Secretismo na saúde Cubana impede atualização sobre incidência de cólera na ilha



ATUALIZAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA DE CÓLERA


CUBA

(OPAS/OMS - 18 de fevereiro de 2014)

Entre a semana epidemiológica (SE) 27 de 2012 e a SE 34 de 2013 (24 de agosto de 2013) foram registrados 678 casos de cólera, incluindo três óbitos. Não há novos casos confirmados desde 24 de agosto de 2013.



HAITI

(OPAS/OMS – 18 de fevereiro de 2014)

Desde o início da epidemia (outubro de 2010) até a SE 6 de 2014 (08 de fevereiro de 2014), foram registrados 699.197 casos de cólera, dos quais 391.074 foram hospitalizados (55,9%) e 8.549 faleceram. A taxa de letalidade acumulada continua sendo de 1,2%, variando de 4,5% (no departamento de Sud Est) a 0,6% (em Port-au-Prince).



Nas primeiras 6 semanas de 2014, foram notificados 2.536 casos de cólera, incluindo 18 óbitos (a taxa de letalidade acumulada para 2014 é de 0,7%). A média semanal foi de 422 casos e 3 óbitos, sendo menor que a registrada em 2013 (média semanal de 1.140 casos e 9 óbitos).



Apesar do aumento de casos observado nas últimas semanas de 2013 (coincidindo com o período de chuvas), as 6 primeiras semanas de 2014 têm registrado uma tendência decrescente em relação ao número de casos e óbitos.



MÉXICO

(OPAS/OMS – 18 de fevereiro de 2014)

No período de 8 de setembro (SE 37) a 21 de dezembro (SE 51) de 2013, foram registrados 187 casos de infecção por Vibrio cholerae O:1 Ogawa toxigênico, incluindo um óbito. Não foram registrados casos novos desde o dia 15 de novembro de 2013.



REPÚBLICA DOMINICANA

(OPAS/OMS – 18 de fevereiro de 2014)

Desde o início da epidemia (novembro de 2010) até a SE 6 de 2014, foram registrados 31.521 casos suspeitos, dos quais 467 faleceram.

Entre a SE 1 e a SE 6 de 2014 foram registrados 46 casos suspeitos, sem óbitos, com uma tendência decrescente no número de casos. Esse quantitativo é consideravelmente menor ao número de novos casos registrados no mesmo período de 2013 (646 casos e 8 óbitos).

Duas Províncias, Santo Domingo e Santiago registram 65% dos casos notificados nessas primeiras semanas de 2014.

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