Genocídio Cubano :Crianças assassinadas pelo regime comunista de Fidel e Raúl Castro





VÍTIMAS MENORES DE 18 ANOS DO ESTADO COMUNISTA CUBANO



MORTES DOCUMENTADAS: 94
Fuzilamentos: 22
Assassinatos extrajudiciais: 32
Assassinatos em tentativa de fuga: 24
Mortes por negligência médica na prisão: 1
Mortes acidentais – tentativa de fuga: 3
Insurgentes mortos em combate: 12
MORTES NÃO IDENTIFICADAS EM TENTATIVA DE FUGA PELO MAR (“BALSEROS”): 10,926 – 12,916 (Estimativa)
CASOS SELECIONADOS
A data, localização e causa da morte estão resumidas abaixo. Detalhes adicionais e fontes estão disponíveis em www.CubaArchive.org
MENORES EXECUTADOS OU ASSASSINADOS POR TENTATIVA DE FUGA
Owen Delgado Temprana, 15 anos.
23/03/81, Villa Marista, Havana. ASSASSINADO. Agentes do Estado de Segurança Cubano invadiram a embaixada do Equador, na qual ele se refugiara junto com sua família. Levado ao Quartel-General do Estado de Segurança, foi espancado até a morte.
Ioamis González Manzini. 16 anos.
01/07/93. Praia de Cojímar, província de Havana. ASSASSINADO. Morto a tiros por guarda-fronteiras cubanas enquanto nadava rumo a um barco que fora a Cuba para resgatá-lo.
Três crianças da família Lazo.
1971. Mar do Caribe. ASSASSINADAS. Desapareceram no oceano após um barco da marinha cubana ter investido contra seu bote. Sua mãe foi devorada por tubarões.
Angelo López Rabí. 15 anos.
1971. Prisão Fortaleza de La Cabaña, Havana. FUZILADO junto com seu amigo Nelson Rodriguez (18 anos), após uma tentativa fracassada de seqüestrar um avião da Aviação Cubana para fugir de Cuba.
Alexis E. Márquez Ríos. 6 anos.
20/10/99. Águas Territoriais Cubanas, 12 quilômetros ao norte de Havana. ASSASSINADO. Afogou-se junto de sua mãe quando um barco da marinha cubana atacou e afundou o bote no qual tentava fugir de Cuba.
Orlando Travieso Jr. 17 anos.
03/91. Águas Territoriais Cubanas, norte de Havana. ASSASSINADO. Metralhado por membros da marinha cubana.
Eusebio Silva. 17 anos.
08/12/63. ASSASSINADO por autoridades cubanas enquanto tentava chegar à Base Naval dos Estados Unidos, em Guantánamo, para solicitar asilo político.
Massacre do Rio Canímar. 07/06/80.
Os quatro menores a seguir morreram afogados, junto com outros 52, quando a marinha cubana afundou a embarcação de excursão “XX Aniversário”, que havia sido seqüestrada:
Lilliam González López, 3 anos;
Marisol Martínez Aragonés, 17 anos;
Osmany Rosales Valdés, 9 anos;
Marisel San Juan Aragonés, 11 anos.
Massacre do Rebocador, 13/07/94.
Os menores a seguir morreram afogados, junto com outras 33 pessoas, quando um guarda costeiro cubano afundou o rebocador “13 de Março”, que havia sido seqüestrado:
Ángel Abreu Ruiz. 3 anos;
Yisel Borges Álvarez. 4 anos;
Yausel Pérez Tacoronte. 11 anos;
Juan Mario Gutiérrez García. 11 anos;
Caridad Leyva Tacoronte. 4 anos;
Yaser Perodin Almanza. 11 anos;
Cyndy Rodríguez Fernández. 2 anos;
José Nicole Anaya. 3 anos;
Mayulis Méndez Tacoronte. 16 anos;
Eliezer Suárez Plasencia. 11 anos;
Yolindis Rodríguez Rivero. 2 anos;
Helen Martínez Enríquez. 6 meses.
