Maceió: Saúde municipal estagnada,diz Sinmed




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Mergulhado num sono profundo desde que venceu as eleições de 2012, o prefeito de Maceió, Rui Palmeira, permite que as condições de trabalho e de atendimento à população na rede municipal de saúde fiquem piores a cada dia. Enquanto o prefeito hiberna, aumentam as reclamações sobre a falta de medicamentos básicos e dos medicamentos especiais. Também aumentam as queixas sobre a impossibilidade de se solicitar exames complementares e de se encaminhar pacientes para consultas com especialistas.

Como se isso não bastasse, a falta de água, de higiene e de segurança nos postos de saúde de vários bairros da capital afasta pacientes e servidores. Nos bairros periféricos mais violentos, a bandidagem determina quem pode e quem não pode ter acesso aos postos. Os médicos trabalham com medo, os agentes de saúde temem fazer as visitas domiciliares e até a população tem medo de adoecer para não precisar ir ao posto.

Além de três trocas de secretários, na atual gestão não se fez absolutamente nada para mudar alguma coisa prática no âmbito da Saúde Municipal. O prefeito não aparece, não recebe o SINMED, não se defende das acusações de inércia e omissão. Apenas dorme, dando razão a todos que reclamam da sua inoperância. Maceió não merecia isso.

Que 2016 chegue logo, para que o maceioense tenha a oportunidade de eleger um prefeito de verdade. Até lá a população deverá entender que o atual prefeito não tem a mínima vocação – e nem disposição - para administrar uma cidade. Assim, caso ele pleiteie reeleição, o povo estará preparado para mandá-lo embora por incompetência.

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