3/10/2017

Febre amarela no Brasil: reflexões e hipóteses sobre a emergência em áreas previamente livres

Aedes 


É provável que uma combinação de cinco fatores esteja associada ao ressurgimento da febre amarela no sul e no sudeste do Brasil 
  • epizootias e epidemias recentes
  • exposição de uma população humana susceptível;
  • Alta densidade de vetores e hospedeiros primários (primatas não humanos);
  • Condições climáticas favoráveis, especialmente aumento das chuvas; 
  • Emergência de uma nova linhagem genética; E circulação de pessoas e / ou macacos infectados. 




Há necessidade de um programa efetivo de vigilância para prevenir o ressurgimento da febre amarela em outros estados brasileiros.





RESUMO DO ARTIGO

São descritos e discutidos fatores associados a emergência e dinâmica da transmissão da febre amarela nos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul nos anos de 2008 e 2009. 

A interação dos seguintes fatores foi fundamental para a emergência de febre amarela nesses estados: a grande população humana suscetível; a elevada prevalência de vetores e hospedeiros (primatas não humanos); condições climáticas favoráveis, sobretudo o excesso de chuvas no verão; a emergência de uma nova linhagem viral; e a circulação de pessoas ou macacos infectados em fase virêmica. Apenas um programa eficiente de vigilância pode prevenir ocorrências similares nesses estados brasileiros.


História Fonte:

Pedro Fernando da Costa Vasconcelos

Seção de Arbovirologia e Febres Hemorrágicas. Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Febres Hemorrágicas Virais. Instituto Evandro Chagas. Belém, PA, Brasil
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