Mais Médicos para o Brasil ou mais uma fonte de renda para o burguês Fidel Castro ?

Médicos Cubanos :Exército de escravos

Em 2009 : Mas, "pelo que ouvimos dizer entre colegas médicos, [a situação dos clínicos cubanos] pouco menos será que escravatura".

Do salário mensal global de mil euros, cerca de 380 euros ficam na posse dos médicos cubanos, e só 38 euros é que são enviados para as suas famílias. 
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/carga-horaria-e-salarios-de-medicos-cubanos-chocam-colegas-portugueses-1403608




Consultório médico em CUBA

A Raul Castro no le interesa la vida de los cubanos, mas le interesa la vida de los venezolanos y de otros paises. 

Para cumplir mision se matan aqui los medicos (se refiere a la "alegria" que sienten los profesionales de la salud cuando los llaman para trabajar en otros paises porque "resuelven" las cosas que en Cuba no pueden). Maltratan al pueblo, no tienen atencion medica para el pueblo, pero para otros, si, fuera de este pais.Yoraida Aviles Barzaga



Edson Oliveira

Um mítico Estado provedor que controla tudo de forma onipotente e insuficiente precisa, compreensivelmente, do ponto de vista do exercício do poder, criar mecanismos de controle das demandas que não pode atender. A formação médica em Cuba, como parte importante daquela sociedade, não poderia ficar fora deste processo de controle de um Estado forte e centralizador.

* É pneumologista e ex-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM).

Fonte: CFM

"O sacrifício "da Casta Socialistahttps://twitter.com/YACUBATWITEA


ATO MÉDICO, IMPORTAÇÃO DE MÉDICOS E O TRABALHO ESCRAVO
 Déborah Pimentel*


Dizem que na crise, encontram-se oportunidades. O marqueteiro da Presidente Dilma, João Santana, que tem status de ministro, no meio do caos das manifestações populares, e depois de alguns insucessos (Constituinte, Plebiscito), conseguiu jogar toda a sua pesada artilharia em um alvo específico, a categoria dos médicos, em uma atitude eleitoreira e populista e com possibilidades de agradar à grande massa agradar (ainda que só por algum tempo até que descubra o engodo), uma vez que esta depende dos serviços públicos de saúde: o programa Mais Médicos.

A população reivindica melhores serviços e mais investimentos do Estado em Saúde e os tradutores de plantão das vozes das ruas, os Ministros pré-candidatos do PT ao governo paulista em 2014, Aloizio Mercadante (Educação) e Alexandre Padilha (Saúde), traduziram para a Presidente, que o caos da saúde pública é de responsabilidade única dos médicos que não querem se interiorizar. Assim, o ideal é importar estes profissionais.

O que ninguém diz, mas todos sabem, é que é uma forma oportuna de cumprir uma antiga promessa que Lula e o PT haviam feito aos brasileiros que fugiram dos vestibulares de Medicina no Brasil e foram fazer o curso nas terras de Fidel e Evo Morales, entre outros lugares. Eles não estavam conseguindo trabalhar aqui, porquanto a dificuldade de revalidação dos seus diplomas adquiridos nos cursos duvidosos que fizeram, onde se ensina mais ideologia política do que habilidades médicas. Desnecessário lembrar ao leitor mais sagaz que para fazer Medicina em Cuba o único pré-requisito é ser filiado ao PT.

Outro ganho secundário do Programa Mais Médicos, seria continuar mandando recursos financeiros para a ilha dos irmãos Castro, importando outros médicos além dos brasileiros que vivem lá. Este tiro saiu pela culatra diante das exigências do governo cubano, uma vez que os médicos, aqui no Brasil, precisariam ser monitorados para não fugir e os pagamentos, seriam feitos diretamente ao ditador. Ou seja, a presidente estava importando escravos e não iria pegar bem no cenário internacional.

