Brasil e Espanha: contas para acertar com o povo Cubano

Quando o povo cubano ficar livre da ditadura terão que decidir qual curso tomar com os dois cúmplices do Castrismo: Brasil e Espanha.



Que fique bem claro que o uso destes dois termos serve para aqueles brasileiros e espanhóis-empresas, governos e pessoas físicas, que contribuem de uma forma ou de outra, com a manutenção a ditadura dos Castro.

Em ambos os casos,eles têm investido pesadamente em Cuba. Os benefícios são para a tirania , já que para o povo o resultado é uma maior exploração e opressão.

A indústria do turismo espanhol se aliou há muito tempo com a ditadura. Eles têm obtido excelentes lucros, pagando salários miseráveis aos trabalhadores cubanos e favorecendo a exploração do turismo sexual em Cuba.


O Brasil tem se atrasado para a festa, mas acredita que aliança com Castro também alcançará crédito no presente e futuro.

O ministro brasileiro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, acaba de fazer declarações que mostram as intenções do seu governo.


Eles estão confiantes de que Cuba está se movendo em direção a uma economia de mercado e decidiram sair à frente de outros países.



Estas são suas palavras de acordo com Reuters:


"Nós podemos ser franco. Cuba está em um momento de transição e está se preparando para se tornar uma economia de mercado. ", disse o ministro, a um assessor e importante  colaborador da presidente Dilma Rousseff.

De acordo com o funcionário os empréstimos oficiais brasileiros são destinados a projetos de infraestrutura no país caribenho, como a modernização do aeroporto de Havana e obras para o porto de Mariel, que será o maior em Cuba.

Ele acrescentou que o governo cubano está promovendo essas obras para se preparar para o momento em que os Estados Unidos levantem o embargo imposto a Cuba há quase meio século.

"Os cubanos querem estar preparados para quando isso aconteça e é bom que seja o Brasil que está ajudando nisso. Cada crédito que oferecemos,significa exportação de serviços do Brasil ".

Para colocar as coisas no contexto político o ministro brasileiro atacou o embargo, chamando de bloqueio, e com este termo enfatiza sua simpatia com a tirania Castro.


Estas são suas declarações sobre o assunto:


Eu penso que é algo "antiquado", que tende a ser eliminado no futuro próximo. "Se há uma coisa injusta, ultrapassada e fora de moda no continente americano é esse bloqueio dos EUA imposto (a Cuba). Isso não faz qualquer sentido e é uma questão de tempo para acabar", disse ele.


O ministro argumentou que Cuba está indo em direção a uma economia de mercado. Isto, obviamente, não significa que Cuba deva seguir para uma democracia. Sobre este tema ,guardou o silencio.

A economia de mercado existe na Rússia, na China e no Vietnã, onde os países comunistas, ou seja, ex-comunistas reciclados assumiram os ativos e mantém ditaduras onde os direitos humanos são violados.

Se o Brasil acredita que algo semelhante vai acontecer em Cuba que não terá problemas com seus investimentos, é bom pensar diferente, porque se as pessoas em Cuba conseguirem em sua luta ir em direção a um sistema democrático, não vislumbro o povo cubano no futuro, ofertar benefício aos aliados do regime de Fidel Castro como são Brasil e Espanha.


Pelo contrário, em um futuro parlamento democrático em Cuba, se discutirá e decidirá as ações que serão tomadas contra aqueles que no passado foram cúmplices da ditadura Cubana.




Traduzido do original:

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