quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Doe um Post : Seja um multiplicador das ideias e propostas de Aécio Neves

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Aécio Neves é candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil. Foi Deputado Federal por quatro mandatos, Governador de Minas Gerais duas vezes e Senador. Saiba mais em http://doeumpost.aecioneves.com.br/

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O vírus ebola não é um produto de laboratório militar

  Epidemia da ebola faz parte da guerra de informação


Os primeiros sinais de pânico já se notam nos EUA. O ambiente social tenso está sendo fomentado pelas próprias autoridades norte-americanas. A despeito de um otimismo artificial e a falta de vontade de introduzir medidas protecionistas, a Casa Branca tem planos de combate à doença muito sérios devido aos críticos de Obama, que o acusam de “indecisão criminosa”. Um dos fatores agravantes se deve ao período de inverno em que os países do hemisfério norte ficam atingidos por epidemias de constipações diversas.

É que os sintomas da gripe são semelhantes aos da febre mortífera: febre elevada e dores musculares. Por isso, os hospitais dos EUA estão preparando espaços suplementares para acomodação de pacientes constipados e tementes de terem apanhado o ebola.

Deste modo, as pessoas hipocondríacas, ao se sentirem mal dispostas e com um suposto “diagnóstico mortal”, irão afluir aos hospitais próximos, paralisando, na pior das hipóteses, o seu trabalho normal. Nos EUA já foram registadas dezenas de tais casos. Não se exclui que até o mês de dezembro se verifiquem centenas de tais “assaltos” aos estabelecimentos médicos e hospitalares. E depois entrará em vigor a lei dos grandes números.

Há quem diga que o tema do ebola teria surgido muito oportunamente do ponto de vista geopolítico, adianta o professor catedrático da Universidade Estatal de Moscou, Andrei Manoilo:

“Por um lado, estamos perante um problema médico muito grave. O vírus ebola é extremamente perigoso. Especialistas dizem que ele não é um produto de laboratório militar, ou seja, não é uma arma biológica. Mas a campanha informativa que tem acompanhado a epidemia tem estado distraindo a atenção dos outros acontecimentos de importância mundial. Se trata de uma arma informativa capaz de provocar o pânico no meio de habitantes de um enorme país durante algumas semanas”.

O recurso ao ebola como a um eficiente meio de guerra de informação tem dois aspectos, prossegue o nosso interlocutor:

“Primeiro, a crise ucraniana, cuja solução está num impasse. Todo o mundo receia que, em breve, o conflito possa entrar em uma nova fase de confrontação aberta. Haverá mais uma ofensiva das tropas ucranianas. Mas, nesse cenário, será necessário desviar a atenção da comunidade mundial.

Segundo, o problema do ebola consiste em que entre os contaminados há cidadãos dos EUA. Segundo se apurou, foi contaminado um soldado do exército norte-americano, de raça negra. Ele se encontra internado, enquanto seu pai, em declarações prestadas à mídia, acusa o governo de estar utilizando os 'norte-americanos de cor' como se fossem 'carne de canhão'. Assim, Barack Obama poderá se defrontar com mais um desafio que poderá desestabilizar a situação interna”.

É sabido que a multidão se sujeita rapidamente ao pavor e ao medo. Os norte-americanos têm ainda mais motivos de preocupação: a febre hemorrágica, em 90% de casos, provoca a morte. O fato de o ebola ter atingido os EUA está afetando o estado psíquico das pessoas, alegadamente bem protegidas contra as desgraças do resto do mundo.

Ora, existe uma tentação de aproveitar a situação para objetivos políticos. Os próximos meses irão demonstrar até que ponto se enganaram, em suas previsões, os adeptos de mais uma teoria da conspiração.

,ruvr.ru,
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terça-feira, 21 de outubro de 2014

É hora de combater a máquina de mentiras do PT!



Após a criação do www.aeciodeverdade.com, o site oficial de Aécio Neves também disponibilizou uma plataforma para desmentir boatos. Se não encontrar algo aqui, procure por lá! Continuaremos a atualizar o site normalmente.