O alvo agora são os portugueses e espanhóis que com a crise europeia estão desempregados. A Ordem dos Médicos de Portugal, curiosamente, já se manifestou, afirmando que o Brasil desprestigia de forma desrespeitosa os médicos portugueses oferecendo apenas uma licença temporária e com uma limitação geográfica. Estão insatisfeitos. Querem mais. Eles e a nossa Presidente, todos de memória curta, já esqueceram que os dentistas brasileiros não conseguiram revalidar seus diplomas em terras de Cabral nesta mesma Ordem que considerou a formação, em Odontologia, insuficiente e ficaram sem trabalhar e foram expulsos daquele país.

Outra brilhante idéia dos senhores grilos da dona Presidente, é escravizar mão de obra nacional: amplia-se o curso de Medicina em mais dois anos e manda a meninada para os lugares mais distantes e carentes do país, a título de estágio supervisionado no SUS e com o nobre objetivo de melhorar a qualidade da formação da garotada. Muito bom. Golpe de mestre. População aplaude e enganada, agradece. Finalmente mais médicos!

Ora, como assim? Não continuam estudantes? Se são estudantes eles não tem registro no Conselho de Medicina e não podem exercer a Medicina. Se são estudantes não podem ficar sozinhos sem supervisão. E quem fará a supervisão? A Presidente diz que são as escolas. Ora, e as escolas tem professores suficientes e disponíveis para serem deslocados para estes lugares para cuidar dos seus alunos? Ela, a Presidente combinou com quem sobre estas mudanças curriculares que são privilégios constitucionais das universidades (artigo 207)? Não se muda um currículo por medida provisória. Será que ninguém desconfia que esta senhora e seus fantásticos assessores, equivocadamente, pensam que vivem em uma espécie de Venezuela?

Claro que as universidades e as entidades médicas - Associação Médica Brasileira (AMB), Associação Nacional de Médicos Residentes (ANMR), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Federação Nacional dos Médicos (Fenam) – que nunca foram consultadas, reagem e condenam veementemente o programa Mais Médicos e a mudança abusiva da grade curricular.

Médico não é mágico. Pode ser os melhores médicos brasileiros, cubanos, portugueses, ou vindos de Harvard, que não conseguirão fazer milagres nestes campos de miséria, pois o médico que se submete a trabalhar nestes lugares, às vezes, sequer tem pia para lavar as mãos e não tem medicamentos básicos, como analgésicos sequer. Falta estrutura mínima e gestão eficiente dos parcos recursos existentes.

Se os médicos brasileiros não vão para estes lugares, é porque não lhes dão condições e estruturas adequadas de suporte mínimo. Falta financiamento e o governo sabe disso.

Por que não se oferece ao médico um plano de carreira como é oferecido no judiciário? Os médicos desejam que a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 454/2009, que cria a carreira médica nos serviços públicos de saúde federal, estadual e municipal, seja aprovada. Esta seria uma forma digna de levar o médico para o interior com remuneração justa, uma estrutura de qualidade e disponibilidade de tratamento.

A Presidente é instruída a fingir não compreender que saúde não é feita apenas por médicos e conseguiu colocar a população contra os médicos que se tornaram já há algum tempo, os grandes vilões da saúde como se fossem aqueles que respondem pela falta, quer de leitos, quer de medicamentos e exames complementares. Ela resolveu transferir toda a responsabilidade sobre os ombros de uma classe, que os dirigentes petistas dizem ser preguiçosa, irresponsável e mal preparada.

As entidades médicas não são contra a abertura de mais faculdades ou mais 12.000 vagas (número mágico, apresentado aleatoriamente pela Presidente), desde que provem que são bons cursos; não são contra a vinda de médicos cubanos, espanhóis ou portugueses, desde que provem que têm conhecimentos mínimos para atuar, submetendo-se à prova de revalidação de diplomas e do conhecimento da língua (não é um desafio fácil).

Cabem questionamentos jurídicos sobre estas medidas e até mesmo uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) que, não se enganem os senhores, virão.

