3/21/2017

Febre Amarela no Brasil : Fatores favoráveis e desfavoráveis à reurbanização


“O risco de reurbanização da Febre Amarela existe, difícil é medi-lo e quantificá-lo”
(T. Monath, maio/2001)


 Mapa demonstrando a disseminação da febre amarela no sul do Brasil - 1932-1942



Febre Amarela no Brasil

Fatores favoráveis à reurbanização



• Infestação dos centros urbanos por Ae. aegypti e Ae. albopictus

• Detecção de populações de Ae. aegypti resistentes aos inseticidas de uso habitual  em testes de laboratório

• Crescimento anual do número de municípios com Ae. aegypti

• Comprovação da competência vetorial do Ae. aegypti
(Miller, B. 2001)

• Aparecimento de novos e velhos focos de circulação do vírus amarílico

• Expansão da área de transição

• Ocorrência de eventos adversos graves da vacina contra FA

• Caça a macacos (animal de estimação)

•Grandes contingentes populacionais não vacinados contra FA em centros urbanos infestados por Ae. aegypti


•Proximidade de centros urbanos com áreas rurais de transmissão viral (Minas Gerais, 2001)

•Exportação de casos de febre amarela silvestre para centros urbanos infestados por Aedes aegypti



Fatores desfavoráveis à reurbanização



• Baixa viremia - carga viral 100 vezes menor que a do dengue (Monath, 1999)


• Curto período de viremia (4 a 5 dias)


• Doença focal

• Ciclos epizoóticos intermitentes

• Fortalecimento da Vigilância Epidemiológica

• Grande parte dos casos permanecem nas áreas de risco

• Adoção de cuidados especiais em torno dos casos assistidos em áreas infestadas por Aedes aegypti

• Existência de vacina com elevado poder imunogênico - Tornou possível a erradicação da FAU (1942) e a manutenção desta situação epidemiológica.



História Fonte
MS BRASIL
saude.pr.gov.brL
Foto- Arca Fiocruz
Zouraide Guerra Antunes Costa CENEPI GT-FEBRE AMARELA

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