OUTROS MENORES ASSASSINADOS OU EXECUTADOS
Mario Alfonso. 16 anos.
27/02/62, Havana. ASSASSINADO. Deparou-se com um miliciano a agredir um homem, e tentou impedi-lo. Quando outro miliciano pediu-lhe seu nome e endereço, e ele respondeu que vivia em Miami com seu pai, e então o miliciano sacou sua pistola e respondeu-lhe: “Seu verme revolucionário imundo, isto é o que você merece!” Disparou 8 tiros contra ele.
Carlos R. Araujo Nuñes. 17 anos.
28/01/94. Rua à frente do hotel “Inglaterra”, Havana. ASSASSINADO. Morto a tiros por um policial por não parar sua motocicleta quando este ordenou-lhe parar.
Julio Báez. 15 anos.
27/03/93, Esquina da Auxiliadora Maria com as Ruas Porvenir, Havana. ASSASSINADO. Morto a tiros por um coronel do Departamento do Interior de Cuba (MININT).
Pedro Bermúdez. 16 anos.
29/06/74, Santa Clara, Las Vilas. FUZILADO.
Miguel Calderón Espín. 17 anos.
26/04/91, Prisão “Kilo 7”, cidade de Camagüey. ASSASSINADO pelos guardas da prisão.
Dois irmãos Cardona.
09/12/61, Esmeralda, provícia de Camagüey. ASSASSINADOS. Mortos a tiros pela polícia revolucionária, a qual invadiu a sua casa, assassinando a sua família inteira.
Ramón Díaz Yanez. 16 anos.
08/07/62. Escola Yard, Escola Secundária de Baldor, Havana. ASSASSINADO pelo chefe da Juventude Comunista de Vedado, que o baleou à frente de seus colegas de classe, quando foi em socorro de uma estudante que estava sendo espancada pelo mesmo.
Ditsan Diéguez Torres. 17 anos.
03/08/92. Usina San Germán, Holguín. ASSASSINADO. Morto a tiros por um policial por furtar açúcar do armazém da usina.
Julio Flores Díaz. 17 anos.
Verão de 1995. Cela de punição na prisão de Valle Grande, El Morado, província de Havana. MORTO POR NEGLIGÊNCIA MÉDICA NA PRISÃO. Vomitando incessantemente, seu pedido de socorro foi ignorado. Ele foi encontrado morto em uma poça de vômito e sangue.
Máximo Galán Zaldívar, 17 anos.
20/01/79. Escritório do G-2 Estado de Segurança, em Guantánamo. Líder de um grupo jovem de fãs de Rock-and-Roll. ASSASSINADO na prisão por divergência ideológica.
Mónica García. 15 anos.
08/09/93. Reparto Poey, Havana. ASSASSINADA. Morta a tiros por um policial que atirou indiscriminadamente contra um grupo de jovens que o insultavam.
Evelio G. Gil Diez Cabezas. 17 anos.
04/12/59. Prisão Fortaleza de La Cabaña, Havana. FUZILADO.
Armando Gonzáles Peraza. 14 anos.
02/12/61. Provícia de Las Vilas. ASSASSINADO pela polícia, a qual afirma que ele cometeu suicídio.
José Ramón Guit Cruz. 16 anos.
03/71. Cidade de Camagüey. ASSASSINADO. Por grafitar seu apelido “Grafite”, ele foi preso sob falsas acusações de pichação anti-Castro. Sua prisão tornou-o radical, e logo ele começou a organizar protestos públicos contra o regime de Castro. Preso várias vezes, ele finalmente foi morto a tiros pela polícia. Seu funeral foi transformado em um grande protesto público, e o governo enviou tanques às ruas.
Simón Heredia Ávarez. 13 anos.
Verão de 1993. Ruas de Céspedes, Ciego de Ávila. ASSASSINADO. Morto a tiros pela polícia enquanto se queixava do desnecessário excesso de violência policial contra uma multidão de pessoas reunidas à frente de uma loja de alimentos do governo. Centenas de cidadãos protestaram contra o governo em seu funeral.
