Confirmada para quarta-feira 20, às 15h, audiência do Sinmed com o Ministro da Saúde



Confirmadíssima para quarta-feira, 20, às 15h, audiência do Sinmed com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, na sede do MS, em Brasília. (Atualizada em 15/03/2013 as 12:30h) SINMED/AL




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Médicos apostam ‘todas as fichas’ em encontro com ministro da Saúde
Audiência com profissionais de Alagoas foi articulada pelo senador Fernando Collor, em Brasília

O presidente do Sindicato dos Médicos de Alagoas, Wellington Galvão, reagiu positivamente à audiência agendada pelo senador Fernando Collor (PTB) com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Há mais de três meses, a classe médica está em greve e o governo do Estado não apresentou uma proposta satisfatória à categoria. 

Diante da falta de negociação, Galvão revelou que todas as fichas estão sendo apostadas no encontro com o ministro, agendado para a próxima quarta-feira, às 15h, em Brasília. “Nunca vi uma gestão em Alagoas tão irresponsável quanto essa. Impressionante a lentidão desse governo. Essa situação não pode mais continuar. Devido a isso, a população é a maior prejudicada", lamentou o sindicalista. 

No encontro com o ministro, na noite dessa quarta-feira (13), Collor apresentou um dossiê mostrando toda situação da saúde pública de Alagoas, além de reproduzir o pedido de ajuda dos médicos. No começo do mês, o senador participou da assembleia geral da classe e ouviu dos médicos o cenário que considerou alermante. “A saúde em nosso estado está na UTI e sem respirador artificial", lamentou o senador, à época. 

Após o encontro com o ministro, o senador manteve contato com o presidente do sindicato. "Collor relatou que o ministro Padilha ficou surpreso com a situação mostrada no dossiê e prometeu encontrar urgentemente uma saída. Se necessário, ele desembarcaria no Estado para mediar uma solução”, expôs Galvão. 

Processos administrativos 

Os médicos grevistas estão respondendo a diversos processos administrativos, segundo o sindicato. Galvão acredita que os processos foram provocados, nos bastidores, pelo secretário de Educação e jurista, Adriano Soares. “Esses procedimentos têm a cara desse secretário. Infelizmente, estão tomando o caminho da ameaça. Desde o começo, respeitamos - em regra – a lei. Reforço que a paralisação é legal. Não vamos nos curvar a ameaças”, disse.

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