Estratégias de prevenção da reurbanização da febre amarela

Aedes aegypti


Controle vetorial 

Evitar o acesso de mosquitos transmissores urbanos ou silvestres ao doente, mediante utilização de tela no seu local de permanência, pois ele pode se constituir em fonte de infecção. Adotar ações emergenciais de eliminação do Ae. aegypti, principalmente no ambiente onde os casos estão internados. Fortalecer as ações de combate vetorial nos municípios situados próximos as áreas de transmissão, visando reduzir os índices de infestação para zero. 




 Estratégias de prevenção da reurbanização da febre amarela 

 Induzir a manutenção de altas taxas de cobertura vacinal em áreas infestadas por A. aegypti nas áreas com recomendação de vacina no país. 

 Orientar o uso de proteção individual contra picadas de insetos das pessoas que vivem ou adentram áreas enzoóticas ou epizoóticas. 

 Eliminar o A. aegypti em cada território ou manter os índices de infestação muito próximos de zero.

 Isolar os casos suspeitos durante o período de viremia, em áreas infestadas pelo A. aegypti. 

 Realizar identificação oportuna de casos para pronta intervenção da vigilância epidemiológica.

 Implementar a vigilância laboratorial das enfermidades que fazem diagnóstico diferencial com febre amarela.

 Implementar a vigilância sanitária de portos, aeroportos e fronteiras: recomenda-se solicitar apresentação do certificado internacional de vacinação, com menos de dez anos da ultima dose aplicada para viajantes procedentes de países ou áreas endêmicas de febre amarela.

FONTE:
SBI

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