Rigoberto Hernandez Estevez. 17 anos.
09/03/61. Prisão Fortaleza de La Cabaña. Aluno deficiente mental de uma escola secundária; faxineiro do “Instituto de Educación Activa”, Havana. FUZILADO. Falsamente acusado de conspiração.
Ramiro T. Javier. 5 anos.
08/60, Cuneira, Guantánamo. ASSASSINADO pela polícia.
Reynaldo Lopez. 17 anos.
10/86. ASSASSINADO. Soldado cubano das Forças Armadas assassinado a tiros ao tentar deixar sua unidade militar sem autorização.
Ismael Lourent Brunet. 17 anos.
Lázaro R. Ordales 17 anos.
Armando Piñero Garcia. 17 anos.
23/02/63. Rua em frente ao hotel "Perla de Cuba", Sacti-Spíritus, Las Villas. ASSASSINADOS. Eles faziam parte de um grupo de jovens que estava em frente ao hotel. Mortos a tiros por um miliciano revolucionário sem que houvesse provocação.
René Martinez. 14 anos.
13/06/68. Cidade de Matanzas. ASSASSINADO na prisão, morto a tiros por um miliciano de Castro.
Leonardo Matas Pich. 16 anos.
30/01/62. Prisão Juvenil em Guanajay, Pinar del Río. ASSASSINADO na prisão.
Cristóforo Medina Fantoni. 17 anos.
06/79. Campo de Concentração de Managuato para Desertores Militares, província de Camaguey. ASSASSINADO. Morto a tiros enquanto tentava escapar.
Lázaro Morera Martínez. 16 anos.
1993, Finca Desengaño, Aguica, província de Matanzas. ASSASSINADO. Morto pelo Chefe de Polícia de Aguica, quem indiscriminadamente atirou contra um grupo de jovens.
Luis Pérez Antúnes. 17 anos.
31/03/61, Prisão Fortaleza de La Cabaña. FUZILADO.
Juan Manuel Pinto Menéndez. 16 anos.
23/09/60. Ruas de Guanabacoa, Havana. ASSASSINADO pela polícia.
Andrés Quintana Velázquez. 14 anos.
28/05/93, Hospital Provincial de Matanzas. ASSASSINADO. Foi em socorro de seu padrasto, que estava sendo chutado por dois policiais. Morreu 3 dias depois que um deles o baleou.
Ramón Rivero. 16 anos.
13/10/65. Escritório do G-2 Segurança de Estado em Havana. ASSASSINADO na prisão pela Segurança de Estado.
Elio Rodríguez. 13 anos.
22/08/61, La Vibora, Havana. ASSASSINADO pela polícia, a qual alega que ele cometeu suicídio.
Juan Rodríguez. 17 anos.
Soldado das Forças Armadas cubanas. FUZILADO ao tentar abandonar seu posto para visitar sua mãe.
Raúl Torres Pérez. 17 anos.
03/06/62. Hospital da Universidade Calixto Garcia, Havana. ASSASSINADO. Desenvolveu câncer enquanto cumpria pena na prisão por razões políticas e não lhe foi dada assistência médica. Após finalmente ser transferido ao hospital, pediu permissão a seu guarda milícia para deixá-lo ir ao banheiro. Negada a permissão, mas incapaz de controlar sua vontade, ele tentou se levantar e andar. O miliciano agrediu-o com uma coronhada no rosto, arremessou-o ao chão e atirou nele.
Calixto A. Valdés Mendoza. 17 anos.
11/09/63. Prisão Fortaleza de La Cabaña. FUZILADO. Acusado de conspirar contra os poderes do Estado. Seu pai, Juan Valdés Terán, foi condenado a 25 anos de prisão no mesmo tribunal.
Jorge Varas Bileves. 16 anos.
04/04/62. Quartel-General do Estado de Segurança, Havana. ASSASSINADO na prisão. As autoridades cubanas alegam que ele cometeu suicídio.
Manuel Vidal Argudín. 16 anos.
07/09/60. Ruas de Havana. ASSASSINADO. Baleado na cabeça por um agente do Estado de Segurança por resistir à prisão. Ele estava desarmado.
