localização, 100 por cento de mosquitos capturados tinham a bactéria, noutra localização, a Wolbachia estava presente em 80 por cento dos indivíduos. A equipe encontrou ainda elementos da nova população espalhados em locais onde não foi libertado nenhum inseto.

A experiência “inaugura o início de uma nova era de controle de doenças transmitidas por mosquitos”, disse Jason Rasgon, especialista do Instituto de Investigação de Malária de Johns Hopkins, em Maryland, EUA, num comentário sobre a descoberta publicada também na revista Nature.

“A vantagem deste método de substituição de populações é que assim que estiver estabelecido, propaga-se por si mesmo. E porque a população de mosquito é alterada em vez de ser eliminada, os efeitos nos ecossistemas serão mínimos.”

Os investigadores querem agora implementar a técnica em outros locais do mundo, como no Brasil.

Fonte:PT

Um rio embaixo do Amazonas

Pesquisadores do Observatório Nacional (ON) apresentaram um estudo que revela indícios da existência de um rio subterrâneo correndo sob o rio Amazonas, a uma profundidade de 4 mil metros (4 quilômetros). 

A extensão do rio subterrâneo ainda está sendo avaliada pelos pesquisadores, mas, segundo o jornal O Estado de S. Paulo, ela pode chegar a 6 mil quilômetros. 

As evidências do rio subterrâneo foram encontradas graças a dados de perfuração de poços pela Petrobras nas décadas de 1970 e 1980, na região amazônica. 

Em homenagem ao orientador, Valiya Hamza, um pesquisador indiano que vive no Brasil desde 1974, os cientistas batizaram o fluxo subterrâneo de rio Hamza. 

A largura do rio Amazonas varia de um a cem quilômetros, na área de estudo. Já a do rio de fluxo subterrâneo é maior: varia de 200 a 400 quilômetros.

Jornal Destak

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25/08/11

Nota sobre mortes de bebês na Santa Casa- SINDMEPA

O Sindicato dos Médicos do Pará (Sindmepa) não vai aceitar que a categoria seja utilizada como bode expiatório dos graves problemas que atingem o sistema público de saúde. Médico não é bandido e polícia tem como função prender bandido, não gente que tenta realizar a sua tarefa da melhor maneira possível, apesar da precariedade das condições de trabalho.

Sobre o episódio ocorrido na manhã desta terça-feira, 23, na Santa Casa de Misericórdia do Pará, quando médicos receberam voz de prisão de um bombeiro militar, ao tentar explicar que não havia leito disponível para atender uma paciente – medida essa determinada pela própria direção do hospital, o Sindmepa informa que vai dar todo o apoio jurídico e institucional aos colegas envolvidos e que vai procurar, novamente, as autoridades de segurança do Estado, a fim de discutir, mais uma vez, a caracterização da chamada omissão de socorro, porque, se a interpretação sobre o tema continuar desvirtuada como está, ficará inviável para a categoria continuar a trabalhar no sistema público, especialmente na urgência e emergência, sob pena de, todos os dias, termos médicos sendo detidos como bandidos, coisa que não são.

Essa situação não é inédita. No mês de julho passado, outros colegas, que trabalhavam em uma clínica vinculada ao Sistema Único de Saúde (SUS) foram ameaçados de prisão por bombeiros militares que tentaram, à força, fazer com que um paciente fosse operado, quando não havia ali nem bloco cirúrgico disponível. Na ocasião, o Sindmepa buscou a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Segup) e manifestou preocupação em relação a uma possível repetição desse fato. Foi o que, infelizmente, acabou acontecendo, já que nenhuma providência foi tomada.

Quem tem que prover leitos para atender a população não é a categoria médica, mas sim, os gestores da saúde. A esse profissional cabe apenas prestar atendimento clínico. Por isso, o Sindmepa lamenta o ocorrido e conclama as autoridades responsáveis para que tomem o caso como um mote para discutir seriamente a saúde no nosso Estado, buscando oferecer melhores condições de trabalho e remuneração não só à categoria médica, mas a todos os profissionais da saúde.

O Sindmepa reitera, ainda, que vai aguardar a apuração dos fatos, garantindo aos colegas médicos o amplo direito de defesa e chamando a categoria para, em breve, realizar uma assembléia geral, na qual deverão ser discutidos esses graves problemas que não só estão afetando a imagem da categoria, como também contribuindo para uma precarização ainda maior do sistema público de saúde.

Diretoria Colegiada


Fonte : Sindmepa