Mais que tortura e dor, virou memória: Alexystaine



Quando o grito se une a outros tantos, na acústica ampliada da história, mais que tortura e dor, vira memória!

É assim que tenho Alexystaine em mim, vivo, simbolizando a necessidade de persistir no caminho das lutas justas.

Ele que foi tão intenso em sofrer e em ser feliz, deixou o exemplo da finitude corporal muito aquém da representação
simbólica e espiritual.

Saudades não significam ausência de glórias!

Pois tendo abrigado no corpo a sanha violenta do algoz, ele permanece na história!

Será memória de luta em favor da vida.

Será denúncia de crime anunciado, omissão, corporativismo e impunidade.

Somos filho e mãe, entrelaçados na certeza de que a justiça pede clamor, denúncia e capacidade de transcender
a morte!

Somos grito de Vida!


ANA CLÁUDIA LAURINDO

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