quarta-feira, 10 de junho de 2009

O que não foi dito sobre o Governo de Fernando Collor de Mello

Presidente Collor corre junto com criança - Criança Prioridade Nacional - Bsb/DF

Foto do Site:http://www.collor.com/home.asp



I
Até 1989 se fabricavam 1.5 milhão de televisores por ano no Brasil, consumindo
1 hora e 40 minutos para montar cada TV.
Depois da abertura de mercado durante o governo Collor, a indústria brasileira fabrica 7 milhões de televisores, consumindo 25 minutos na montagem de cada TV.
www.bndes.gov.br/conhecimento/bnset/consumo.pdf

www.unopec.com.br/revistaintellectus/_Arquivos/Jan_Jul_04/PDF/Artigo_Rangel.pdf -
II
Em 1989 um televisor de 14 pol. custava o equivalente a $ 550,00 dólares.
Depois da abertura de mercado, o mesmo televisor custa o equivalente a $ 300,00 dólares. Hoje custa $ 120,00 dólares.

III
Até 1989 a Azaléia fabricava 10 mil pares de sapatos por dia.
Depois da abertura de mercado, a fábrica comprou novas máquinas e, com o mesmo número de empregados, fabrica 120 mil pares por dia.

IV
Até 1989, com o equipamento obsoleto da indústria automobilística, cada operário montava 9 carros por ano.
Com a abertura de mercado e a necessidade de competir, novas máquinas foram adquiridas. Hoje em dia cada operário monta 20 carros por ano.

V
Em 1989 mil seringas custavam $ 360 dolares e no governo Collor o preço caiu para $52 dolares

VI
A UNICEF elegeu os três programas de saúde pública: "Agentes Comunitários de Saúde", "Parteiras Leigas" e "Erradicação do Sarampo," promovidos pelo governo Collor como os melhores do MUNDO em 1991.

VI
Até 1989 o desempenho do Brasil em cobertura vacinal era considerado o pior da América do Sul, mas, durante o governo Collor, o Brasil recebeu o prêmio da ONU como o melhor da América do Sul.

VII
Em 1991 o governo Collor ganhou o prêmio "Criança e paz" da UNICEF, como reconhecimento internacional pelo programa nacional de imunização.

VIII
Até 1989 foram vacinadas 64% das crianças de 0 a 4 anos no Brasil e durante o governo Collor foram vacinadas 97% das crianças da mesma faixa étaria .

IX
A Organização Mundial da Saúde informou que 1990, 1991 e 1992 foram os anos em que o Brasil teve o número mais baixo de doenças em crianças.

X
Durante o governo Collor houve um aumento de 60% nos recursos para os hospitais, comparado com os outros governos.

XI
O "Projeto Minha Gente," idealizado pelo presidente Collor, recebeu em 1993 o prêmio Projeto Modelo para a Humanidade, da ONU.

XII
No Governo Collor A DÍVIDA PÚBLICA era de $ 12 bilhões de dólares.
No Governo FHC A DÍVIDA PÚBLICA é de $ 241 bilhões e 457 milhões de dólares.

XIII
No Governo Collor o padrão das viagens internacionais era de 12 pessoas máximo viajando em avião comercial.
No Governo FHC, utiliza-se como padrão de 100 a 150 pessoas em avião oficial, com tudo pago pelo povo.

XIII
No Governo Collor o Brasil exportava para à Argentina $ 3 bilhões e importava $ 1.7 bilhão de dólares. O Brasil vendia 77% a mais à Argentina do que a Argentina ao Brasil.
No Governo FHC o Brasil exporta para a Argentina $ 700 milhões e importa $ 1.3 bilhão de dólares. O Brasil vende 90% a menos para a Argentina do que a Argentina para o Brasil.

XIV
Até 1989 a produtividade industrial era de 1.4% ao ano.
No Governo Collor a produtividade subiu para 7.6% ao ano.

XV
Até 1989 o brasileiro que fazia viagens internacionais, tinha que sair com dinheiro vivo para pagar suas despesas, correndo todo o tipo de risco.
Em 1990 o então presidente Collor fez acordos internacionais e, pela primeira vez na história do país, os cartões de crédito brasileiros começaram a ser aceitos em qualquer parte do planeta.

XVI
Até 1989 nenhuma empresa brasileira possuía o certificado internacional de qualidade ISO 9000. Uma vez que não existia a ameaça de competição internacional, as empresas mantinham o nível de qualidade muito baixo.
Com a abertura de mercado implementada pelo governo Collor, 18.341 empresas tem hoje o certificado de qualidade ISO 9000.

