Na assembleia de ontem (1/04) à noite, os médicos da rede estadual decidiram manter a greve



O anúncio feito pelo secretário Villas Bôas sobre dar uma "gratificação" aos médicos das urgências e emergências não foi bem visto.

"A categoria não quer mais um penduricalho, que possa ser dado com uma mão e retirado com a outra. A categoria quer PCCV, instituído por lei", disse o presidente do Sinmed, Wellington Galvão.

Ele alertou que esse tipo de gratificação, apenas para urgências e emergências, deixa de fora os médicos do ambulatórios e demais serviços, além dos aposentados e pensionistas de médicos, enquanto a luta da categoria visa a valorização do trabalho de todos os médicos - inclusive dos que serviram durante décadas ao Estado e se aposentaram com salário de fome.

Ascom Sinmed

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