Mensalão petista retribui mensalão cubano - FÉLIX MAIER


Antes de tudo, os médicos cubanos são agentes de Fidel Castro, espiões a serviço do PT, para implantação do socialismo no Brasil, que é o objetivo final do Foro de São Paulo, criado por Lula e Fidel em 1990.

Médicos cubanos fugiram da Venezuela e estão processando Cuba, Venezuela e a estatal PDVSA, por impor trabalho escravo. O mesmo poderá ocorrer com o Brasil.


O mensalão cubano teve início em 1961, com o ingresso de cubanos no Brasil, quando havia farto dinheiro soviético para a compra de armamento e inúmeras fazendas, que seriam transformadas em campos de treinamento de guerrilha. No dia 27/11/1962, na queda de um Boeing 707 da Varig, quando se preparava para pousar em Lima, Peru, estava entre os passageiros o presidente do Banco Central de Cuba, em cujo poder foram encontrados relatórios de Carlos Franklin Paixão de Araújo, filho do advogado comunista Afrânio Araújo, o responsável pela compra de armas para as Ligas Camponesas. Os relatórios detalhavam os atrasos dos preparativos para a luta no campo, acusava Francisco Julião e Clodomir Morais de corrupção e malversação de recursos recebidos. O presidente João Goulart ocultou e repassou secretamente a Fidel Castro essas provas da intervenção armada de Cuba no Brasil. Para conhecer a ingerência de Cuba no Brasil, antes de 1964, clique em Guerrilha Comunista no Brasil e O apoio de Cuba à luta armada no Brasil.

Após o movimento militar de 1964, o mensalão cubano se ampliou. Um político guasca carbonário, Leonel Brizola, era o líder idealizado por Fidel Castro para promover a revolução comunista no Brasil. Por intermédio de Lélio Telmo de Carvalho, Brizola recebeu cerca de 1 milhão de dólares, para treinamento de guerrilha. O primeiro pombo-correio que levou dinheiro de Cuba para Brizola, exilado no Uruguai, foi o santo de pau oco Herbert José de Souza, o "Betinho", seguido de Neiva Moreira e do ex-coronel do Exército Dagoberto Rodrigues. Para justificar os recursos financeiros, Brizola criou o Movimento Nacionalista Revolucionário (MNR), em 1966, que articulou a Guerrilha de Caparaó na região do Pico da Bandeira, em MG. Todos seus integrantes foram presos em 1967 após denúncia de abate de reses. Brizola não contratou advogados para os presos, nem prestou contas a Fidel, sendo chamado por este de el ratón. Segundo Betinho, o desvio foi de 200 mil dólares (Jornal do Brasil, 17/07/1996). As estripulias de Brizola podem ser constatadas em Os Incríveis Exércitos de Brizoleone.

Em 1967, houve a Conferência da Organización Latinoamericana de Solidariedad (OLAS), em Havana, para difusão de movimentos guerrilheiros e grupos terroristas em toda a América Latina, onde Fidel Castro pretendia criar vários Vietnãs. Os principais países que sofreram a subversão comunista foram Chile, Peru, Colômbia, Bolívia, Brasil, Argentina, Uruguai e Venezuela. No Chile, toneladas de armas vindas de Cuba foram encontradas pelo governo de Augusto Pinochet após o contragolpe desferido contra Salvador Allende. No Brasil, a história macabra da esquerda radical está contada no livro ORVIL, disponível na internet paradownload. Atualmente, a esquerda cinicamente demoniza a Operação Condor, que foi criada pelas nações violadas da América Latina justamente para combater os terroristas comunistas.

Outro mensalão cubano ocorreu com a criação do Movimento de Libertação Popular (Molipo), organizado em Cuba pelo chefe do serviço secreto Manoel Piñeiro Losada, o Barbaroja, e comandado por José Dirceu e Antonio Benetazzo. José Dirceu (então um “argentino” com nariz adunco, feito por um cirurgião plástico chinês em Cuba, e sobrenome Hoffmann) e seu bando receberam farto dinheiro de Cuba, para criar focos de guerrilha urbana (São Paulo e Rio) e rural (Norte de Goiás, hoje Tocantins, e Bahia) - o objetivo inicial era tomar o controle da Ação Libertadora Nacional (ALN), após a morte de Carlos Marighella, em 1969. Em 19 de janeiro de 1972, Dirceu esteve envolvido indiretamente na morte de um policial: “Segundo o depoimento do fiscal de obras Lazaro Finelli, dois homens tentaram roubar o Fusca do policial Thomas Paulino de Almeida, que reagiu, dando um soco no rosto de um deles [José Dirceu]. O outro rapaz, então, atirou na cabeça do PM, que morreria no local” (CABRAL, 2013: 88-89). O Molipo comprou armas no Nordeste e levou para São Paulo, onde assaltou uma agência do Ministério do Trabalho e uma patrulha da PM, levando 1 revólver e 1 metralhadora, baleando o soldado Norival Siciliano; jogou bomba na loja Mappin; explodiu carro de polícia; incendiou ônibus na Vila Brasilândia, ocasião em que um PM foi morto a tiros quando tentou apagar o incêndio; promoveu atentados na loja Sears e no jornal Gazeta Mercantil - cfr. CABRAL, 2013: 91.

Um mensalão especial cubano foi criado para ajudar a campanha presidencial de Lula, em 2002, como denunciou a revista Veja. A mesma Veja denunciou recentemente as atividades chapa-branca dos mascarados dos Black Blocs, com apoio da famigerada Mídia Ninja. Em resposta, vândalos tentaram depredar as instalações da Editora Abril - confira as fotos.



Continue a leitura no link abaixo:

ESCRITO POR FÉLIX MAIER | 27 AGOSTO 2013 

Notas:

AUGUSTO, Agnaldo Del Nero; MACIEL, Licio; NASCIMENTO, José Conegundes do (Organizadores). ORVIL - Tentativas de Tomada do Poder, Schoba Editora, São Paulo, 2012.

CABRAL, Otávio. DIRCEU A BIOGRAFIA – Do movimento estudantil a Cuba. Da guerrilha à clandestinidade. Do PT ao poder. Do Palácio ao Mensalão. Record, Rio, 2013.

COURTOIS, Stéphane; WERTH, Nicolas; PANNÉE, Jean-Louis; PACZKOWSKI, Andrzej; BARTOSEK, Karel; e MARGOLIN, Jean-Louis. O livro negro do comunismo - Crimes, terror e repressão. Bibliex e Bertrand Brasil, Rio, 2000. Com a colaboração de Rémi Kauffer, Pierre Rigoulot, Pascal Fontaine, Yves Santamaria e Sylvain Boulouque (Tradução de Caio Meira).
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http://alagoasreal.blogspot.com.br/2012/08/a-historia-do-mensalao-e-o-governo-de.html

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