É hora de combater a máquina de mentiras do PT!
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Projeto modifica a Lei 9.455/97, que define os crimes de tortura

Subtenente Gonzaga: lesões corporais, injúrias e maus tratos eventualmente ocorridos durante ações policiais têm sido interpretados como crimes de tortura.


Subtenente Gonzaga: lesões corporais, injúrias e maus tratos eventualmente ocorridos durante ações policiais têm sido interpretados como crimes de tortura.

A Câmara analisa o Projeto de Lei (PL 7885/14), do deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG), que estabelece procedimento específico – análise do histórico profissional e da natureza da função – para destituir policiais civis e militares condenados por crime de tortura.

A proposta modifica a Lei 9.455/97, que define os crimes de tortura e dá outras providências.

Pela proposta, a perda de funções, cargos ou patentes dos agentes de segurança deve ocorrer por meio de decisão judicial, em respeito ao devido processo legal com a garantia da ampla defesa e do contraditório, ao histórico da vida funcional do acusado e às particularidades do trabalho de policiais civis e militares.

Gonzaga argumenta que “lesões corporais, injúrias e maus tratos eventualmente ocorridos durante as ações policiais têm sido frequentemente interpretados como crimes de tortura, equiparando o policial, correto e comprometido, na vala comum de torturadores, os quais não têm vínculo com a atividade da polícia”.

Atualmente, o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40) prevê a perda de cargo ou função para os agentes públicos condenados criminalmente. A destituição do agente público não está condicionada a procedimento específico e a avaliação da natureza do cargo e do histórico profissional. Gonzaga acrescenta que o projeto preserva o conceito e a tipificação da tortura, "por ser considerada, de fato, abominável, sob todos os aspectos, razão pela qual propugna pela sua efetiva erradicação do País".

Tramitação
A proposta será analisada de forma conclusiva pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, inclusive no mérito.
Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Regina Céli Assumpção

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SUS perde 14,7 mil leitos de internação


Dom, 19 de Outubro de 2014 16:22



Nova análise do Conselho Federal de Medicina aponta queda acentuada de leitos do SUS desde 2010. Pediatria, psiquiatria e obstetrícia foram as áreas mais comprometidas 

Quase 15 mil leitos de internação, aqueles destinados a pacientes que precisam permanecer num hospital por mais de 24h horas – foram desativados na rede pública de saúde desde julho de 2010. Naquele mês, o país dispunha de 336,2 mil deles para uso exclusivo do Sistema Único de Saúde (SUS). Em julho deste ano, o número passou para 321,6 mil – uma queda de quase 10 leitos por dia. As informações foram apuradas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) junto ao Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), do Ministério da Saúde. O período escolhido levou em conta informação do próprio governo de que os números anteriores a 2010 poderiam não estar atualizados. 
 quantidade de leitos de internação por especialidade nos meses de julho de 2010 e 2014.

Para o presidente do CFM, Carlos Vital, os dados revelam uma realidade que, diariamente, aflige médicos e pacientes em unidades hospitalares de todo o país. “A insuficiência de leitos para internação ou realização de cirurgias é um dos fatores que aumenta o tempo de permanência dos pacientes nas emergências. Por falta desses leitos, os pacientes acabam ‘internados’ nas emergências à espera do devido encaminhamento ou referenciamento”. Segundo Vital, a falta de leitos para internação é considerada a principal causa da superlotação e do atraso no diagnóstico e no tratamento, que, por sua vez, aumentam a taxa de mortalidade. 

Em números absolutos, os estados das regiões Sudeste são os que mais sofreram com redução no período, em grande parte pelos resultados do Rio de Janeiro, onde 5.977 leitos foram desativados desde julho de 2010. Na sequência, aparece o Nordeste, com 3.533 leitos desativados no período. Centro-Oeste e Norte sofreram cortes de 1.306 e 545 leitos, respectivamente. A região Sul é a única que apresenta ligeira alta de leitos (417 a mais). 

