Febre Amarela Urbana - FAU : Ciclo Aedes Aegypti - Homem

Ciclo Urbano Febre Amarela - Aedes Aegypti


Nas Américas, as últimas notificações de FAU ocorreram em Trinidad, em 1954. Desde então, não se tem registrado ocorrência de Febre Amarela Urbana, (FAU) transmitida pelo Aedes aegypti no Continente Americano. 


No Continente Africano, têm sido registradas epidemias de FAU ao longo dos últimos dez anos. Assim, ocorreram epidemias em Burkina-Faso (1983), onde foram notificados 286 óbitos. Na Nigéria (1986-1988), surgiram mais de 30.000 casos, tendo 10.000, desfecho fatal.

 No Brasil, a FAU está erradicada desde 1942, quando foi registrada pela última vez, no município de Sena Madureira, no Acre. 


A FAS tem um comportamento cíclico e é sempre precedida de epizootias. Na população humana, as epidemias aparecem de forma irregular, devido a fatores de interferência entre a exposição do suscetível aos vetores silvestres infectados. Isto porque, pessoas não vacinadas, especialmente imigrantes, instalam-se em área de mata na zona enzoótica, a fim de desenvolverem atividades especialmente relacionadas com a derrubada de áreas florestais para extração de madeira, bem como para instalação de projetos agropecuários.




Na febre amarela urbana das Américas, o vírus é transmitido de um homem a outro pela picada de fêmeas infectadas de Ae. aegypti. 


Este mosquito de hábitos predominantemente urbanos, procria-se ao redor das habitações, em recipientes que acumulam água parada. É condição necessária para a ocorrência de transmissão urbana natural de febre amarela a existência de um caso pelo menos, de portador da forma silvestre proveniente de área endêmica brasileira ou de um caso importado de outro país em área infestada pelo Ae. aegypti. Os mosquitos pertencentes ao gênero Aedes, como todos os da família Culicidae, apresentam duas fases de vida. Uma que envolve ovos, larvas e pupas e se passa na água e outra que compreende os mosquitos adultos 

Febre Amarela Urbana - FAU : Ciclo Aedes Aegypti - Homem Rating: 3,5 out of 5

Comentários