Aedes
E-mail recebido do Dr. Celso Tavares em 13 de dezembro de 2010:
Meu Caro,
Muito bom o que você vem fazendo no seu blog.
Por conta de referências feitas há muito no "12 e 10" acerca da Chikungunya, encaminhei o texto ao Ricardo.
Um grande abraço,
Celso
Muito bom o que você vem fazendo no seu blog.
Por conta de referências feitas há muito no "12 e 10" acerca da Chikungunya, encaminhei o texto ao Ricardo.
Um grande abraço,
Celso
As Febres
Professor Associado DIP / FAMED / UFAL
Maceió - AL
Caro Ricardo, a Disciplina de Doenças Infecciosas e Parasitárias da FAMED/UFAL introduziu na sua programação desde 2008 uma aula sobre “O impacto das doenças transmissíveis no mundo contemporâneo. Lastimavelmente, apesar da sua atualidade e riqueza, não é bem aproveitada.
Numa das suas sequências temos o seguinte: SLIDE 1 -
A) Temos, Ricardo, que em 2001 ela era considerada uma doença benigna e auto-limitada, como dizem, “uma virose”.
SLIDE 3:
B) Aqui, meu Caro, constatamos que em curto espaço de tempo a doença assumiu um caráter agressivo.
SLIDE 4: <“(...) há dois estágios da doença, um inicial com poliartrite severa, febril e eruptivo, seguido por um reumatismo periférico debilitante que pode persistir por meses. [...]. Como o (o vírus) CHIKV pode se espalhar pelo mundo, todos os médicos deveriam estar preparados para encontrar essa infecção por este arbovírus” (Simon, F et al. Chikungunya Infection: An Emerging Rheumatism Among Travelers Returned From Indian Ocean Islands. Report of 47 Cases. Medicine. May/June,,2007;86(3):123-137).
C) Em 2007, meu amigo, já havia preocupação em relação ao desconhecimento da doença. Se hoje, após 24 anos, o dengue ainda é um grande desconhecido, o que nos espera?
SLIDE 5:
D) O Aedes aegypti é vetor do dengue e da febre Chikungunya e pode transmiti-las simultaneamente. Ultimamente, o conhecimento sobre da febre vem aumentando e, por ela por tornar o paciente incapaz de desempenhar as suas atividades normais, não é sábio encará-la como mais uma “virose”. O vírus parece se comportar como o do dengue no decorrer do tempo: sofre mutações e surgem quadros clínicos mais severos. Poderá se tornar mais um tormento para o nosso povo e COMO EVITÁ-LA, o que fazer? Basta combater o “mosquito do dengue”, só isso, meu prezado.
Celso Tavares
FAMED / UFAL





1 comentários:
Parabéns, são informações riquíssimas, muito importante para cada um de nós.
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