Dentre as especialidades mais afetadas no período, em nível nacional, constam pediatria cirúrgica (-7.492 leitos), psiquiatria (-6.968), obstetrícia (-3.926) e cirurgia geral (-2.359). Já os leitos destinados à clínica geral, ortopedia e traumatologia foram os únicos que sofreram acréscimo superior a mil leitos. Clique aqui para conferir a quantidade de leitos de internação por especialidade nos meses de julho de 2010 e 2014. 






Leitos por mil habitantes



Leitos de observação e UTI – O levantamento do CFM apurou ainda os leitos de repouso ou de observação, utilizados para suporte das ações ambulatoriais e de urgência, como administração de medicação endovenosa e pequenas cirurgias, com permanência de até 24 horas. Nesta categoria, houve um aumento de 15% na quantidade de leitos no período. 

Também foram apurados na pesquisa os chamados leitos complementares (reservados às Unidades de Terapia Intensiva - UTI, isolamento e cuidados intermediários). Ao contrário dos leitos de internação, essa rede complementar apresentou alta de 12%, passando de 24.244 em julho de 2010 para 27.148 no mesmo mês de 2014. O maior acréscimo (1.312 leitos a mais) aconteceu nos estados do Nordeste, seguido pelo Sudeste (1.012). Nas regiões Norte, Centro-Oeste e Sul o aumento foi mais tímido, de aproximadamente 200 leitos a mais em cada uma delas. 

Apesar desse acréscimo, há indícios de que a quantidade de leitos de UTI não seja suficiente para atender as demandas da população. No último dia 7 de outubro, por exemplo, médicos do Hospital de Urgência de Teresina e do Hospital Getúlio Vargas tiveram voz de prisão decretada após recusarem receber pacientes por falta de leitos na UTI. Após o episódio, representantes do Conselho Regional de Medicina do Piauí (CRM-PI) e da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) saíram em apoio aos profissionais do Estado e cobraram das autoridades de saúde local estratégias para evitar esse tipo de ocorrência, na qual o profissional é responsabilizado judicialmente por falta de leitos. 

“Não se pode responsabilizar o médico pela falta de leitos. Sempre que um paciente não consegue um leito em UTI não é porque o médico recusa a internação, mas porque não há leitos disponíveis para esse atendimento e, em alguns casos, não há nem infraestrutura adequada para o atendimento de pacientes com essa complexidade”, disse o presidente da Amib durante reunião com entidades médicas locais. 

Em agosto, um bebê de três meses morreu após esperar quatro dias por um leito de UTI na rede pública do Distrito Federal. Apesar de uma determinação da Justiça para internação da criança na UTI, a Secretaria de Saúde informou que não havia vagas disponíveis. 

Abaixo da média mundial – Embora a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) não recomendem ou estabeleçam taxas ideais de número de leitos por habitante, é possível observar que, em relação a outros países com sistemas universais de saúde, o Brasil aparece com um dos piores indicadores. 

De acordo com o último relatório de Estatísticas de Saúde Mundiais da OMS, o Brasil possuía 2,3 leitos hospitalares (públicos e privados) para cada grupo de mil habitantes no período de 2006 a 2012. A taxa é equivalente à média das Américas, mas inferior à média mundial (2,7) ou as taxas apuradas, por exemplo, na Argentina (4,7), Espanha (3,1) ou França (6,4). 


Segundo o relatório, “a densidade de leitos pode ser utilizada para indicar a disponibilidade de serviços hospitalares e as estatísticas de leitos hospitalares são geralmente extraídas de registros administrativos de rotina”, como as bases do CNES, no caso do Brasil. Confira ao lado a proporção de leitos por mil habitantes em outros países: 

Menos 32 mil leitos no SUS desde 2005 – Em 2012, quando o CFM fez pela primeira vez esse tipo de levantamento sobre os recursos físicos disponíveis no SUS, identificou-se que 42 mil leitos haviam sido desativados entre outubro de 2005 e junho de 2012. Após a denúncia e sob cobrança de explicações por parte do Ministério Público Federal (MPF) e Tribunal de Contas da União (TCU), o Ministério da Saúde justificou que a queda de leitos representa uma tendência mundial decorrente dos avanços em equipamentos e medicamentos que possibilitam o tratamento sem necessidade de internação do paciente. Em seguida, no entanto, chegou a tirar o banco de dados do ar, alegando que o sistema passava por atualização. 

