Canal do Sertão Alagoano, iniciado na gestão do Presidente Collor :Geddel V. Lima, Ministro da Integração Nacional


O Ministro ressaltou o homem de Estado que é o Presidente Lula, preocupado em dar continuidade a ações pensadas e planejadas antes dele. E citou alguns projetos: Canal do Moxotó, conhecido como o Canal do Sertão Alagoano, iniciado na gestão do Presidente Collor; em Pernambuco, foram liberados recursos para a Adutora de Pirapama, que vai fortalecer o abastecimento de água para a Região Metropolitana de Recife; no Ceará, o Eixão, a obra que vai levar água do Castanhão ao Canal do Trabalhador e, finalmente, a Fortaleza e a Pecém; na Bahia, o esforço tem sido para tirar do papel dois projetos que estavam paralisados há mais de 10 anos que são o de irrigação do Baixio do Irecê e o de Salitre na beirada do São Francisco, que devem gerara em torno de 200 mil empregos. O Ministro destacou que são projetos estruturantes que, quando concluídos, sinalizam para um Nordeste mais equânime,Geddel Vieira Lima, Ministro da Integração Nacional.ATA DA PRIMEIRA REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO DELIBERATIVO DA SUDENE, REALIZADA EM 30 DE ABRIL DE 2008, EM MACEIÓ (AL).



O Governador lembrou do diálogo que presenciou entre o estudioso do semi-árido, Ignacy Sachs, e o Presidente da República sobre energias renováveis -, a revitalização do Rio São Francisco, a Transnordestina ou o Canal do Sertão Alagoano que, iniciado no Governo do Presidente Collor, conta hoje com recursos da ordem R$ 600mi para ser concluído na gestão atual e levar água para 32 municípios da região mais sofrida de Alagoas. Teotonio Vilela Filho,Governador de Alagoas ATA DA PRIMEIRA REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO DELIBERATIVO DA SUDENE, REALIZADA EM 30 DE ABRIL DE 2008, EM MACEIÓ (AL).



Canal adutor do sertão alagoano pode virar realidade, afirma Collor (06/02/2013)

Em discurso nesta quarta-feira (6), o senador Fernando Collor (PTB-AL) afirmou que as obras docanal adutor do sertão alagoano pode finalmente começar a virar realidade ainda este mês. Ele informou que está prevista a inauguração da primeira parte do canal pela presidente da República, Dilma Rousseff, nas próximas semanas.

O senador explicou que a origem do empreendimento se deu quando ele era presidente, em 1991. A obra foi iniciada em 1992 mas, entre 1993 e 2000 os trabalhos ficaram parados. Apenas em 2001 a obra foi retomada e ganhou fôlego depois da posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, disse Collor.

- Com a vitória do presidente Lula, a esperança renasceu e, com ela, a retomada dodesenvolvimento do país, em especial do nosso sofrido Nordeste – afirmou.

O senador informou que o canal adutor terá 250 quilômetros e atenderá 42 municípios alagoanos, beneficiando mais de um milhão de pessoas com o aumento da disponibilidade deágua principalmente no sertão e no agreste de Alagoas.

- O empreendimento tem por objetivo maior desenvolver a economia regional pela melhoria das condições de abastecimento urbano e dos perímetros de irrigação, pelo desenvolvimento da piscicultura e do agronegócio, bem como pelo remanejamento das adutoras coletivas existentes, o que vai permitir reduzir os custos de operação e manutenção para a companhia deabastecimento do estado – pontuou.

Em 2009, Collor e os demais parlamentares da bancada alagoana conseguiram a inclusão do canalno Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o que acelerou a obra. Agora, o canal já tem 65 quilômetros concluídos ao custo de R$ 500 milhões. A obra como um todo custará R$ 1,8 bilhão.

Má gestão

Entretanto, o senador afirmou que o Tribunal de Contas da União constatou má gestão da Secretaria de Infraestrutura do Estado, o que vem atrasando o empreendimento.

- O relatório do TCU apontou sobrepreço, superfaturamento e perdas em virtude da não execução de serviços essenciais. Ou seja, do ponto de vista administrativo e executivo, trata-sede um lastimável, desalentador e pífio desempenho do governo de Alagoas – reclamou.

Além disso, afirmou Collor, o governo de Alagoas ainda não usou R$ 10 milhões disponibilizados pelo Ministério da Integração Nacional para o socorro às vítimas da prolongada estiagem do anopassado.

- Enquanto o governador move sua caneta a passo de guiné, as estimativas apontam para a perda de 30% do rebanho do estado ou algo entre 250 e 300 mil cabeças de gado. Nem mesmo o levantamento das perdas chegou a ser feito pelo atual governo. Ou seja, diante do abandonodos desvalidos do sertão e do agreste, o governo e a administração estadual cometem mais um crime contra o estado de Alagoas e seu povo – declarou Collor.



Agência Senado

(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)




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Comentários

Gonzola disse…
E essa obra vai fazer muita diferença para os sertanejos! Parabéns ao Lula e ao Collor por darem importância e vez para obras como essa!