XVII
Em 1989, no final do governo Sarney, a inflação era de 90% ao mês e os preços estavam congelados .
Em 1992, no final do governo Collor, a inflação era de 27% ao mês e os preços estavam liberados.

XVIII
No governo Sarney o Brasil decretou a moratória.
No governo Collor o Brasil renegociou e começou a pagar a dívida externa.

XIX
Até 1989 as empresas estatais detinham o monópolio do óleo, da navegação, das telecomunicações e da energia.
Depois do governo Collor a cara do Brasil mudou, acabaram-se os monópolios, começou a era da competitividade e da qualidade, que gerou preços mais baixos e telefone celular para todos.

XX
O governo Collor determinou que os empregados das empresas estatais a partir da privatização teriam seus empregos garantidos , passariam a ser donos de 10% das cotas, como também teriam direito a uma vaga na mesa diretora.

XXI
Foi durante o governo Collor que as companhias de mineração de ferro tiveram lucro, após 15 anos .

XXII
Em 1989 o pagamento do funcionalismo público correspondia a 5.3% do PIB.
No governo Collor baixou para 3.7% do PIB.
Hoje em dia é de 18.6% do PIB, o maior dos últimos 10 anos.

XIII
Até 1989 a produtividade indústrial nacional teve um aumento de 0,4% ao ano.
Depois das reformas implementadas pelo Governo Collor a produtividade industrial passou a ser de 13% ao ano.

XXIV
Foi o governo Collor que promulgou a Convenção Internacional dos Direitos da Criança.

XXV
Foi o governo Collor que extinguiu a FUNABEM e instituiu a Fundação Centro Brasileira para a Infância e a Adolescência.

XXVI
No Governo Collor, o Banco do Brasil só registrou recordes positivos, só SUPERÁVITS. Veja os números em milhões de dólares:
Governo Collor
o 1990 SUPERÁVIT 293.100 milhões
o 1991 SUPERÁVIT 252.000 milhões
o 1992 SUPERÁVIT 446.800 milhões
Governo Itamar
o 1994 SUPERÁVIT 128 milhões
Governo FHC
o 1995 DÉFICIT -4.373 bilhões
o 1996 DÉFICIT -7.243 bilhões
XXVII
Você sabia que a Rede Pública perdeu 6 mil leitos depois de Collor?
No governo Collor o Brasil, através do SUS, dispunha de 498 mil leitos, ou 3,32 vagas por 1000 habitantes.
No governo FHC são 400 mil leitos, ou 3,03 vagas por 1000 habitantes. Ou seja menos 8,73% do total.
XXVIII
Sabiam quem criou o MERCOSUL ?

Fonte:http://forum.jus.uol.com.br/46246/governo-collor/


O impeachment de Fernando Afonso Collor de Melo nada teve haver com as denúncias de corrupção do seu governo. Para chegarmos a esta conclusão basta levarmos em conta os seguintes fatos:

* A imprensa que trouxe a tona as denúncias que levaram a câmara instaurar a CPI que culminou no impeachment não tiveram objetivos patrióticos, estavam apenas comprometidas em trazer a tona furos jornalísticos que garantissem boas tiragens para suas publicações. O mesmo pode ser entendido com as rádios e televisões, preocupadas com seus índices de audiência. Inclusive alguns setores da mídia que haviam sido prejudicados por Collor, veicularam suas notícias de forma pouco imparcial, podendo ser compreendidas até mesmo como uma atitude de represaria pessoal ao presidente.
* Foi a oposição do governo que liderou a CPI do congresso, e os depoimentos feitos por desafetos de Collor e PC, tiveram mais um cunho de “vingança” ou retaliação política do que de preocupação com as denúncias de corrupção e a própria corrupção em si.
* A decisão do STF que a cessão para votação do impeachment fosse feita com voto aberto pode ser entendida como uma retaliação do próprio STF contra o presidente por este ter negado o aumento salarial da categoria.
* O fato da sessão para aprovação do impeachment ter sido feita com voto aberto e transmitida ao vivo pela televisão trouxe um ar de “espetacularização” ao evento, deixando os deputados numa posição em que, ou votavam a favor do impeachment, ou seriam vinculados ao fato de estar votando a favor da corrupção, ou seja, os deputados votavam não contra ou favor do impeachment, mas sim a contra ou a favor da própria imagem política.

Analisando esses fatos, chegamos a conclusão que o que levou Fernando Collor ao impeachment foi a “espetacularização” criada pela mídia em torno da crise presidencial que culminou no processo e aprovação do impeachment.FONTE:Fundação Casper Líbero






A Justiça não é cega. Cego é o povo que não vê a Justiça que tem.(Alexandre Lobão Rocha Membro da Defensoria Pública da União ,Extraído do site do jornal Correio Braziliense)

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