Segundo nota explicativa do Ministério da Saúde, as informações relativas aos leitos complementares (Unidades de Terapia Intensiva e Unidades Intermediárias) “compreendidas entre agosto/2005 a junho/2007 estavam publicadas de forma equivocada, contabilizando em duplicidade os quantitativos desses tipos de leitos”. A partir de outubro de 2012, no entanto, foram corrigidas as duplicidades identificadas nos totais dos leitos complementares. 

Meses depois a consulta aos recursos físicos foi restaurada. Com a “atualização” e partir dos novos números, é possível observar que a quantidade de leitos de internação desativados nos últimos nove anos (outubro de 2005 a julho de 2014) chega a quase 32 mil. Quase metade desse total fechado apenas nos últimos quatro anos. O novo cálculo, no entanto, mostra também um aumento de 28% no número de leitos de UTI e de 114% naqueles destinados ao repouso e observação de pacientes.
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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

ONU pede libertação de opositores detidos arbitrariamente na Venezuela



O Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos, Zeid Ra'ad Al Hussein, expressou hoje grave preocupação com a detenção do líder da oposição venezuelana Leopoldo Lopez e cerca de 70 pessoas presas durante protestos públicos que tiveram lugar na Venezuela, a partir de fevereiro deste ano, e pediu sua libertação imediata. 
Zeid Raad Zeid Al Hussein. Foto: ONU/ Jean-Marc Ferre


Zeid Raad Zeid Al Hussein. Foto: ONU/ Jean-Marc Ferre


20/10/2014

"A detenção prolongada e arbitrária de opositores políticos e manifestantes na Venezuela está causando crescente preocupação internacional", disse o Alto Comissário Zeid. 


"Esta situação só agrava a tensão no país", acrescentou. 


De acordo com informações recebidas por seu escritório, foram detidos mais de 3.300 pessoas-incluindo menores de idade, por períodos curtos, entre fevereiro e junho. 


Pelo menos 43 pessoas morreram durante os protestos, incluindo um fiscal e nove efetivos da lei. 


No mês passado, o Grupo de Trabalho sobre Detenção Arbitrária, disse que a prisão de Leopoldo López ,Daniel Ceballos ex-prefeito de San Cristobal foram arbitrárias. 


Seid pediu que as autoridades venezuelanas atuem de acordo com as opiniões do Grupo de Trabalho e que liberte imediatamente Ceballos e Lopez e todos os detidos por exercerem o seu direito de protestar pacificamente e expressar de forma legítima. 


O Alto Comissário reuniu-se em Genebra na sexta-feira com a mulher de Leopoldo López, Lilian Tintori, para discutir a situação de todos os presos e suas famílias. Zeid deplorou as repetidas queixas de ataques e intimidação voltados para aqueles que trabalham em defesa dos direitos humanos na Venezuela e pediu que eles sejam autorizados a continuar com o seu trabalho sem medo pela sua segurança. 


"Meu escritório está extremamente preocupado com a situação atual e continuaremos assistindo cuidadosamente", acrescentou.

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Por que não voto na Dilma - por Ricardo Paiva


Ricardo Paiva


Ricardo Paiva


Em menos de uma semana estaremos elegendo um novo presidente para o Brasil. Também novos governadores e um novo parlamento serão eleitos.

Por que não voto em Dilma e no Partido dos Trabalhadores (PT)? Vivi a Ditadura Militar de 1964 a 1985 e somente em 1989 pude exercer meu voto para Presidente da República. Nos anos de 1989, 1994, 1998, 2002, 2006 e 2010 entreguei meu voto ao PT, Lula e Dilma nas eleições contra Collor, FHC, Serra e Alckmin.

