Médicos concursados em Maceió perdem vagas para intercambistas Cubanos



MÉDICOS CONCURSADOS EM MACEIÓ 

PERDEM VAGAS PARA INTERCAMBISTAS


Eles são médicos graduados por instituições reconhecidas pelo MEC. Têm registros expedidos regularmente pelo Conselho Regional de Medicina de Alagoas ou de outro Estado. Quase todos fizeram Residência Médica, mestrado ou outro tipo de pós-graduação. Eles têm experiência profissional. Foram aprovados e classificados no último concurso público para o cargo de médico da Secretaria Municipal de Saúde de Maceió, mas nunca foram chamados. As vagas oferecidas no concurso estão sendo preenchidas por intercambistas cubanos do programa federal Mais Médicos.


Os intercambistas cubanos não têm inscrição no Conselho Regional de Medicina, nunca comprovaram possuir graduação médica (acredita-se que a maioria não possui nem a formação equivalente ao ensino médio brasileiro!) e eles já têm no Brasil um histórico público consistente de erros absurdos cometidos contra os pacientes que atendem. Em Maceió, estão atuando no PSF. 


Mas quando o governo federal anunciou a importação dos intercambistas não disse que eles iriam para regiões remotas do País, onde faltassem médicos?



A presença dos intercambistas cubanos nos postos de saúde de Maceió, enquanto médicos concursados esperam convocação para contratação é um assunto sério, que precisa ser discutido com o prefeito da capital, Rui Palmeira, que durante a campanha eleitoral disse que manteria diálogo aberto com os médicos. Até quando, prefeito, o senhor vai postergar o cumprimento dessa promessa? O SINMED, que defende os interesses da classe médica, aguarda o agendamento de uma audiência.

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