MENORES EXECUTADOS POR PARTICIPAREM DE INSURGÊNCIAS ANTI-CASTRO
Combatentes rebeldes, na sua maioria agricultores, fuzilados:
Felicito Acosta. 16 anos, 28-12-64.
Rubén Acosta. 15 anos, 04-11-64.
Juan Devora Blanco. 17 anos, 04-01-62.
Lorenzo Clavijo Espino. 16 anos, 28-12-62.
Justo García Jr. 16 anos, 22-07-64.
Luis Gonzáles. 14 anos, 28-12-62.
Carlos Machado. 15 anos, 08-07-63.
Ramón Machado. 15 anos, 09-08-63.
Efraín Manso Brizuelas. 16 anos, 1965.
Lorentino Peláez Jr. 17 anos, 09-11-63.
Emeterio Rodríguez García. 17 anos, 09-11-62.
Antonio Ruíz Acosta. 14 anos, 31-09-61.
Tito Sardiñas. 17 anos, 31-08-63
(Executados por colaborarem com rebeldes anti-Castro)
Jesús Carrillo. 16 anos, 05-11-63
(Capturado e executado por milícias castristas)
Fuzilados por se infiltrarem em Cuba:
Adolfo Reyes de la Cruz. 17 anos, 12-10-60.
Mario Rodríguez. 17 anos, 16-12-65.
MENORES MORTOS EM COMBATE (INSURGENTES ANTI-CASTRO)
Em sua maioria pequenos agricultores (camponeses)
Guillermo Álvarez Sánchez. 17 anos.
29/05/66. Infiltração.
Alejandro Beliz. 17 anos. 1961.
Rebelde de Escambray.
Elias Borges. 17 anos.
15/08/62. Rebelde de Escambray.
Orlando Collazo. 17 anos.
1962. Rebelde de Escambray.
Raciel Guerra Gumarrón. 15 anos.
1964, rebelde.
Osmundo León Guerra. 14 anos.
01/03/63. Rebelde de Escambray.
Luis Montalvo. 17 anos.
1963, Rebelde Escambray.
José Adonis Peña Calzada. 17 anos.
1961. Rebelde de Escambray.
Miguel Pichs. 17 anos.
1961. Rebelde de Escambray.
Oscar F. Rodón Caminero. 16 anos.
17/04/61, Invasão da Baía dos Porcos.
Stalin Rovira Guerra. 17 anos.
12/03/61. Rebelde de Escambray.
Severino Ureta. 16 anos.
1964, rebelde de Escambray.
Luis Valdespino. 17 anos.
1961, rebelde de Escambray.
MENORES QUE MORRERAM TENTANDO FUGIR DE CUBA
Maikel Fonseca. 16 anos.
Alberto E. Vásquez. 17 anos.
24/12/2000. Cadete do Exército Cubano. Faleceu como passageiro clandestino no compartimento de uma roda de um Boeing em um vôo Havana-Londres.
Manuel Whitaker. 16 anos.
1993. Morto por uma mina de superfície cubana enquanto tentava chegar à Base Naval dos Estados Unidos, em Guantánamo.
Este resumo é fornecido pelo Cuba Archive, uma iniciativa da Free Society Project, Inc. Ele é resultado do manuscrito do Dr. Armando Lago, Ph.D’s, Cuba: The Human Cost of Social Revolution, ainda pendente de publicação. A investigação continua. As informações das testemunhas e sobreviventes são muito apreciadas.
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Nota do Blog:

Série intitulada Memória Viva , com relatos sobre torturas e violações dos Direitos Humanos,principalmente as perpetradas por Médicos Cubanos a serviço da sórdida Ditadura de Fidel e Raúl Castro


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Comentários

Castelo disse…
O que revolta é ver o Brasil alimentando, participando, ajudando, tamanha monstruosidade, justamente a presidente que tanto reclama da repressão que diz ter sofrido no regime militar do Brasil no passado, que não chega aos pés do absurdo cubano,.......