Portanto cabe a pergunta: o que me move a mudar esse voto se continuo a defender um socialismo democrático onde preservo a livre iniciativa e sou como sempre contrário ao Marxismo-Stalinismo do controle de produção, distribuição e centralismo democrático?
É patente e visível que o Governo Federal, por meio do mensalão, controla o Legislativo.

Também, por indicação, exerce poder sobre a mais alta corte do país, o Supremo Tribunal Federal (STF).

Nos últimos quatro anos - além de todos os escândalos noticiados e perda de controle sobre a economia do país e credibilidade internacional - vivenciamos constantes ataques a democracia como o desejo confesso de controle da mídia, a proposta de retirar o poder de investigação do Ministério Público e em adição, propõem agora conselhos populares de órgãos públicos por cidadãos indicados pela Casa Civil do Governo Federal e não cidadãos concursados.

Afronta-se a Constituição Federal e suas garantias ao direito de ir e vir e às leis trabalhistas ao confinar médicos cubanos que recebem remuneração incompleta, transferindo três quartos dessa quantia diretamente ao Governo Cubano.

Promovem o bolivarianismo como se Venezuela, Cuba ou Coréia do Norte fossem modelos de felicidade social.

Em defesa da Democracia preconizo a alternância de poder.

Para evitarmos uma ditadura camuflada e para que o país possa ter um modelo de contraposição a "DEMOCRACIA PETISTA":

Voto e peço voto para que o PT saia do poder.


* É 2º Secretário do Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco (Cremepe).
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domingo, 19 de outubro de 2014

FENAM manifesta seu apoio à candidatura de Aécio Neves à presidência

“Aqui está nossa manifestação acerca do momento político. Vamos lutar para fazer sair das urnas um Brasil bem diferente, que respeite o médico, a livre iniciativa, a democracia e, acima de tudo, o cuidado com a saúde pública”, declarou Ferreira Filho.




O senador eleito Ronaldo Caiado (Democratas-GO), líder da Oposição no Congresso Nacional, recebeu das mãos do presidente da Federação Nacional dos Médicos, Geraldo Ferreira Filho, um documento onde a categoria manifesta seu apoio à candidatura de Aécio Neves à presidência. O manifesto foi entregue durante a cerimônia de abertura do 32º Congresso Brasileiro de Psiquiatria, na noite desta quarta-feira (15/10), em Brasília.

“Aqui está nossa manifestação acerca do momento político. Vamos lutar para fazer sair das urnas um Brasil bem diferente, que respeite o médico, a livre iniciativa, a democracia e, acima de tudo, o cuidado com a saúde pública”, declarou Ferreira Filho.

Ao discursar em resposta, Caiado ressaltou o fortalecimento da união da categoria médica após os ataques feitos pelo governo federal contra os profissionais.

“Temos que reconhecer: as agressões e violências praticadas contra nossa classe fizeram com que nós nos uníssemos de norte a sul desse país, o que se refletiu nas eleições. Quando o governo fez a maldade de inventar essa tese maniqueísta de que o médico é aquele que não tem
solidariedade, amor ao próximo e sensibilidade, nós demonstramos uma união inédita, que deu e está dando uma resposta clara a eles nas urnas”, comentou o democrata.

Durante o evento, o parlamentar também recebeu o título de membro honorário da Associação Brasileira de Psiquiatria, ao lado do deputado federal Luís Henrique Mandetta (Democratas-MS). O senador Antônio Anastasia (PSDB-MG) também esteve presente e leu uma carta direcionada à categoria em nome de Aécio.

PEC da Carreira de Estado

Caiado também lembrou das dificuldades impostas pelo governo para tratar sobre a carreira de estado para o médico e de sua luta em favor da PEC 454/09, de sua autoria.

“Somos a única área profissional onde não há uma carreira de estado. Essa PEC apresentada por mim está pronta. Enfrentamos a luta na Comissão de Constituição e Justiça e aprovamos. Levamos para a Comissão Especial e aprovamos. Agora ela está pronta para ser votada em plenário. Precisamos continuar mobilizados para conquistar essa que será a vitória definitiva de uma classe que foi execrada nacionalmente pelo governo e vem dando sua resposta nas urnas”, declarou Caiado.
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