Para fechar o pacote, a nossa Presidente deu aos médicos mais um golpe, provavelmente por retaliação frente à repercussão negativa nas entidades médicas que fizeram duras manifestações de repúdio às manipulações da massa com fins eleitoreiros: a Lei do Ato médico foi sancionada com nove vetos e entre eles o que definia como privativo do médico, o diagnostico das doenças (nosológico) e a prescrição de medicamentos, que agora poderão ser feitos pelos enfermeiros e farmacêuticos.

Os médicos, portanto, só serão úteis para assinar atestados de óbito. E se os médicos são dispensáveis, por que mais médicos? Larga do meu pé, Dilma!





A infância feliz prometida há 54 anos por Fidel Castrohttps://twitter.com/YACUBATWITEA


por fernandoallende |

Quem esteve em Cuba constatou que médicos trabalham como motoristas de táxi, em hotéis, no comércio e em outras atividades que não exigem qualificação e muito menos formação universitária. As vagas no mercado de trabalho em quase todos os setores estão preenchidas e novas vagas de emprego são raras. No caso dos médicos, as oportunidades de trabalho são raras. Cuba possui 13 médicos para cada 100 mil habitantes, o maior número da América Latina, maior que o de muitos países desenvolvidos. Na única faculdade de medicina do país, que fica em Havana, são formados anualmente 200 médicos que não têm onde trabalhar. Mas com a ajuda de governos amigos, os cubanos estão resolvendo a situação de trabalho dos médicos.
Na Venezuela, por exemplo, trabalham mais de 90 mil cubanos, entre médicos, dentistas, psicólogos, engenheiros e enfermeiros. Eles começaram a ser admitidos no país depois de uma lei do falecido presidente Hugo Chávez, que atendeu ao pedido dos irmãos Fidel e Raul Castro. Esse grande contigente foi dispensado de qualquer tipo de exame e eles trabalham com seus registros profissionais cubanos. Mas quem pensa que basta ser médico e jovem para ir trabalhar na Venezuela, Peru ou Bolívia, está enganado. A ditadura cubana autoriza a saída do país apenas dos profissionais alinhados ideologicamente com o regime. Fica fácil deduzir que, ao exigir atestado ideológico, Cuba manda para o exterior agentes de propaganda do regime.

A presidente Dilma Rousseff anunciou na semana passada sua disposição de abrir vagas de trabalho para 6 mil médicos cubanos, que seriam destinados aos municípios do Norte e Nordeste. Eles trabalhariam em pequenas cidades que não têm – ou nunca tiveram – um médico. Ao decidir pela autorização de trabalho dos médicos cubanos, a presidente aceita o pedido feito no final do ano passado pelo presidente Raul Castro. Os médicos brasileiros passam o dia protestando em várias partes do País contra muitas coisas, inclusive contra a vinda dos médicos cubanos. Existem soluções para a questão dos municípios sem médico, basta vontade política, com ações e estímulos para um setor onde os problemas não param de crescer.

"Vida social" em CUBA
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Antonio Guedes, presidente do exilado partido anticomunista União Liberal Cubana (UCL).

 Em Cuba, o custo de um bom sistema de saúde, segundo ele, é a liberdade.

"Cuba sustenta esse sistema de saúde praticamente sem dinheiro porque lá as coisas são pagas de forma diferente", diz Guedes. Os médicos, explica, têm que trabalhar para o Estado depois de formados e podem ser enviados para prestar serviço no exterior. Durante a Guerra Fria, por exemplo, médicos cubanos tiveram que trabalhar em hospitais soviéticos em Angola, Etiópia e Moçambique.

"E eles chamam isso de educação gratuita", afirma Guedes, sem esconder a indignação.

Até poucos anos atrás, os estudantes de medicina tinham que trabalhar 45 dias por ano no corte de cana de açúcar ou na colheita de tomate. "Eu mesmo tive, por muitos anos, que trabalhar no campo", lembra Guedes, que se formou em medicina básica no país nos anos 1960.






CUBA: critérios para estudar medicina

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A medicina Cubana : Para os ricos e para os pobres

CUBA

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